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Estudando o Espiritismo
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domingo, 27 de outubro de 2013
Pensando Sobre A Deficiência - A Raiz da Cegueira Social....
Pensando Sobre A Deficiência - A Raiz da Cegueira Social....
Rinaldo Correr
O homem é um animal muito inteligente. Nós ampliamos, ao longo de um curto período evolutivo, todas as nossas potencialidades. Nossa inteligência nos torna imbatíveis em qualquer lugar e diante de qualquer força viva. Olhemos para a nossa sociedade e para a nossa história: um complexo, emaranhado e fascinante conjunto de possibilidades é o reflexo da pessoa humana. Cada um de nós é o espelho da singularidade, da diferença. Hoje, mais do que algumas décadas atrás, fala-se muito em eficiência, estar “plugado”, ser dinâmico, estar na moda... O homem está entre duas situações de julgamento pelos seus semelhantes. Por um lado, teme e evita o anonimato, o ser um “ninguém”, um zero à esquerda”, aquele que ninguém percebe a presença ou a ausência. Por outro lado, todos tem medo de serem criticados pela roupa que está vestindo, por aquilo que faz, pela pessoa que está acompanhando e por mil outras coisas que povoam nossos pensamentos.
Ter uma deficiência neste nosso mundo é um fardo muito pesado, pois coloca a pessoa com algum tipo de dificuldade, congênita ou adquirida, automaticamente no rol das pessoas indesejáveis. Indesejáveis para a amizade, para o trabalho, para a família, para si próprio. Antes mesmo de sabermos o nome ou arriscar conhecer um pouco da pessoa com deficiência, uma parede espessa magicamente se levanta entre nós e o outro. Esta escuridão que nos cega responde pelo nome de preconceito. O pior de tudo é nos cega da pior forma, em todos os sentidos, principalmente na capacidade de amar, apreciar, acreditar... Nos torna imunes aos fatos, quando estes insistem em revelar que, como qualquer pessoa, temos fraquezas e valores. Algumas teorias insistem na justificação das nossas atitudes excludentes e discriminatórias, dizendo que rejeitamos o “corpo danificado”, que temos medo daquele que é essencialmente diferente, em que a diferença está “na cara” ou na imprevisibilidade dos comportamentos. Ora, a pergunta ressoa em meus ouvidos: Será que o homem que construiu sua própria imagem e que determina com inteligência sua complexa natureza, uma verdadeira “metamorfose ambulante”, não consegue tornar obsoletos essas determinações.
Talvez os construtores da verdade (que a inventam e a mantém) queiram continuar com os mesmos ideais de homem - belo, forte e feliz - que se escondem atrás daquilo que deve ser consumido, principalmente aquilo mais caro, disponíveis virtualmente pelos que possuem riqueza, e que se sustentam no desejo que não se realiza nunca...
Eu sou incorrigível na crença de que a chave da construção de uma sociedade justa está nas nossas mãos. Podemos nos libertar dos fantasmas do passado e celebrar a diversidade e a maravilhosa aventura que é viver.
Para a cura da cegueira social é preciso duvidar das certezas e desvelar o homem que está escondido debaixo do homem. Não custa tentar.
Rinaldo Correr
Psicólogo, Mestre em educação, Doutorando em Psicologia Social - USP, Diretor da ABEP e Professor da Universidade do Sagrado Coração - Bauru/SP.
Contato e-mail: rcorrer@uol.com.br
Rinaldo Correr
O homem é um animal muito inteligente. Nós ampliamos, ao longo de um curto período evolutivo, todas as nossas potencialidades. Nossa inteligência nos torna imbatíveis em qualquer lugar e diante de qualquer força viva. Olhemos para a nossa sociedade e para a nossa história: um complexo, emaranhado e fascinante conjunto de possibilidades é o reflexo da pessoa humana. Cada um de nós é o espelho da singularidade, da diferença. Hoje, mais do que algumas décadas atrás, fala-se muito em eficiência, estar “plugado”, ser dinâmico, estar na moda... O homem está entre duas situações de julgamento pelos seus semelhantes. Por um lado, teme e evita o anonimato, o ser um “ninguém”, um zero à esquerda”, aquele que ninguém percebe a presença ou a ausência. Por outro lado, todos tem medo de serem criticados pela roupa que está vestindo, por aquilo que faz, pela pessoa que está acompanhando e por mil outras coisas que povoam nossos pensamentos.
