Estudando o Espiritismo

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terça-feira, 3 de maio de 2011

APOMETRIA - DESDOBRAMENTO ANÍMICO


Para entender a apometria temos que considerar inicialmente três fundamentos ;
1. Animismo
2. Desdobramento
3. Corpos Espirituais

ANIMISMO - Animismo significa a intervenção da própria personalidade do médium nas comunicações mediúnicas, tendo neste caso manifestado apenas os seus próprios conhecimentos que se encontram latentes no inconsciente. Sendo assim, é comum que conhecimentos latentes, anormalidades emocionais ou psicológicas que estão gravadas na mente perispiritual aflorem para o organismo físico trazendo transtornos para a encarnação atual.
DESDOBRAMENTO - Segundo a concepção espírita, o desdobramento trata-se do processo de exteriorização do perispírito do corpo físico. O perispírito, durante este processo, permanece ligado ao corpo por uma espécie de cordão umbilical fluídico. É um estado de relativa liberdade perispiritual, análogo ao sono, em que podemos agir semelhantemente a um desencarnado, podendo nos afastar a distâncias consideráveis de nosso corpo físico. O desdobramento pode ser consciente ou inconsciente e, nesse último caso, pode ser iniciado através de operadores encarnados ou desencarnados (benfeitores ou obsessores). Também pode ser parcial, que é quando o perispírito não deixa o corpo físico totalmente (situação na qual as faculdades psíquicas são muito ampliadas) ou total, quando o perispírito deixa o corpo físico. Os portadores desta faculdade têm sonhos vívidos, coerentes e nítidos em que assistem a cenas que, mais tarde, descobrem terem sido fatos reais ocorridos em outros lugares. Podem também ter visões de cenas fantásticas, com muito realismo, ouvir sons e até sentir contato dos lugares onde forem. Essa faculdade pode ser desenvolvida através de exercícios
metódicos. Também é chamado de desdobramento astral, exteriorização ou emancipação da alma.


O ESPÍRITO E SEUS CORPOS - O espírito na condição de foco inteligente e diretor da vida, encontra-se envolto por vários campos energéticos, cada qual a vibrar na dimensão espacial que lhe é própria, sendo o campo físico, a camada mais externa e, portanto, a mais densificada da complexidade humana.
Objetivando facilitar o entendimento da seriação energética do homem, Kardec resumiu o assunto de
forma a facilitar a compreensão, preferiu a denominação de perispírito para englobar tudo aquilo que reveste a essência espiritual, ou seja, que se encontra interposto entre o espírito e o campo físico. Allan Kardec
englobou todos os corpos espirituais e criou a denominação de perispírito.
Portanto, o perispírito, é uma nomeclatura utilizada por Allan Kardec e representa todos os corpos que
envolvem o Espírito quando este está desencarnado. Em síntese o nosso espírito está envolto em muitos
corpos que se subdividem de acordo com as várias dimensões em que atuamos.

O QUE É APOMETRIA - Apometria é uma técnica de tratamento espiritual. Representa o clássico desdobramento entre o corpo físico e os corpos espirituais do ser humano.
O êxito da Apometria reside na utilização da faculdade mediúnica para entrarmos em contato com o mundo
espiritual. Embora não sendo propriamente uma técnica mediúnica, pode ser aplicada como tal, toda vez que
desejarmos entrar em contato com o mundo espiritual.

O INÍCIO - Durante o ano de 1965, esteve em Porto Alegre, um psiquista porto-riquenho chamado Luiz Rodrigues e realizou palestra no Hospital Espírita, demonstrando uma técnica denominada Hipnometria, que vinha empregando nos enfermos em geral, obtendo resultados satisfatórios.
O Dr. José Lacerda testou a técnica e utilizando a sua criteriosa metodologia, aprimorou solidamente a
técnica inicial e passou a chamá-la de apometria. O termo Apometria vem do grego Apó - preposição que
significa além de, fora de, e Metron - relativo a medida. Dessa forma, apometria é uma técnica na qual o objeto de trabalho é algo que está "além da medida". Tomamos como medida, limite, nosso corpo físico, corpo esse que podemos ver e tocar. Existem além desse corpo, outros 6 corpos que são corpos sutis visíveis somente através da mediunidade. Muitos dos problemas que o atendido tem, tais como: problemas de saúde, relacionamento, trabalho, etc ... não estão "localizados" no corpo físico e sim em algum corpo sutil. É praticada por adeptos de várias correntes de pensamento, tais como a Doutrina Espírita, Umbanda, espiritualistas, universalistas, grupos esotéricos e por pesquisadores independentes. A aplicação da Apometria segue as orientações chamadas Leis da Apometria.

AS LEIS DA APOMETRIA
LEI DO DESDOBRAMENTO ESPIRITUAL.
Separação do corpo espiritual - corpo astral - de seu corpo físico. Ao Projetar-se pulsos energéticos através de contagem lenta, dar-se-á o desdobramento completo do paciente, conservando ele a sua consciência.
LEI DO ACOPLAMENTO FÍSICO.
Sempre que se der comando para que se reintegre no corpo físico o espírito de uma pessoa desdobrada, darse- á imediato e completo acoplamento no corpo físico (o comando é acompanhado de contagem LEI DA AÇÃO À DISTANCIA, PELO ESPÍRITO DESDOBRADO.
Toda vez que se ordenar ao espírito desdobrado do médium uma visita a lugar distante, fazendo com que
esse comando se acompanhe de pulsos energéticos através de contagem pausada, o espírito desdobrado
obedecerá à ordem, conservando sua consciência e tendo percepção clara e completa do ambiente (espiritual ou não) para onde foi enviado.
LEI DA FORMAÇÃO DOS CAMPOS-DE-FORÇA.
Toda vez que mentalizarmos a formação de uma barreira magnética, por meio de impulsos energéticos
através de contagem, formar-se-ão campos-de-força de natureza magnética, circunscrevendo a região
espacial visada na forma que o operador imaginou.
LEI DA REVITALIZAÇÃO DOS MÉDIUNS.
Toda vez que tocarmos o corpo do médium (cabeça, mãos), mentalizando a transferência de nossa força vital, acompanhando-a de contagem de pulsos, essa energia será transferida. O médium ao recebê-la, sentir-se-á revitalizado.
LEI DA CONDUÇÃO DO ESPÍRITO DESDOBRADO, DE PACIENTE ENCARNADO, PARA OS PLANOS MAIS ALTOS, EM HOSPITAIS DO ASTRAL.
Espíritos desdobrados de pacientes encarnados somente poderão subir a planos superiores dos astral se
estiverem livres de amarras/ligas magnéticas.
LEI DA AÇÃO DOS ESPÍRITOS DESENCARNADOS SOCORRISTAS SOBRE OS PACIENTES DESDOBRADOS.
Espíritos socorristas agem com muito mais facilidade sobre os enfermos se estes estiverem desdobrados,
pois que uns e outros, dessa forma, se encontram na mesma dimensão espacial.
LEI DO AJUSTAMENTO DE SINTONIA VIBRATÓRIA DOS ESPÍRITOS DESENCARNADOS COM O MÉDIUM OU COM OUTROS ESPÍRITOS DESENCARNADOS, OU DE AJUSTAMENTO DESTES COM O AMBIENTE.
Pode-se fazer a ligação vibratória de espíritos desencarnados com médiuns ou entre espíritos desencarnados,
bem como sintonizar esses espíritos com o meio onde forem colocados, para que percebam e sintam
nitidamente a situação vibratória desses ambientes.
LEI DO DESLOCAMENTO DE UM ESPÍRITO NO ESPAÇO E NO TEMPO.
Se ordenarmos a um espírito incorporado a volta a determinada época do Passado, acompanhando-a de
emissão de pulsos energéticos através de contagem, o espírito retorna no Tempo à época do Passado que lhe foi determinada.
LEI DA DISSOCIAÇÃO DO ESPAÇO-TEMPO.
Se, por aceleração do fator Tempo, colocarmos no Futuro um espírito incorporado, sob comando de pulsos
energéticos, ele sofre um salto quântico, caindo em região astral compatível com seu campo vibratório e peso
específico - ficando imediatamente sob a ação da energia de que é portador.
LEI DA AÇÃO TELÚRICA SOBRE OS ESPÍRITOS DESENCARNADOS QUE EVITAM A REENCARNAÇÃO.
Toda vez que um espírito desencarnado possuidor de mente e inteligência bastante fortes consegue resistir à
Lei da Reencarnação, sustando a aplicação dela nele próprio, por largos períodos de tempo (para atender a
interesses mesquinhos de poder e domínio de seres desencarnados e encarnados), começa a sofrer a atração
da massa magnética planetária, sintonizando-se, em processo lento mas progressivo, com o Planeta.
LEI DO CHOQUE DO TEMPO.
Toda vez que levarmos ao Passado espírito desencarnado e incorporado em médium, fica ele sujeito a outra
equação de Tempo. Nessa situação, cessa o desenrolar da seqüência do Tempo tal como o conhecemos,
ficando o fenômeno temporal atual (presente) sobreposto ao Passado.
LEI DA INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS DESENCARNADOS, EM SOFRIMENTO, VIVENDO AINDA NO PASSADO, SOBRE O PRESENTE DOS DOENTES OBSIDIADOS.
Enquanto houver espíritos em sofrimento no Passado de um obsidiado, tratamentos de desobsessão não
alcançarão pleno êxito, continuando o enfermo encarnado com períodos de melhora, seguidos por outros de
profunda depressão ou de agitação psicomotora.

