Estudando o Espiritismo

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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

AS TRÊS PRINCIPAIS ILUSÕES EMBASADAS NAS IDEIAS ESPÍRITAS e os 3 preventivos

Por Wanderley Oliveira - Facebook

Falar de três ilusões alicerçadas nas ideias espíritas é espremer o raciocínio. São tantas que condensar em três me obriga a ter um critério. O meu critério vai ser inspirado nas informações mediúnicas que tenho recebido, a respeito de como boa parcela (NÃO TODOS) dos espíritas têm chegado no mundo espiritual. A partir dos três principais equívocos, vou escrever sobre as três principais ilusões. Entretanto, quero deixar claro que o termo PRINCIPAIS é muito relativo, ok? Na enquete que fiz ontem sobre o assunto, muitos colocaram algo sobre o que vou dizer e tudo que vocês colocaram tem muita propriedade, está muito coerente.
Então vamos relacionar as três principais ilusões com base nos três principais problemas que, boa parte dos espíritas, estão tendo ao desencarnar:
1ª ILUSÃO - confundir conhecimento espírita (cultura doutrinária) com elevação espiritual. Muito saber e pouca atitude renovada em função de não saber como trazer esse conhecimento da cabeça para o coração, e superar a vaidade, a soberba e a mais arrasadora doença dos religiosos: a arrogância.
2ª ILUSÃO - restringir o conceito de caridade a doações de solidariedade e participação em obras de assistência social, afastando-se do conceito de caridade onde ela é terapêutica, verdadeira e educativa: nos relacionamentos. Em função disso, adota uma visão de seus relacionamentos como problemas carmicos e vive uma vida miserável com as pessoas que tem afeto, supondo com essa atitude resgatar dívidas de outras vidas.
3ª ILUSÃO - excessiva valorização do “pensamento mágico” (termo da psicologia) que levam muitos a viver com um repertório infantil de ideias a respeito da vida, das pessoas e do mundo, bem distante da realidade. O efeito disso é a criação de um estado íntimo de desgosto com o mundo físico e a transferência de todas as esperanças de felicidade para o mundo espiritual. Além disso, é alguém que não assume responsabilidade sobre o que sente e pensa, adotando os obsessores como causa e explicação para todos os seus problemas existenciais.

OS TRÊS PREVENTIVOS PARA AS TRÊS PRINCIPAIS ILUSÕES ESPÍRITAS.

1º PREVENTIVO – o conhecimento espírita que têm trazido ilusão é aquele que entope a mente de informações e não nos permite usá-lo em favor da construção da paz pessoal. O preventivo contra essa soberba intelectual é o conhecimento focado em educação emocional, no qual, além de ideias espíritas sobre o mundo, construímos uma base de saber sobre si mesmo. Esse é o conhecimento que liberta.
2º PREVENTIVO – investir em um trabalho terapêutico que permita a melhoria da relação que temos conosco. Os problemas de relacionamentos com os outros são apenas um reflexo da forma como lidamos com o nosso sombrio pessoal. Caridade é na relação humana, porque ela educa o comportamento e desenvolve nossas qualidades morais.
3º PREVENTIVO – quem faz o que está proposto no item anterior amadurece o suficiente, para ter um nível de autoresponsabilidade com o que sente e com o que faz, a tal ponto que sente-se muito bem e lida muito bem com suas falhas e frustrações. E quem se assume adora a Terra, adora a sua reencarnação, adora viver e vive se prevenindo para ter uma vida mais longa e feliz.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Acusações e Acusadores