Ter uma deficiência neste nosso mundo é um fardo muito pesado, pois coloca a pessoa com algum tipo de dificuldade, congênita ou adquirida, automaticamente no rol das pessoas indesejáveis. Indesejáveis para a amizade, para o trabalho, para a família, para si próprio. Antes mesmo de sabermos o nome ou arriscar conhecer um pouco da pessoa com deficiência, uma parede espessa magicamente se levanta entre nós e o outro. Esta escuridão que nos cega responde pelo nome de preconceito. O pior de tudo é nos cega da pior forma, em todos os sentidos, principalmente na capacidade de amar, apreciar, acreditar... Nos torna imunes aos fatos, quando estes insistem em revelar que, como qualquer pessoa, temos fraquezas e valores. Algumas teorias insistem na justificação das nossas atitudes excludentes e discriminatórias, dizendo que rejeitamos o “corpo danificado”, que temos medo daquele que é essencialmente diferente, em que a diferença está “na cara” ou na imprevisibilidade dos comportamentos. Ora, a pergunta ressoa em meus ouvidos: Será que o homem que construiu sua própria imagem e que determina com inteligência sua complexa natureza, uma verdadeira “metamorfose ambulante”, não consegue tornar obsoletos essas determinações.
Talvez os construtores da verdade (que a inventam e a mantém) queiram continuar com os mesmos ideais de homem - belo, forte e feliz - que se escondem atrás daquilo que deve ser consumido, principalmente aquilo mais caro, disponíveis virtualmente pelos que possuem riqueza, e que se sustentam no desejo que não se realiza nunca...
Eu sou incorrigível na crença de que a chave da construção de uma sociedade justa está nas nossas mãos. Podemos nos libertar dos fantasmas do passado e celebrar a diversidade e a maravilhosa aventura que é viver.
Para a cura da cegueira social é preciso duvidar das certezas e desvelar o homem que está escondido debaixo do homem. Não custa tentar.
Rinaldo Correr
Psicólogo, Mestre em educação, Doutorando em Psicologia Social - USP, Diretor da ABEP e Professor da Universidade do Sagrado Coração - Bauru/SP.
Contato e-mail: rcorrer@uol.com.br
sábado, 26 de outubro de 2013
A Cegueira Espiritual
Autor: Alcioli Santos
A CEGUEIRA ESPIRITUAL
Tantas pessoas cegas que vivem em nosso meio precisando na maioria das vezes de um guia, sem falar nas que usam óculos com problemas sérios de visão. Existem muitos problemas de visão, desde uma simples miopia, até casos complicados como glaucoma, que se não cuidar devidamente pode levar a cegueira total.
Porém, o que mais nos deixa triste é a capacidade de não enxergarmos a nossa própria cegueira espiritual, onde estamos o tempo todo convivendo com as pessoas e não temos a mínima sensibilidade de ver que a nossa responsabilidade para com todos está acima de nossas próprias necessidades.
A cegueira social é um comportamento que temos que mudar, porque a responsabilidade social é um tributo de todos que vive em sociedade. Transferimos responsabilidades para os governos, mas esquecemos que além do papel que o governo tem de prover recursos sociais para ajudar as pessoas, temos também, que colaborar com nossa parte. Mesmo que o governo pudesse suprir todas as necessidades materiais do povo, a espiritual seria uma tarefa de difícil acesso, porque calor humano, amor, amizade, carinho, atenção são comportamentos de sensibilidade interior e nem todos, na maioria das vezes, tem esse dom para com os seus semelhantes.
Nós espíritas realizamos trabalhos, dito caridoso por nós, mas que não passa em alguns casos de tarefa social simplesmente. Vivenciamos experiências de visitar o Hospital da Mirueira (Instituição de Hansenianos), levando objetos de uso pessoal e, muitas vezes, escutamos dos próprios internos que suas maiores carências estavam não nos presentes que levamos para eles, mas na visita e nas conversas que podíamos ter naquele momento. As suas necessidades estavam simplesmente na atenção de ouvi-los, de um abraço de carinho, de cuidado, um gesto de amor, esse sim é a energia maior que move o interior de todos nós, eternos carentes que somos.