COMO SE PROCESSA O MECANISMO DA APOMETRIA
O êxito da Apometria reside na utilização da faculdade mediúnica para entrar em contato diretamente com
o nível perispiritual do paciente que se encontra em desajuste, buscando de maneira mais rápida e objetiva
tratar a origem da psicopatologia.
O primeiro passo da técnica apométrica é desdobrar os corpos espirituais e depois desdobrar os níveis de
consciência.
Cada corpo e seus respectivos níveis de consciência atuam com determinados campos de energias. O
corpo espiritual atua no campo das energias dos sentimentos, o corpo mental inferior com as energias dos
pensamentos e o corpo mental superior com as energias da vontade.
Então se o problema que estamos enfrentando tem a ver com sentimentos, então o corpo ou os níveis a
serem ajustados se referem aos ligados ao corpo espiritual e assim sucessivamente.

FORMAS DE TRATAMENTO DA APOMETRIA

NECESSIDADE DO TRATAMENTO
Todo o agregado espiritual se divide em níveis de consciência, que nada mais são do que arquivos de
memória, informações que o ser, no decorrer de toda a sua evolução arquivou.
São conhecimentos bons ou ruins, sentimentos como o amor ou o ódio, enfim, tudo o que possa servir para
o crescimento espiritual e o aumento da capacidade de discernimento entre as coisas boas e más.
O cérebro físico não consegue interpretar por completo o conhecimento que os níveis de consciência
detém, tornando a criatura encarnada, muito frágil e suscetível a traumas e complexos, que são gerados por
informações de experiências mal sucedidas e, às vezes, trágicas.
Nos fundamentando na multiplicidade das encarnações, pelas quais o homem passa, temos a absoluta
certeza de que muitas dessas experiências boas ou más, de alguma forma, em maior ou menor grau,
conseguem ser interpretadas pelo cérebro do encarnado, na forma de fantasias, pensamentos, desejos,
frustrações, automatismos, etc.
O cérebro físico, repassa muitas vezes ao ser encarnado, de forma muito mascarada, traumas de uma
encarnação anterior muito conturbada e cheia de más experiências que se refletem na presente encarnação
de formas diversas, tais como, sensações e complexos que se não forem reciclados a tempo, poderão
proporcionar, ao encarnado, grandes distúrbios, tanto de ordem mental como de ordem física.

APLICAÇÃO DA TÉCNICA APOMÉTRICA
É a aplicação da Primeira Lei da Apometria, a Lei do Desdobramento Espiritual.
Com o comando, emitem-se pulsos energéticos através de contagem em voz alta - tantos (e tantos
números) quantos forem necessários. De modo geral, bastam sete - ou seja, contagem de 1 a 7.
Com essa técnica, obtém-se a separação do corpo espiritual (corpo astral), de qualquer criatura humana,
de seu corpo físico, podemos então, assistir os desencarnados na erraticidade, com vantagens inestimáveis
tanto para eles como para os encarnados que lhes sofrem as obsessões.
Com o auxílio desta técnica, os corpos espirituais de encarnados também podem ser incorporados em
médiuns, de modo a serem tratados espiritualmente inclusive serem enviados a hospitais espirituais para
tratamento.

ACOPLAMENTO DO ESPÍRITO DESDOBRADO
É aplicação da Segunda Lei da Apometria, a Lei do Acoplamento Físico.
Se o espírito da pessoa desdobrada estiver longe do corpo, comanda-se primeiramente a sua volta para
perto do corpo físico.
Em seguida projetam-se impulsos (ou pulsos) energéticos através de contagem, ao mesmo tempo que se
comanda a reintegração no corpo físico.
Bastam sete a dez impulsos de energia (contagem de 1 a 7 ou 10) para que se opere a reintegração.
Caso não seja completada a reintegração, a pessoa sente tonturas, mal-estar ou sensação de vazio que
pode durar algumas horas.
Via de regra, há reintegração espontânea em poucos minutos (mesmo sem comando); não existe o perigo
de alguém permanecer desdobrado, pois o corpo físico exerce atração automática sobre o corpo astral.
Apesar disso não se deve deixar uma pessoa desdobrada, ou, mesmo, mal acoplada, para evitar
ocorrência de indisposições de qualquer natureza, ainda que passageiras.
Assim, ao menor sintoma de que o acoplamento não tenha sido perfeito, ou mesmo que se suspeite disso,
convém repetir o comando de acoplamento e fazer nova contagem.


Atendimento - Ariadne - Clinica de psicoterapias - Porto ; V. do Conde ; Trofa ; Maia