Acusações e Acusadores

Quando o estudante da Boa Nova se adentrou pela senda luminosa do esclarecimento renovador, sentiu-se dominado por ignota emoção, permitindo-se arrastar por aspirações superiores, planejando programas abençoados a favor da própria paz e em volta dos passos que pretendia imprimir pela rota.
Tudo sorriam flores, ofertando largas dádivas de alegrias: amigos gentis, esclarecedores, de segura aparência interior, como se se encontrassem realmente forjados nos altos fornos do sofrimento e da abnegação; tarefas múltiplas favoráveis, em clima de fraternidade convidativa; oportunidades felizes de exercitar as lições vivas do Mestre no convívio comunitário...
Entusiasmo singular dominou-o com as mais agradáveis impressões que se convertiam em convites à doação total.
Legitimamente concitado à construção dos postulados formosos no dia-adia das lutas, envidou esforços e entregou-se ao labor.
A princípio, incipiente, era dirigido pelos companheiros mais experimentados, desconhecendo a escolha de serviços e a todos se entregando com alto espírito de abnegação.
Passou a despertar interêsse e granjeou simpatias, inspirando respeito A ociosidade que estava à espreita, vigilante, bradou por uma bôca malsã: "Tudo no comêço é fácil. Vejamos daqui a alguns anos".
Não obstante a decepção sofrida, o candidato ao bem afervorou-se mais e insistiu na realização dos serviços nobres.
A maledicência que lhe seguia os passos, almejando ensejo, não aguardou mais tempo e blasonou:
"Parece o dono da Casa, e apenas chegou ontem. Presunçoso e fingido, dará o golpe, quando menos se espere".
O estudante da lição evangélica anotou o apontamento soez e, embora sofrendo, superou os próprios melindres, laborando Infatigável.
A inveja que lhe não perdoava a ação elevada, surpreendeu-o através dos companheiros de trabalho e destilou veneno: "Interesseiro e falso que é. Será que pretende tomar todo o trabalho nas suas mãos? Não pergunta nada a ninguém e crê-se auto-suficiente. Merece desprezo e expulsão antes que seja tarde demais".
O servidor da gleba, coração ralado, asfixiou as lágrimas e, orando pelos ofensores, prosseguiu confiante.
A viciação segura das vitórias incessantes a que se acostumara nas continuas investidas à fraqueza humana, fez cerrado sitio e requisitou a seu serviço a sensualidade, que após os primeiros cometimentos foi rechaçada.
Ferida no brio, convocou a vaidade que envolveu o lidador no incenso da palavra vã, esparzindo os fluídos do egoísmo em forma de ardilosas insinuações que redundaram Inoperantes. O suborno pelo dinheiro foi, então, estimulado, e como não conseguisse desligar da órbita dos deveres o discípulo afervorado, êste, com os recursos de que dispunha, passou a engendrar dificuldades, multiplicando óbices e malquerenças onde medrava o despeito e campeava a disputa das cogitações inferiores.
Embrulhado, todavia, nas vibrações da prece, o seareiro da luz insistiu no serviço edificante, apesar da dor que o trespassava interiormente.
Nesse ínterim, porém, a calúnia resolveu comparecer ao campo das ações variadas, e, afrontosa, se impôs o compromisso de cravar as garras nas carnes da alma do operário incansável, O ácido da acusação indébita, produzindo a impiedade, desvelou os inimigos que jaziam ocultos e o fel do descrédito cobriu-lhe as pegadas; o enfado antecipou-lhe o avanço e malquerença, abraçada à ignorância, armou áspera e alta muralha; todavia, cansado e humilhado, o servo do Cristo se negou saltá-la, deixando-se abater, então, pelos ardis da calúnia habilmente manejada pelas mãos da mentira que, confundindo os frívolos e os vãos, estabeleceu primado, transformando o antes verde campo de esperança em caos de dor e reduto de animalidade...
*
Entrega-te a Deus, Nosso Pai, e deixa-te conduzir por Ele docilmente, confiantemente, até o momento da tua libertação...
Eles, também, os teus acusadores experimentarão em breve o trânsito para a própria libertação. Perdoa-os, e insiste no bem, haja o que haja, certo de que Jesus, a Quem amas, continuará com êles, mas contigo também.
*
"Não te envolvas na questão dêste Justo". Mateus: capítulo 27º, versículo 19.
*
"O Senhor apôs o seu sêlo em todos os que nêle crêem. O Cristo vos disse que com a fé se transportam montanhas e eu vos digo que aquêle que sofre, e tem a fé por amparo, ficará sob a sua égide e não mais sofrerá. Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo 5º - Item 19 parágrafo 4.
FRANCO, Divaldo Pereira. Florações Evangélicas. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL.