A cegueira social não deixa que enxerguemos os problemas humanos, resultado da falta de políticas pública e, acima de tudo, a nossa falta de visão para com o outro. Estamos pagando um preço muito alto. As crianças cada vez mais marginalizadas, os velhos abandonados, a prostituição infantil, a violência urbana, tudo isso batendo a nossa porta, nos tornando impotente e reféns de nós mesmos.
Por incrível que pareça é que nós espíritas, na sua grande maioria, achamos que as nossas tarefas nos Centros Espíritas encerram nossas responsabilidades com a sociedade. Muitas vezes, estamos envolvidos com as tarefas de campanhas do quilo, distribuição de sopas, aplicando passes, fluidificando água e somos mansos e cordiais para com aqueles que adentram a Casa e pronto, fez-se a nossa parte. Mas será que somos espíritas em toda parte? Será que enxergamos aqueles que não estão nos Centros? Será que enxergamos aqueles que estão em nossa própria casa? Queremos muitas vezes educar os outros e esquecemos-nos de nossa família. A carência de nossa esposa, esposo, filhos, enfim aqueles que Deus nos confiou, esses sim, são as nossas primeiras responsabilidades. As famílias estão diretamente ligadas com a sociedade, pois, é através das famílias que se forma uma sociedade; a família é à base do social, uma instituição cada vez mais falida e pobre de amor.
Apesar de sermos espíritas, ainda não temos a capacidade de enxergamos o outro nas suas reais necessidades, achando que as paredes dos Centros Espíritas é o verdadeiro trabalho. O trabalho de Jesus está além dos Centros Espíritas, o trabalho do Cristo não tem denominação, raça, cor. O que o Cristo quer é universalidade de pensamentos, atitudes e hábitos voltados para o amor ao próximo quando ele próprio disse: daí ao outro o que queres para ti.
As Casas Espíritas e nós espíritas ainda não acordamos para a postura cidadã que existe no ser humano, o nosso papel social que devemos exercer. Não pregamos o compromisso social, nem político nas Casas Espíritas. Ser cristão é ser cidadão. Ser cidadão é está envolvido com causas sociais, porque fazemos parte de uma sociedade que está sendo manipulada e está órfã de esclarecimento. A Doutrina Espírita está aí junto com as Casas Espíritas para esclarecer as pessoas que nos procuram.
A filosofia espírita, não se deve esquecer, é de cunho social; sendo de cunho social, temos obrigação moral para está envolvido e influenciando a sociedade em todos os lugares que estivermos baseados na sua Codificação.
Jesus foi um dos maiores lutadores dos direitos sociais, lutou muito e ainda luta para que os direitos sejam iguais em justiça social, para que nós, que fazemos parte de uma sociedade, no futuro, vivamos em paz.
Em “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec destaca uma nota no Capitulo VII – Lei de Sociedade, na pergunta 768, ele diz: “Nenhum homem tem as faculdades completas. Pela união social, eles se completam uns pelos outros para assegurar seu bem-estar e progredir. Por isso, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados”.
Que a nossa cegueira espiritual possa aos poucos poder enxergar o óbvio, que é a interação social começando pelas Casas Espíritas e se expandindo para fora, para o seio da sociedade. Devemos lembrar sempre, que a Doutrina dos Espíritos veio para transformar o homem e, conseqüentemente, a sociedade em qual vivemos. ▲
Não basta ver
Não basta ver
"E logo viu, e o foi seguindo, glorificando a Deus. E todo o povo, vendo
isto, dava louvores a Deus.” - (LUCAS, 18:43.)
A atitude do cego de Jericó representa padrão elevado a todo discípulo sincero do Evangelho.
O enfermo de boa-vontade procura primeiramente o Mestre, diante da multidão. Em seguida à cura, acompanha Jesus, glorificando a Deus. E todo o povo, observando o benefício, a gratidão e a fidelidade reunidos, volta-se para a confiança no Divino Poder.
A maioria dos necessitados, porém, assume posição muito diversa. Quase todos os doentes reclamam a atuação do Cristo, exigindo que a dádiva desça aos caprichos perniciosos que lhes são peculiares, sem qualquer esforço para elevação de si mesmos à bênção do Mestre.
Raros procuram o Cristo à luz meridiana; e, de quantos lhe recebem os dons, raríssimos são os que lhe seguem os passos no mundo.