Corpos Espirituais - Vivaldo Filho

Para efeito didático, resolvemos classificar os corpos que revestem o espírito primeiramente em três corpos básicos ou iniciais: o corpo físico, o duplo etérico ou corpo etérico, e finalmente o perispírito. Mas com o passar do tempo fomos encontrando na literatura espírita e espiritualista outros corpos espirituais, cada um na faixa de vibração que lhes correspondem os fenômenos psicológicos e moralizadores.
Como médium espírita, pudemos pessoalmente atestar a veracidade de tais descobertas e ainda avançar, em alguns casos, na identificação de outros corpos energéticos, e mais uma vez detectar a confiabilidade de outras pesquisas realizadas por renomados estudiosos da Terra e do Mundo Maior.
Um bom exemplo de classificação de especificas áreas dos corpos espirituais, fora quando, não faz muito tempo (em abril de 2000), elaborávamos um trabalho sobre mediunidade. Fomos tomados de surpresa com a visão (somos clarividente) de uma cena fluídica apresentada numa forma luminosa e radiante, numa tela (“viva”!) em forma de nuvem cinematográfica a irradiar-se, expandir-se ou fluir de nosso chacra gástrico ou plexo solar (segundo Barbara Ann Brennan esta área é vinculada ao “corpo mental”), fornecendo-nos ainda forte impressionabilidade fluidico-vibratória. Percebemos o aspecto fluídico com uma constituição tão sólida, “palpável” (somos também médium de efeitos físicos) que não tivemos qualquer dúvida quanto a realidade do fenômeno. Pela impressionabilidade do próprio fluido, registramos a origem de suas emanações: o chacra emocional (segundo chacra, vinculado a segunda camada aurica) do “corpo mental” (que passamos a denominar como quinto chacra ou quinta camada aurica). Estas seriam, em realidade, projeções do corpo mental, acima do duplo etérico (primeira camada aurica) e do “corpo emocional” (segunda camada aurica).
Facultando-nos particularmente a confirmação da existência de respectiva área do complexo sistema energético do ser espiritual. – Em “Nosso Lar”, cap. O Sonho, psicografado por Francisco Candido Xavier, André Luiz narra ter se recordado nitidamente de ter deixado o corpo mais pesado (se ele ao desencarnar deixou para trás o corpo físico e o corpo etérico, acreditamos que ele deveria estar falando de um outro corpo perispiritual) ao seguir em uma estrutura de corpo mais sutil ao encontro de sua genitora. Agora em “Nos Domínios da Mediunidade”, cap. 11, Desdobramento em serviço, psicografado por Francisco Cândido Xavier, André Luis anota: Com o auxílio do supervisor, o médium foi convenientemente exteriorizado. A princípio, seu perispírito ou ´corpo astral´ estava revestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, em seu conjunto, como sendo o `duplo etérico`, formado por emanações neuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico e que, por isso mesmo, não conseguem maior afastamento da organização terrestre, destinando-se à desintegração, tanto quanto ocorre ao instrumento carnal, por ocasião da morte renovadora. Para melhor ajustar-se ao nosso ambiente, Castro devolveu essas energias ao corpo inerte, garantindo assim o calor indispensável à colméia celular e desembaraçando-se, tanto quanto possível para entrar no serviço que o aguarda. Já está por demais claro, que temos outros corpos espirituais, cabe-nos agora a chegar num consenso quanto a classificação dos mesmos.
Pesquisadores e autores espíritas classificam como “perispírito” todo o “conjunto multidimensional” de corpos energéticos, porém sub divididos em vários outros corpos. Lembremos que André Luis classificou o duplo etérico como um “conjunto” independente, que ficou-se sabendo ser o corpo etérico, e nos deixando crer que existe outras estruturas que formam esse mesmo conjunto (“os eflúvios vitais conhecidos, `em seu conjunto`, como sendo o duplo etérico”), localizada entre o corpo físico e o denominado “perispírito”, já que nesta oportunidade ele não nos deixou informados sobre a existência do corpo que se seguia ao molde etérico.
Para compreender melhor esses corpos, precisaríamos entender a “função psicológica” dos chacras ou centros de força. Com posse desses conhecimentos poderemos formular um melhor parecer quanto a anatomia intima e a função de tais estruturas. Para tal, ainda, teríamos primeiramente de compreender as irradiações fluídicas (teor qualitativo) e suas origens. Ainda em “Nos Domínios da Mediunidade”, cap. 11, André Luiz apresenta um desdobramento que ocorre com o médium apresentando em sua configuração exterior “tonalidades” azulada à direita e alaranjada à esquerda. Então, qual seria a função desses fluidos coloridos e quais suas funções psicológicas e operacionais no âmbito do serviço?
Em seu livro “Mediunidade”, pág. 178, Edgard Armond nos relata: Nas curas materiais e nas operações mediúnicas, as cores, veiculadas pelos fluidos oriundos da corrente magnética de base e pelas vibrações dos seus componentes, saneiam o ambiente, esterilizam o campo operatório e objetos de uso, estimulando ou acalmando os agrupamentos celulares; e nas curas espirituais, esses fluidos e vibrações coloridas da corrente neutralizam os impulsos maléficos dos obsessores, concorrem a modificar idéias, pensamentos e ulteriores, sentimentos, assegurando assim bons resultados para os trabalhos de doutrinação. Este é o setor da Cromoterapia...
Então, por qual motivo seria justificável não adentrássemos o maravilhoso campo da cromoterapia espiritual e das funções psico-energeticas das variadas tonalidades cromáticas que irradiam de nossas estruturas intimas?
Bem, e para que os amigos leitores não fiquem curiosos com relação a cena apresentada na tela fluídica, fora de uma época na qual nos encontrávamos desencarnado, a proteger dois jovens oficiais da cavalaria do Norte dos Estados Unidos da América (A União), quando os mesmos passavam por momento de constrangimento na Crosta, por força de lastimável assédio obsessivo.
Atualmente, os jovens oficiais de outrora encontram-se reencarnados em nossa família como queridos primos do coração, e o infeliz obsessor de então também se nos ligou pelo elo familiar, agora por força de laços de união afetiva, possibilitada pela Lei da reencarnação. Atualmente, alguns dos espíritos tutelares que lhes assistiam a época estão também reencarnados próximos no seio familiar, assim como o comandante da tropa a que serviam, vitima do transloucado assédio da entidade sofredora. Todos em busca dos mesmos ideais: do perdão e do amor.
Assim, a existência de vários corpos espirituais, com característicos particulares, faz crer que diferentes irradiações hão de expressar. Sendo assim, a modalidade terapêutica deverá se ajustar às necessidades do organismo ou energismo espiritual.
No entanto, outro momento podemos citar, mais uma vez como forma de ilustração, quando em certa época percebemos rapidamente durante uma interpretação (a nossa faculdade nos permite visualizar imagens e ouvir os sons espirituais emitidos durante as canções. Os registros espirituais das melodias. Também somos clariaudiente.) algo da constituição ou área do “Chacra Vocal” (que classificamos como oitávo nível aurico), porém como não havia mais tempo para a inserção no trabalho que realizávamos, optamos por não avançar nas análises. Apresentava caráter belíssimo, como se sua constituição intima fosse realizada a partir de notas de cintilante beleza, como se fosse um “corpo musical” (ou mais apropriadamente um “corpo sonoro”). Nada de místico, pura e simplesmente uma estrutura sonora formada de implementos eletrônicos elaborados em energismo especifico no decorrer da milenar existência do espírito (os arquivos do som!?). De qualquer modo, anotamos aqui apenas nossa observação pessoal e nada tem de definitivo.
Tomamos conhecimento que outros clarividentes, muitas vezes tem observado curiosas e surpreendentes (como nossos irmãos espiritualistas relatam) visões quando ao observarem partes expostas do corpo, tais como rosto e mãos, vêem fluir por elas fachos luminosos de estrelas, cubos, pirâmides e grande variedade de outras figuras geométricas. Segundo eles, cada uma dessas figuras afasta-se a pouca distancia do individuo e logo desaparece. Apresentam-se elas em cor azul ametista (arroxeado).
O que vimos aconteceu vários meses antes de encontrarmos tais informações. No caso das cores recordemos que sempre uma energia inferior partirá de esferas ou vibrações inferiores. No mais, nos parece algo de maravilhoso a se apresentar aos clarividentes no que tange as estruturas intimas de nossa alma. O que nos recomenda às análises de Albert Einstein, quando em sua Teoria Especial fez uma ligação entre a Geometria e a Física.
Se não cairmos no maravilhoso, novas conquistas no campo do espírito hão de se realizar.

Em 2003 foi publicado o livro “Liceu da Mediunidade” do Espírito Paulino Garcia, psicografado por Carlos A. Baccelli, o qual no cap. 17, Clarividência, pág. 102, nos traz, o autor espiritual, a informação de que os Espíritos superiores apresentam em sua forma espiritual caracteres de “NOTAS SONORAS”, ou “acordes musicais”.

SAÚDE E ANATOMIA DO CORPO ESPIRITUAL

 - Ricardo Di Bernardi
Por Silvia em 02 de Setembro de 2007, 02h37minSAÚDE E ANATOMIA DO CORPO ESPIRITUAL - Ricardo Di Bernardi

Para facilitar uma visão mais clara do mecanismo da encarnação, bem como de todos os fenômenos espirituais, inicialmente faz-se necessário reportar ao estudo do corpo espiritual.

