Estudando o Espiritismo

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terça-feira, 30 de abril de 2013

COMO FAZER O EVANGELHO NO LAR ROTEIRO


COMO FAZER O EVANGELHO NO LAR ROTEIRO
Evangelho no Lar
"Organizemos o nosso agrupamento doméstico do Evangelho.
O Lar é o organismo social. Em casa, começa nossa missão no mundo."
Sheilla



Finalidade: trata-se de um encontro semanal, previamente marcado, com o objetivo de reunir a família em torno dos ensinamentos evangélicos, à luz do Espiritismo, e sob a assistência dos Benfeitores Espirituais.

1. Participantes: todas as pessoas do lar, inclusive as crianças.

2. Roteiro da Reunião:
a) leitura, sem comentários, de uma página de um livro (por exemplo, Pão Nosso, Fonte Viva, entre outros);
b) prece inicial;
c) leitura e comentários de um tópico de O Evangelho segundo o Espiritismo, estudado de forma seqüêncial;
d) prece de encerramento.

3. Recomendações:
o tempo da Reunião deve ser, no máximo, de uma hora;
evitar a manifestação mediúnica de Espíritos;
pode-se colocar água para ser beneficiada pelos Protetores Espirituais e, após, repartida entre os participantes;
a presença de visita não deve ser motivo para suprimir a Reunião.



ESTUDE O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO ALLAN KARDEC
COM O LIVRO
O ESPIRITO DA VERDADE
AUTORES ESPIRITO DIVERSOS
psicografado por Francisco Candido Xavier e Waldo Vieira.
Editora febApresenta 104 mensagens contendo comentários das lições do evangelho Segundo o Espiritismo, de onde os benfeitores espirituais extraem admiráveis temas para elaborar textos da mais alta significação como amor, caridade, mediunidade e otimismo.

São recados diretos ao coração dos que anseiam pela vigência do Reino de Deus no mundo, retratando toda a singela beleza das lições de Jesus e da obra de Allan Kardec.

Enfatiza o momento aflitivo por que passa a Terra, alertando aos homens para a inadiàvel necessidade da construção da paz e da renovação intima através do trabalho no bem.

Pelos Espiritos de Bezerra de Menezes, André Luiz, Caibar Schutel, Euripedes Barsanulfo, Hilário Silva, Anália Franco, Meimei, Emmanuel E outros.

Culto Cristão no Lar - Emmanuel

O culto do Evangelho no lar não é uma inovação. É uma necessidade em toda parte onde o Cristianismo lance raízes de aperfeiçoamento e sublimação. A Boa-Nova seguiu da Manjedoura para a praças públicas e avançou da casa humilde de Simão Pedro para a glorificação no Pentecostes. A palavra do Senhor soou, primeiramente, sob o teto simples de Nazaré e, certo, se fará ouvir, de novo, por nosso intermédio, antes de tudo, no círculo dos nossos familiares e afeiçoados, com os quais devemos atender às obrigações que nos competem no tempo. Quando o ensinamento do Mestre vibre entre as quatro paredes de um templo doméstico, os pequeninos sacrifícios tecem a felicidade comum.
A observação impensada é ouvida sem revolta.
A calúnia é isolada no algodão do silêncio.
A enfermidade é recebida com calma.
O erro alheio encontra compaixão.
A maldade não encontra brechas para insinuar-se.
E aí, dentro desse paraíso que alguns já estão edificando, a benefício deles e dos outros, o estímulo é um cântico de solidariedade incessante, a bondade é uma fonte inexaurível de paz e entendimento, a gentileza é inspiração de todas as horas, o sorriso é a sombra de cada um e a palavra permanece revestida de luz, vinculada ao amor que o Amigo Celeste nos legou.
Somente depois da experiência evangélica do lar, o coração está realmente habitado para distribuir o pão divino da Boa-Nova, junto da multidão, embora devamos o esclarecimento amigo e o conselho santificante aos companheiros da romagem humana, em todas as circunstâncias.
Não olvidemos, assim, os impositivos da aplicação com o Cristo, no santuário familiar, onde nos cabe o exemplo de paciência, compreensão, fraternidade, serviço, fé e bom ânimo, sob o reinado legítimo do amor, porque, estudando a Palavra do Céu em quatro Evangelhos, que constituem o Testamento da Luz, somos, cada um de nós, o quinto Evangelho inacabado, mas vivo e atuante, que estamos escrevendo com os próprios testemunhos, a fim de que a nossa vida seja uma revelação de Jesus, aberta ao olhar e à apreciação de todos, sem necessidade de utilizarmos muitas palavras na advertência ou na pregação.

Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Luz no Lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1997. Cap. 1, p. 11-12.