Daí procede a ausência da legitima glorificação a Deus e a cura incompleta da cegueira que os obscurecia, antes do primeiro contacto com a fé.
Em razão disso, a Terra está repleta dos que crêem e descrêem, estudam e não aprendem, esperam e desesperam, ensinam e não sabem, confiam e duvidam.
Aquele que recebe dádivas pode ser somente beneficiário. O que, porém, recebe o favor e agradece-o, vendo a luz e seguindo-a, será redimido.
É óbvio que o mundo inteiro reclama visão com o Cristo, mas não basta ver simplesmente; os que se circunscrevem ao ato de enxergar podem ser bons narradores, excelentes estatísticos, entretanto, para ver e glorificar o Senhor é indispensável marchar nas pegadas do Cristo, escalando, com Ele, a montanha do trabalho e do testemunho.
Mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier, constante do livro Vinha de Luz, de 1951, publicado pelo Federação Espírita Brasileira.
"E logo viu, e o foi seguindo, glorificando a Deus. E todo o povo, vendo
isto, dava louvores a Deus.” - (LUCAS, 18:43.)
A atitude do cego de Jericó representa padrão elevado a todo discípulo sincero do Evangelho.
O enfermo de boa-vontade procura primeiramente o Mestre, diante da multidão. Em seguida à cura, acompanha Jesus, glorificando a Deus. E todo o povo, observando o benefício, a gratidão e a fidelidade reunidos, volta-se para a confiança no Divino Poder.
A maioria dos necessitados, porém, assume posição muito diversa. Quase todos os doentes reclamam a atuação do Cristo, exigindo que a dádiva desça aos caprichos perniciosos que lhes são peculiares, sem qualquer esforço para elevação de si mesmos à bênção do Mestre.
Raros procuram o Cristo à luz meridiana; e, de quantos lhe recebem os dons, raríssimos são os que lhe seguem os passos no mundo.
Daí procede a ausência da legitima glorificação a Deus e a cura incompleta da cegueira que os obscurecia, antes do primeiro contacto com a fé.
Em razão disso, a Terra está repleta dos que crêem e descrêem, estudam e não aprendem, esperam e desesperam, ensinam e não sabem, confiam e duvidam.
Aquele que recebe dádivas pode ser somente beneficiário. O que, porém, recebe o favor e agradece-o, vendo a luz e seguindo-a, será redimido.
É óbvio que o mundo inteiro reclama visão com o Cristo, mas não basta ver simplesmente; os que se circunscrevem ao ato de enxergar podem ser bons narradores, excelentes estatísticos, entretanto, para ver e glorificar o Senhor é indispensável marchar nas pegadas do Cristo, escalando, com Ele, a montanha do trabalho e do testemunho.
Mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier, constante do livro Vinha de Luz, de 1951, publicado pelo Federação Espírita Brasileira.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz
16 DE AGOSTO DE 2013 BY CLAIRE DUMAS
Essa lista é uma tradução, o texto original e em inglês é do World Observer Online
1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo
Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim?
2. Desista da sua necessidade de controle
Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.
“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu
3. Pare de culpar os outros
Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.
4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas
Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.
“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle
5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!
“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle
6. Pare de reclamar
Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.
7. Esqueça o luxo de criticar
Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.
8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros
Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.
9. Abra mão da sua resistência à mudança
Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.
“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell
10. Esqueça os rótulos
Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.
“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer
11. Abandone os seus medos
Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.
“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt
12. Desista de suas desculpas
Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.
13. Deixe o passado no passado
Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.
14. Desapegue do apego
Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.
15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas
Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.
Fonte: Guia Ingresse
Essa lista é uma tradução, o texto original e em inglês é do World Observer Online
1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo
Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim?
2. Desista da sua necessidade de controle
Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.
“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu
3. Pare de culpar os outros
Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.
4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas
Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.
“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle
5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!
“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle
6. Pare de reclamar
Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.
7. Esqueça o luxo de criticar
Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.
8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros
Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.
9. Abra mão da sua resistência à mudança
Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.
“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell
10. Esqueça os rótulos
Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.
“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer
11. Abandone os seus medos
Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.
“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt
12. Desista de suas desculpas
Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.
13. Deixe o passado no passado
Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.
14. Desapegue do apego
Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.
15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas
Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.
Fonte: Guia Ingresse
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
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