Quando as entidades espirituais se nos tornam visíveis, seja pela simples vidência mediúnica, seja pelo fenômeno da materialização ectoplasmática, observamos que elas possuem um corpo semelhante ao nosso corpo físico. Aliás, os espíritos dizem que nós é que possuímos um corpo semelhante ao deles.

No fenômeno da materialização, tão estudado pelo famoso físico inglês Willian Crookes e pelo Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, Charles Richet, os Espíritos tornam-se visíveis e palpáveis a todos os presentes à sessão de estudos. São percebidos e tocados nos seus corpos espirituais.

Inegável é, sem dúvida, que existem algures fraudes conscientes e inconscientes; no entanto, a grande freqüência dos fenômenos, bem como o elevado nível cultural e ético das pessoas seriamente envolvidas em determinados casos atestam a sua realidade.

Embora a essência espiritual não tenha forma, pois é o princípio inteligente, os Espíritos possuem um corpo espiritual anatomicamente definido e com uma fisiologia própria da dimensão extra-física.

Nos planos espirituais, temos notícia, por inúmeros médiuns confiáveis como Francisco Cândido Xavier (Chico) e Divaldo Pereira Franco, sobre a maravilhosa organização das comunidades sociais que os espíritos constituem, às vezes assemelhadas às terrestres.

A energia cósmica universal, ou fluído cósmico, que banha ou permeia todo o universo é a matéria-prima que o comando mental dos Espíritos utiliza para a constituição dos objetos por eles manuseados. A este respeito, encontramos informações mais detalhadas reunidas por Kardec em "O Livro dos Médiuns", no capítulo – Do Laboratório do Mundo Invisível –. O corpo dos Espíritos, já mencionado pelo apóstolo Paulo e conhecido nas diversas religiões com os mais diferentes nomes, tais como perispírito, corpo astral, psicossoma e outros, é também matéria. 

O perispírito é constituído de um tipo especial de matéria derivada do fluido cósmico universal. Assim nos informam as entidades espirituais.

O corpo espiritual apresenta-se moldável conforme as emoções mentais do Espírito. Cada Espírito apresenta seu perispírito com aspecto correspondente ao seu estado psíquico. A maior elevação intelecto-moral vai determinar como conseqüência uma subtilização do próprio corpo espiritual.

Em contrapartida, os Espíritos cujas vibrações mentais são inferiores determinam, inconscientemente, que o seu corpo espiritual se apresente mais denso, opaco e obscurecido, não tendo a irradiação luminosa dos primeiros.

Conforme se tem notícia, através de inúmeros autores espirituais, o perispírito apresenta-se estruturado por aparelhos ou sistemas que se constituem de órgãos; estes órgãos são formados por tecidos que, por sua vez, são constituídos por células.

Segundo referências encontradas nas obras de Gustavo Geley e Jorge Andréa, as células de corpo espiritual, em nível mais profundo, são estruturadas por moléculas que se constituem por átomos. Os átomos do perispírito são formados por elementos químicos nossos conhecidos, além de outros desconhecidos do homem encarnado. Elementos aquém do hidrogênio e além do urânio, que na Terra representam os limites da matéria atômica conhecida.

Os átomos e moléculas que constituem as células do perispírito possuem uma energia cinética própria que é a força determinante da sua vibração constante. Quanto mais evoluída a entidade espiritual, maior a velocidade com que vibram os átomos do perispírito.

Da mesma forma, conforme o adiantamento moral do Espírito, maior o afastamento entre as moléculas que compõem o perispírito pela sua vibração, daí a menor densidade de seu corpo espiritual. 

Uma analogia: a água em estado líquido quando fervida transforma-se em vapor pela maior energia cinética de suas moléculas, determinando um afastamento entre elas decorrente da vibração mais intensa que passam a ter. Neste exemplo simples podemos mentalizar o porquê da leveza do corpo espiritual das entidades cujo padrão vibratório é mais elevado.

No livro "Mecanismos da Mediunidade", de André Luiz, psicografado por Francisco Cândido Xavier, encontramos elementos complementares sobre esta informação.

Espíritos de alta hierarquia moral possuem vibrações de alta-frequência, ou seja, as ondas que emitem ou irradiam são "finas" ou de pequeno comprimento de onda. As energias emanadas pelas vibrações das moléculas perispirituais traduzem-se também por uma irradiação luminosa com cores típicas.

Os Espíritos são vistos pelos videntes ou descritos nas obras psicografadas emitindo cores e tons bastante peculiares ao seu grau de adiantamento.

Quanto mais primitiva for a entidade espiritual, mais escuros os tons das cores e mais opacos se apresentam. À medida que galgam degraus mais elevados na escada do progresso, passam a emitir uma luminosidade, pela postura mental adotada, decorrente de situações momentâneas, as vibrações aceleram-se ou desaceleram-se, determinando modificações na estrutura do corpo espiritual, e todo o conjunto se altera.

Exemplos práticos de modificações profundas e graves, no capítulo das patologias do corpo astral, seriam os casos descritos como de zooantropia ou licantropia. Nessas situações as formas perispirituais se animalizam pela postura de ódio recalcitrante ou outros sentimentos inferiores, deformantes do corpo espiritual. Denomina-se zooantropia (zoo =animal e anthropos=homem) aos casos onde o corpo espiritual pela deformação progressiva passa a assemelhar-se a um animal. Licantropia (lican=lobo e anthropos=homem) aos casos onde o corpo espiritual pela alteração degenerativa da forma passa a lembrar a figura de um lobo, o que nos faz lembrar da lenda do lobisomem que talvez tenha origem no fato de, pelo fenômeno da vidência mediúnica, tenham sido vistos espíritos com este tipo de deformidade anatômica no seu corpo astral.

Naturalmente que estas deformidades são transitórias e relativas ao tempo em que a entidade espiritual ainda se mantém na atitude mental de ódio.

O tratamento reparador destas deformidades efetuar com uma adequada energização dos Espíritos como temos observado nas lides mediúnicas de que participamos. Ousamos, inclusive, criar o verbete perispiritoplastia para a recuperação anatômica que observamos nas entidades tratadas e recuperadas em seu aspecto nos grupos mediúnicos. Tanto as energias do plano extra-físico, da natureza como o ectoplasma fizeram parte da matéria-prima utilizada por nós e pelos mentores espirituais que nos assistem.

Perispírito – O Conceito de Camadas

Paulo Nagae
Químico e Palestrante Espírita


Em três artigos publicados no jornal “O Semeador” (FEESP), em agosto, setembro e outubro de 1993, Durval Ciamponi nos mostra o perispírito como um corpo formado por camadas. Esse estudo seria publicado, mas tarde, em seu livro “A Evolução do Princípio Inteligente”, editado pela FEESP, em março de 1995.

No segundo artigo, o Autor nos dizia o seguinte:
“Qual é, realmente, a constituição do perispírito e onde se localizam os centros de força?

Essas perguntas formulamos ao mentor espiritual, ao final de uma reunião de estudos, na Federação Espírita de São Paulo, no dia 24/09/1984, às 16h30min, após exposição de aula sobre perispírito e centros de força.

Os esclarecimentos que se seguem foram dados, segundo pensamos, por André Luiz, que se manifestou ao final da aula. Fizemos as anotações da melhor maneira possível, sem gravador, por isso esperamos não ter incorrido em erros de registro.

Disse o mentor: O perispírito compõe-se de diversos corpos, que vão se superpondo em camadas, até atingir sua forma mais alva e sutil. Estes corpos são os seguintes: corpo etéreo, corpo astral e corpo mental.

O corpo mental, por sua vez, compõe-se de muitos outros corpos, conforme o grau de evolução do espírito. Estes corpos são: corpo mental inferior, corpo mental inferior, corpo mental médio, corpo mental superior e corpo mental sublime.

Após este nível, temos a espiritualidade maior, onde o perispírito se apresenta em outros graus, até perder seu peso específico.

Os chacras localizam-se em todo esse conjunto. Atravessam todas as camadas. Se se diz que está no duplo etéreo, está a dizer-se que a atuação mental está no duplo, que neste caso torna a parte atuante.'” (Durval Ciamponi – “O Semeador” – setembro/93)

Independentemente da comunicação ter sido dada por André Luiz, no que acreditamos, ela é coerente com as informações que foram citadas nos artigos anteriores, dadas por esse respeitável amigo espiritual.

Como nos diz o Autor, é o próprio André Luiz o mensageiro da espiritualidade, que coerentemente vem completar as informações dadas em suas obras, sistematizando-as.

Do mesmo modo que a Ciência, a cada dia, penetra nas profundezas da estrutura atômica, descobrindo novas partículas, os espíritos nos revelam que, entre o espírito e o corpo físico, há camadas intermediárias compostas de matérias com diferentes densidades e que, na verdade, o perispírito é um conjunto de composição heterogênea que envolve o princípio inteligente e é constituído de vários pontos. Então, a nossa visão do homem integral fica mais ampliada e, através dessas informações, teremos as seguintes definições:

Corpo mental – 
Envoltório sutil da mente, presente desde a criação do Espírito, com as suas quatro subdivisões (sublime, superior, médio e inferior). É nesse corpo que ficam gravadas as experiências adquiridas pelo espírito.

Corpo espiritual ou corpo astral ou psicossoma – É o retrato do corpo mental. Corpo de relação do espírito, quando separado do corpo físico. Esta separação pode ser temporária, como no desdobramento que ocorre durante o sono físico, ou definitiva, como no fenômeno da morte. Este corpo ainda é perecível, porém isto é assunto a ser desenvolvido em um próximo artigo.

Corpo etéreo ou duplo etérico – Corpo formado de eflúvio vitais na sua maior parte emanados do neuropsiquismo do corpo físico. Como este, desaparece após a morte. É a parte que permanece junto ao corpo físico, quando o espírito deste se separa, temporária ou definitivamente.

Na figura, na qual não estão assinaladas as subdivisões do corpo mental, os corpos que compõem o perispírito estão representados por cor escura, em tonalidades que se tornam mais fracas, à medida que se aproximam do espírito. Estas diferentes tonalidades estão utilizadas, simplesmente, para dar-nos uma idéia das diferentes densidades destas camadas. O espírito está representado pela cor mais clara, indicando uma natureza diferente da natureza do perispírito. As camadas mais sutis penetram nas mais densas; porém as mais densas não penetram nas mais sutis.

Deste modo, fica mais fácil entender os mecanismos envolvidos na comunicação entre o espírito e a matéria densa do corpo físico e vice-versa. Essa transmissão de mensagens ocorre de maneira gradual, passando por camadas afins entre si. Se o perispírito fosse um corpo uno e de constituição homogênea, ele não teria capacidade de ter afinidade com esses dois extremos, o corpo físico, que é matéria densa, e o espírito, que nem matéria é. Lembremos a infinidade de tipos de fluidos que existe entre o fluido cósmico universal, que é a origem da matéria que conhecemos, e a matéria que constitui o nosso corpo físico.

Paulo Nagae
(Retirado da Revista Estudos Espíritas – Maio/1999 – Edições Léon Denis)
 

CORPO ESPIRITUAL


O espírito é envolvido por corpos, do mais sutil ao mais material. A freqüência vibratória de cada um deles está relacionada com a dimensão em que atuam.

- Por Edvaldo Kulcheski -
De acordo com as concepções espiritualistas, o espírito, na condição de foco inteligente e diretor da vida, encontra-se envolvido por vários campos energéticos, cada qual a vibrar na dimensão espacial que lhe é própria, sendo o campo físico a camada mais externa e mais densa da complexidade humana. Com o objetivo de facilitar o entendimento da seriação energética do homem, Allan Kardec resumiu o assunto denominando como "perispírito" tudo aquilo que reveste a essência espiritual do ser, ou seja, que se encontra interposto entre o espírito e o campo físico. Desta maneira, o perispírito representa todos os corpos que envolvem o espírito quando este está desencarnado.

Nosso espírito está envolto por muitos corpos, que se subdividem de acordo com as várias dimensões em que atuamos. À medida que ocorre a evolução do espírito, esta se caracteriza pela desmaterialização progressiva dos envoltórios mais densos, ou seja, o espírito evoluído não precisa das camadas que estão ligadas mais intimamente à matéria mais densa, esvaindo-se com sua inutilidade. No entanto, o envoltório mais próximo do espírito não se perde, já que, por mais evoluído que seja, ele terá no mínimo uma camada a lhe envolver e dar forma.

Como exemplo, temos o caso daquele espírito que desencarna e não precisa mais reencarnar. Ele perde a necessidade de algumas funções do corpo espiritual mais denso e, assim, estas camadas vão se extinguindo. É por isso que espíritos mais evoluídos encontram dificuldades para trabalhar junto à crosta terrestre ou agir mais diretamente nos umbrais, pois estas atividades são muito densas para seu corpo espiritual mais sutil.

Estudando o homem de acordo com o Espiritismo, André Luiz estabeleceu que ele é composto pelo corpo, pelo duplo etérico ou biossoma, pelo perispírito ou psicossoma, pelo corpo mental e pelo espírito. Já na definição do dr. Jorge Andréa dos Santos, médico e renomado escritor espírita, o homem é formado pelo corpo físico, pelo duplo etérico, pelo perispírito, pelo corpo mental, pelo inconsciente atual, pelo inconsciente passado ou arcaico e pelo inconsciente puro ou espírito.

O perispírito

O perispírito é uma condensação do fluido cósmico universal em torno de um foco de inteligência ou alma. É o envoltório semimaterial do espírito, o laço que o une à matéria do corpo. Diz-se que o perispírito é semimaterial porque pertence à matéria pela sua origem (fluido universal) e à espiritualidade pela sua natureza etérea.

Por sua natureza e em seu estado normal, o perispírito é invisível, porém, ele pode sofrer modificações que o tornam perceptível e até tangível, ou seja, possível de ser visto e tocado. O perispírito é formado com os elementos contidos nos fluidos ambientais de cada mundo, de onde se deduz que seus elementos constitutivos variam conforme os mundos aos quais estão ligados.

A natureza do perispírito sempre está relacionada ao grau de adiantamento moral do espírito. Desta forma, conforme a maior ou menor depuração do ser, seu perispírito se formará das partes mais puras ou mais grosseiras do fluido peculiar ao mundo no qual ele venha a encarnar.

O perispírito não está preso aos limites do corpo. Por sua natureza fluídica, ele é expansível, irradiando para o exterior e formando em torno do corpo uma atmosfera que o pensamento e a força de vontade podem dilatar com maior ou menor intensidade.

Como o perispírito dos encarnados é de natureza idêntica à dos fluidos do mundo espiritual, ele os assimila com facilidade, semelhante a uma esponja que absorve um líquido. Quando esses fluidos atuam sobre o perispírito, este reage sobre o organismo material com o qual está em contato molecular. Se os eflúvios são de boa natureza, o corpo sente uma impressão salutar, mas se são maus, a impressão é penosa. Caso sejam permanentes e enérgicos, os eflúvios maus podem ocasionar desordens físicas, o que explica a causa de certas enfermidades.

O perispírito é o organismo que personaliza e individualiza o espírito, identificando-o quanto à aparência. Após a morte, a alma jamais perde sua individualidade, apesar de não possuir mais o corpo material, enquanto que o perispírito guarda a aparência de sua última encarnação. É por ele que um ser abstrato, como é o espírito, torna-se um ser concreto, definido pelo pensamento.

Molde do corpo físico

Pode-se afirmar que o perispírito é o esboço, o modelo a partir do qual se desenvolve o corpo físico. Ele também é o modelo organizador biológico, pois é em sua intimidade energética que se agregam as células e se modelam os órgãos, proporcionando-lhes o pleno funcionamento.

Para atuar na matéria, o espírito precisa desta. Em virtude de sua natureza etérea, o espírito propriamente dito não pode atuar sobre a matéria grosseira sem algo ou alguém que o ligue a ela. Esse intermediário, que chamamos de perispírito, faculta a chave de todos os fenômenos espíritas de ordem material. Portanto, ele é o órgão de manifestação utilizado pelo espírito para efetuar suas comunicações com o plano dos espíritos encarnados.

É comum encontrarmos alguns autores espíritas que confundem atributos do espírito como sendo do perispírito. A sede da memória é um deles. Segundo Allan Kardec, é o espírito que possui a sede da memória, pois ele é o ser inteligente, pensante e eterno. Sem ele, o perispírito é uma matéria inerte, privada de vida e sensações.

É importante lembrar que, ao passarem de um mundo para outro, os espíritos mudam de perispírito de acordo com a natureza dos fluidos ambientes. Se a sede da memória residisse no perispírito, o espírito a perderia cada vez que precisasse mudar a constituição íntima de seu envoltório fluídico. A mesma coisa se dá quando nos referimos à sede da sensibilidade. É o espírito quem ama, sofre, pensa, é feliz, triste, ou seja, é nele que residem todas as sensações ou faculdades. O perispírito é apenas o órgão que transmite todas essas sensações, portanto, é um instrumento a serviço do espírito. Logo, segundo Kardec, é incorreto dizer que no perispírito ficam marcadas ou gravadas certas memórias ou atos do espírito durante sua vida. Como já vimos, o perispírito é matéria, não pensa e não tem memória, atributos pertencentes ao espírito.

Os órgãos do perispírito

Pela simples observação do corpo físico, pode-se deduzir que o perispírito também possui algo semelhante a órgãos, isto é, conjuntos de moléculas cuja configuração especial é destinada à execução de determinadas funções. Tais aglomerados moleculares, evidentemente, são apropriados ao funcionamento na vida extrafísica, promovendo a captação e assimilação de energias e fluidos necessários à sua manutenção, que se processam de modo essencialmente diverso da vida física.
Por isso mesmo, os órgãos do perispírito não podem ser iguais aos do corpo denso, mas determinam, pelas linhas de força que os caracterizam, a conformação e distribuição funcional destes últimos, os quais estão adaptados à execução e às funções específicas conforme a evolução biológica. Os órgãos do perispírito podem ser lesados pela ação desordenada ou maléfica da mente do ser.

O gênero de vida de cada indivíduo carnal determina a densidade do organismo perispirítico após a perda do corpo denso. O mundo espiritual guarda íntima ligação com o progresso moral que realizamos. À medida que crescemos moralmente, nosso perispírito vai ficando gradativamente mais leve e, assim, podemos nos movimentar em planos mais sutis.

Corpos Espirituais

Para efeito didático, resolvemos classificar os corpos que revestem
o espírito primeiramente em três corpos básicos ou iniciais: o corpo
físico, o duplo etérico ou corpo etérico, e finalmente o perispírito.
Mas com o passar do tempo fomos encontrando na literatura
espírita e espiritualista outros corpos espirituais, cada um na faixa
de vibração que lhes correspondem os fenômenos psicológicos e
moralizadores.
Como médium espírita, pudemos pessoalmente atestar a
veracidade de tais descobertas e ainda avançar, em alguns casos,
na identificação de outros corpos energéticos, e mais uma vez
detectar a confiabilidade de outras pesquisas realizadas por
renomados estudiosos da Terra e do Mundo Maior.
Um bom exemplo de classificação de especificas áreas dos corpos
espirituais, fora quando, não faz muito tempo (em abril de 2000),
elaborávamos um trabalho sobre mediunidade. Fomos tomados de
surpresa com a visão (somos clarividente) de uma cena fluídica
apresentada numa forma luminosa e radiante, numa tela (“viva”!)
em forma de nuvem cinematográfica a irradiar-se, expandir-se ou
fluir de nosso chacra gástrico ou plexo solar (segundo Barbara Ann
Brennan esta área é vinculada ao “corpo mental”), fornecendo-nos
ainda forte impressionabilidade fluidico-vibratória. Percebemos o
aspecto fluídico com uma constituição tão sólida, “palpável” (somos
também médium de efeitos físicos) que não tivemos qualquer
dúvida quanto a realidade do fenômeno. Pela impressionabilidade
do próprio fluido, registramos a origem de suas emanações: o
chacra emocional (segundo chacra, vinculado a segunda camada
aurica) do “corpo mental” (que passamos a denominar como quinto
chacra ou quinta camada aurica). Estas seriam, em realidade,
projeções do corpo mental, acima do duplo etérico (primeira
camada aurica) e do “corpo emocional” (segunda camada aurica).
Facultando-nos particularmente a confirmação da existência de
respectiva área do complexo sistema energético do ser espiritual. –
Em “Nosso Lar”, cap. O Sonho, psicografado por Francisco Candido
Xavier, André Luiz narra ter se recordado nitidamente de ter
deixado o corpo mais pesado (se ele ao desencarnar deixou para 2
trás o corpo físico e o corpo etérico, acreditamos que ele deveria
estar falando de um outro corpo perispiritual) ao seguir em uma
estrutura de corpo mais sutil ao encontro de sua genitora. Agora em
“Nos Domínios da Mediunidade”, cap. 11, Desdobramento em
serviço, psicografado por Francisco Cândido Xavier, André Luis
anota: Com o auxílio do supervisor, o médium foi convenientemente
exteriorizado. A princípio, seu perispírito ou ´corpo astral´ estava
revestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a
alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, em seu conjunto,
como sendo o `duplo etérico`, formado por emanações
neuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico e que, por isso
mesmo, não conseguem maior afastamento da organização
terrestre, destinando-se à desintegração, tanto quanto ocorre ao
instrumento carnal, por ocasião da morte renovadora. Para melhor
ajustar-se ao nosso ambiente, Castro devolveu essas energias ao
corpo inerte, garantindo assim o calor indispensável à colméia
celular e desembaraçando-se, tanto quanto possível para entrar no
serviço que o aguarda. Já está por demais claro, que temos outros
corpos espirituais, cabe-nos agora a chegar num consenso quanto
a classificação dos mesmos.
Pesquisadores e autores espíritas classificam como “perispírito”
todo o “conjunto multidimensional” de corpos energéticos, porém
sub divididos em vários outros corpos. Lembremos que André Luis
classificou o duplo etérico como um “conjunto” independente, que
ficou-se sabendo ser o corpo etérico, e nos deixando crer que existe
outras estruturas que formam esse mesmo conjunto (“os eflúvios
vitais conhecidos, `em seu conjunto`, como sendo o duplo etérico”),
localizada entre o corpo físico e o denominado “perispírito”, já que
nesta oportunidade ele não nos deixou informados sobre a
existência do corpo que se seguia ao molde etérico.
Para compreender melhor esses corpos, precisaríamos entender a
“função psicológica” dos chacras ou centros de força. Com posse
desses conhecimentos poderemos formular um melhor parecer
quanto a anatomia intima e a função de tais estruturas. Para tal,
ainda, teríamos primeiramente de compreender as irradiações
fluídicas (teor qualitativo) e suas origens. Ainda em “Nos Domínios
da Mediunidade”, cap. 11, André Luiz apresenta um desdobramento
que ocorre com o médium apresentando em sua configuração
exterior “tonalidades” azulada à direita e alaranjada à esquerda. 3
Então, qual seria a função desses fluidos coloridos e quais suas
funções psicológicas e operacionais no âmbito do serviço?
Em seu livro “Mediunidade”, pág. 178, Edgard Armond nos relata:
Nas curas materiais e nas operações mediúnicas, as cores,
veiculadas pelos fluidos oriundos da corrente magnética de base e
pelas vibrações dos seus componentes, saneiam o ambiente,
esterilizam o campo operatório e objetos de uso, estimulando ou
acalmando os agrupamentos celulares; e nas curas espirituais,
esses fluidos e vibrações coloridas da corrente neutralizam os
impulsos maléficos dos obsessores, concorrem a modificar idéias,
pensamentos e ulteriores, sentimentos, assegurando assim bons
resultados para os trabalhos de doutrinação. Este é o setor da
Cromoterapia...
Então, por qual motivo seria justificável não adentrássemos o
maravilhoso campo da cromoterapia espiritual e das funções psicoenergeticas das variadas tonalidades cromáticas que irradiam de
nossas estruturas intimas?
Bem, e para que os amigos leitores não fiquem curiosos com
relação a cena apresentada na tela fluídica, fora de uma época na
qual nos encontrávamos desencarnado, a proteger dois jovens
oficiais da cavalaria do Norte dos Estados Unidos da América (A
União), quando os mesmos passavam por momento de
constrangimento na Crosta, por força de lastimável assédio
obsessivo.
Atualmente, os jovens oficiais de outrora encontram-se
reencarnados em nossa família como queridos primos do coração,
e o infeliz obsessor de então também se nos ligou pelo elo familiar,
agora por força de laços de união afetiva, possibilitada pela Lei da
reencarnação. Atualmente, alguns dos espíritos tutelares que lhes
assistiam a época estão também reencarnados próximos no seio
familiar, assim como o comandante da tropa a que serviam, vitima
do transloucado assédio da entidade sofredora. Todos em busca
dos mesmos ideais: do perdão e do amor.
Assim, a existência de vários corpos espirituais, com característicos
particulares, faz crer que diferentes irradiações hão de expressar.
Sendo assim, a modalidade terapêutica deverá se ajustar às
necessidades do organismo ou energismo espiritual. 4
No entanto, outro momento podemos citar, mais uma vez como
forma de ilustração, quando em certa época percebemos
rapidamente durante uma interpretação (a nossa faculdade nos
permite visualizar imagens e ouvir os sons espirituais emitidos
durante as canções. Os registros espirituais das melodias. Também
somos clariaudiente.) algo da constituição ou área do “Chacra
Vocal” (que classificamos como oitávo nível aurico), porém como
não havia mais tempo para a inserção no trabalho que
realizávamos, optamos por não avançar nas análises. Apresentava
caráter belíssimo, como se sua constituição intima fosse realizada a
partir de notas de cintilante beleza, como se fosse um “corpo
musical” (ou mais apropriadamente um “corpo sonoro”). Nada de
místico, pura e simplesmente uma estrutura sonora formada de
implementos eletrônicos elaborados em energismo especifico no
decorrer da milenar existência do espírito (os arquivos do som!?).
De qualquer modo, anotamos aqui apenas nossa observação
pessoal e nada tem de definitivo.
Tomamos conhecimento que outros clarividentes, muitas vezes tem
observado curiosas e surpreendentes (como nossos irmãos
espiritualistas relatam) visões quando ao observarem partes
expostas do corpo, tais como rosto e mãos, vêem fluir por elas
fachos luminosos de estrelas, cubos, pirâmides e grande variedade
de outras figuras geométricas. Segundo eles, cada uma dessas
figuras afasta-se a pouca distancia do individuo e logo desaparece.
Apresentam-se elas em cor azul ametista (arroxeado).
O que vimos aconteceu vários meses antes de encontrarmos tais
informações. No caso das cores recordemos que sempre uma
energia inferior partirá de esferas ou vibrações inferiores. No mais,
nos parece algo de maravilhoso a se apresentar aos clarividentes
no que tange as estruturas intimas de nossa alma. O que nos
recomenda às análises de Albert Einstein, quando em sua Teoria
Especial fez uma ligação entre a Geometria e a Física.
Se não cairmos no maravilhoso, novas conquistas no campo do
espírito hão de se realizar.

Os corpos espirituais segundo autores.

O processo evolutivo do conhecimento espírita não para. Naturalmente em compreensão de cada época,as obras complementares, sobre tudo as da autoria de André Luiz, trouxeram mais iluminação acerca da especificação dos invólucros dos Espíritos.

André Luiz substitui o nome tradicional de perispírito por psicossoma ou corpo espiritual;
André Luiz afirma que o corpo mental é o envoltório sutil da mente;
André Luiz afirma também que o corpo vital ou duplo etérico é a duplicata energética que reveste o corpofísico do homem.

O Espírito André Luiz, estudando o Homem de acordo com o Espiritismo estabelece que ele é composto de:

- Corpo Fisico ou Soma;
- Duplo Etérico ou biossoma;
- Psicossoma;
- Corpo Mental;
- Espírito.

a) EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS CAP. 2 PÁG. 25 (1958)
O corpo mental, assinalado experimentalmente por diversos estudiosos, é o envoltório sutil da mente e que, por agora, não podemos definir com mais amplitude e conceituação, além daquela com que tem sido apresentado pelos pesquizadores encarnados, e isto por falta de terminologia adequada no dicionário terrestre.

b) E VOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS 1 ª PARTE - CAP. 17 PÁG. 128 (1958)

No homem, contudo, semelhante projeção surge profundamente enriquecida e modificada pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações do campo celular, lhe modelam, em derredor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo de algumas escolas espiritualistas, duplicata mais ou menos radiante da criatura.

c) NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE CAP. 11 PÁG. 99 (1955)
A princípio seu perispírito ou “corpo Astral” estava revestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, em seu conjunto, como sendo o “duplo etérico”, formado por emanações neuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico e que, por isso mesmo, não conseguem maior afastamento da organização terrestre, destinando-se à desintegração, tanto quanto ocorre ao instrumento carnal, por ocasião da morte renovadora.

d) NOSSO LAR - CAP. 36º - O SONHO
Recolhido ao quarto confortável e espaçoso, orei ao Senhor da Vida agradecendo-lhe a bênção de ter sido útil. A "proveitosa fadiga" dos que cumprem o dever não me deu ensejo a qualquer vigília desagradável. Daí a instantes, sensações de leveza invadiram-me a alma toda e tive a impressão de ser arrebatado em pequenino barco, rumando a regiões desconhecidas. Para onde me dirigia? Impossível responder. A meu lado, um homem silencioso sustinha o leme. E qual criança que não pode enumerar nem definir as belezas do caminho, deixava-me conduzir sem exclamações de qualquer natureza, extasiado embora com as magnificências da aisagem. Parecia-me que a embarcação seguia célere, não obstante os movimentos de ascensão.
Decorridos minutos, vi-me à frente de um porto maravilhoso, onde alguém me
chamou com especial carinho: - André!... André!...

Desembarquei com precipitação verdadeiramente infantil. Reconheceria aquela voz entre milhares. Num momento, abraçava minha mãe em transbordamentos de júbilo. Fui conduzido, então, por ela, a prodigioso bosque, onde as flores eram dotadas de singular propriedade de reter a luz, revelando a festa permanente do perfume e da cor. Tapetes dourados e luminosos estendiam-se, dessa maneira, sob as grandes árvores sussurrantes ao vento. Minhas impressões de felicidade e paz eram inexcedíveis.

O sonho não era propriamente qual se verifica na Terra. Eu sabia, perfeitamente, que deixara o veículo inferior no apartamento das Câmaras de Retificação, em "Nosso Lar", e tinha absoluta consciência daquela movimentação em plano diverso. Minhas noções de espaço e tempo eram exatas. A riqueza de emoções, por sua vez, afirmava-se cada vez mais intensa.


OS CORPOS ESPIRITUAIS NA VISÃO DE OUTROS OUTORES ESPÍRITAS
Jorge Andréa dos Santos, médico e também renomado escritor espírita, entende o homem composto de:

- Corpo físico.

- Duplo Etérico ou Corpo físico

- Perispírito ou Psicossoma

- Corpo mental

- Inconsciente atual

- Inconsciente passado ou Arcaico

- Inconsciente puro ou Espírito

FORÇAS SEXUAIS DA ALMA CAP. 1 PÁG. 32 e 36 (1996)
1) Ainda poderíamos acrescentar no esquema do psiquismo o corpo mental envolvendo o inconsciente atual.

2) Não poderíamos deixar de aventar as possibilidades da existência de um campo energético apropriado, entre o perispírito e o corpo físico, o duplo etérico.

Outros livros de autores diversos:

MEDICINA DA ALMA CAP. 4 PÁG. 43 (1998)No ser humano, o duplo etérico constitui a parte mais eterizada, ou menos grosseira, do corpo físico.


O PASSE ESPÍRITA CAP. 4 PÁG. 84 (1996)
O duplo etérico é, pois, um corpo fluídico, que se apresenta como uma duplicata energética do indivíduo, interpenetrando seu corpo físico, ao mesmo tempo em que parece dele emergir.


DA ALMA HUMANA CAP. 3 PÁG. 46 (1956)
O duplo etérico tem, pois, uma individualidade própria, característica, inconfundível, ainda que fazendo parte integrante do corpo físico ou somático

MAIS DEFINIÇÕES
1 – INCONSCIENTE PURO/CORPO DIVINO/CORPO ÁTMICO
- Espírito Essência ou Centelha Divina.
- Eu Cósmico.

2 – INCONSCIENTE PASSADO OU ARCÁICO/CORPO BÚDICO
- Onde está gravado a energia mental dos dados relativos a nossa evolução (é como fosse um disquete onde estão gravados arquivos e que para acessá-lo é necessário um computador, este seria o espírito).

3 – INCONSCIENTE ATUAL/CORPO NIRVÂNICO/MENTAL SUPERIOR
- Este é o corpo onde estão latentes as energias criadas pela nossa sentimento, emoções, vontade, desejos, força, imaginação, determinação.

4 – CORPO MENTAL/MENTAL INFERIOR
- Este é o corpo onde somatizam-se as impressões oriundas dos nossos pensamentos (Inteligência, mentalidade, reflexão, raciocínio, associação de idéias, percepção).
5 – PSICOSSOMA/CORPO ESPIRITUAL/PERISPÍRITO/CORPO ASTRAL
- Este é o corpo onde estão as energias ativas criadas pelos nossos sentimentos, paixões, emoções e vícios.
- Ele é também o MOB (modelo organizador biológico – modelador do corpo físico).

6 - DUPLO ETÉRICO
- Campo energético apropriado entre o Perispírito e o Corpo Físico, é semi-material, formado duma matéria mais grosseira que o Perispírito e mais sútil que o Corpo Físico.
- Este é o corpo onde as energias são distribuídas do espiritual para o físico e vice-versa, é
considerado o mantenedor energético, uma verdadeira usina de energia. Distribui as energias
vitalizantes pelo corpo físico. Por isso também é chamado de Corpo da Vitalidade
- É por onde as energias espirituais "condensam" em direção ao corpo.
- É uma espécie de capa fina, sobre a pele, de matéria etérica que forma o magnetismo humano.

7 – CORPO FÍSICO
– Suporte material do espírito encarnado.
– Meio de que ele dispõe para atuar na matéria.
– Nele somatizam-se os impulsos positivos ou negativos oriundos dos demais corpos, em forma de vitalidade ou doenças, desajustes ou desarmonias.
– Nele também somatizam-se as impressões oriundas das personalizadas que vivemos encarnações anteriores, que hoje se encontram latentes mas existentes em nosso animismo.


http://www.scribd.com/doc/1084701/08-Os-Corpos-Espirituais-e-o-Perispirito-VersaoJan08


Carlos de Brito Imbassahy, engenheiro e Professor de Física aposentado,
articulista e escritor de vários livros.

a) Aura é um conceito que
envolve uma série de definições, contudo, a que nos interessa diretamente é
aquela que corresponde às radiações energéticas de nosso organismo ou corpo
somático, devido às energias celulares, ditas orgânicas. Essas energias são
geradas pelas cargas iônicas que existem em nosso organismo, principalmente pelo
cloro (Cl-) e pelo potássio (K+), além de outros radicais químicos. Também temos
as energias de campo geradas pelo movimento celular interno. O corpo animal,
portanto, é um gerador de energia e, como no caso dos condutores elétricos
(efeito corona), cria um campo em torno de si que impressiona determinadas
câmeras fotográficas, dando certo contraste luminoso.

A esta figura
assim obtida é que se dá o nome de aura humana. Ocorre, todavia, que esse mesmo
efeito captado pelas ditas câmeras fotográficas também é visto em outros
elementos, até mesmo em folhas de vegetais e num pequeno grão de monazita.

b) Perispírito - Segundo Allan Kardec é o envoltório do espírito que tem
por finalidade precípua ligá-lo ao domínio material, principalmente como campo
estruturador dos corpos somáticos para que neles se manifeste a vida espiritual
do encarnante.

c) Duplo etérico - considerando que uma pessoa viva
possui um campo energético somatíco provocado pelas energias orgânicas e um
campo psico-energético provocado pela presença do perispírito durante o processo
encarnatório, os dois juntos vão se acoplar formando o que vulgarmente se
conhece como duplo.

d) Modelo Organizador Biológico (MOB) - Nada mais é
do que o perispírito atuante, durante o processo encarnatório, com suas
propriedades de moldar o corpo para as necessidades da vida que deva levar a
pessoa. A expressão foi usada com muita propriedade pelo Dr. Hernani G. Andrade.

e) Corpo Mental - Deve ser algum conceito que fuja aos conhecimentos
científicos. Não conheço. Não há referências de Kardec.
http://www.omensageiro.com.br/entrevistas/entrevista-54.htm


CORPO MENTAL

Denominação dada pelo médico e pesquisador francês, Hyppolite Baraduc, quando através de suas pesquisas com máquina fotográfica sensível, conseguiu isolar e fotografar uma estrutura luminosa que envolvia o cérebro da pessoa fotografada .

A respeito do mesmo Allan Kardec não se pronunciou, entretanto, o Espírito de André Luiz, por vezes, em suas obras, manifesta-se a respeito, com as seguintes palavras: “o corpo mental é o envoltório sutil da mente e que, por agora, não podemos definir com mais amplitude de conceituação, além daquela com que tem sido apresentado pelos pesquisadores encarnados, e isto por falta de terminologia adequada no dicionário terrestre” .

O consagrado médium e tribuno, Divaldo Pereira Franco, no livro Mediunidade - Encontro com Divaldo - fala a respeito do Corpo Mental, onde afirma que “outras doutrinas, como o Budismo, a Teosofia, o Esoterismo, estabeleceram que teríamos sete corpos superpostos ao Espírito, entretanto, Allan Kardec, optou por uma tríade, por ser mais compacta, mais complexa, mas não podemos negar que existam o chamado Corpo Mental, que está naturalmente aderido ao Perispírito”.


http://www.feal.com.br/colunistas.php?art_id=11&col_id=9

Corpos espirituais - Scrib

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