Intrigas e acusações


Quanto possível, abstém-te de assuntos infelizes.
Muitas vezes, quem te fala contra os outros pode trazer a imaginação doente ou superexcitada.
Quando alguém, porventura, se te faça veículo de alguma intriga,
tanto é digna de compaixão a pessoa que te trouxe essa bomba verbal, quanto a outra que a teria criado.
Uma frase mal ouvida será sempre uma frase mal interpretada.
A criatura que se precipita em julgamentos errôneos, a teu respeito,
talvez seja vítima de lastimável engano.
Muitas pessoas de hábitos cristalizados em comentários descaridosos,
em torno da vida alheia, estão a caminho de tratamentos médicos,
dos mais graves.
Se tens a consciência tranquila, opiniões negativas não te alcançam.
Diante de críticas recebidas, observa até que ponto são verídicas e aceitáveis, para que venhamos a retificar em nós aquilo que
nos desagrada nos outros.
Conhecendo algum desiquilíbrio em andamento, auxilia em silêncio naquilo em que possas cooperar sem alarde, sem referir a ninguém, quanto ao esforço de reajuste que seja capaz de desenvolver.
Compadece-te dos acusadores e ora em favor deles, rogando a Deus para que sejam favorecidos com a benção de paz que desejamos para nós.

Emmanuel

Reflexões sobre a calúnia

Reflexões sobre a calúnia

Ninguém passa pela jornada terrestre sem experimentar o cerco da ignorância e da imperfeição humana.



Considerado como planeta-escola, o mundo físico é abençoado reduto de aprendizagem, no qual são exercitados os valores que dignificam, em detrimento das heranças ancestrais que assinalam o passado de todas as criaturas, no seu penoso processo de aquisição da consciência.



Herdando as experiências transatas nos seus conteúdos bons e maus, por um largo período predominam aqueles de natureza primitiva, por estarem mais fixados nos painéis dos hábitos morais, mantendo os instintos agressivos-defensivos que se vão transformando em emoções, prioritamente egoicas, em contínuos conflitos com o Si-mesmo e com todos aqueles que fazem parte do grupo social onde se movimentam. Inevitalmente, as imposições inferiores são muito mais fortes do que aquelas que proporcionam a ascensão espiritual, liberando o orgulho, a inveja, o ressentimento, a agressividade, o despotismo, a perseguição, a mentira, a calúnia e outros perversos comportamentos que defluem do ego atormentado.



Toda vez, quando o indivíduo se sente ameaçado na sua fortaleza de egotismo pelos valores dignificantes do próximo, é dominado pela inveja e investe furibundo, atacando aquele que supõe seu adversário.



Porque ainda se compraz na situação deplorável em que se estorcega, não deseja permitir que outros rompam as barreiras que imobilizam as emoções dignas e os esforços de desenvolvimento espiritual, assacando calúnias contra o inimigo, gerando dificuldades ao seu trabalho, criando desentendimentos em sua volta, produzindo campanhas difamatórias, em mecanismos de preservação da própria inferioridade.



Recusando-se, consciente ou inconscientemente, a crescer e igualar-se àqueles que estão conquistando os tesouros do discernimento, da verdade, do bem, transforma-se, na ociosidade mental e moral em que permanece, em seu cruel perseguidor, não lhe dando trégua e retroalimentando-se com a própria insânia.



Torna-se revel e não aceita esclarecimento, não admitindo que outrem se encontre em melhor situação emocional do que ele, que se autovaloriza e se autopromove, comprazendo-se em persegui-lo e em malsiná-lo.



Ninguém consegue realizar algo de enobrecido e dignificante na Terra sem sofrer-lhe a sanha, liberando a inveja e o ciúme que experimenta quando confrontado com as pessoas ricas de amor e de bondade, de conhecimentos e de realizações edificantes.



A calúnia é a arma poderosa de que se utilizam esses enfermos da alma, que a esgrimem de maneira covarde para tisnar a reputação do seu próximo, a quem não conseguem equiparar-se, optando pelo seu rebaixamento, quando seria muito mais fácil a própria ascensão no rumo da felicidade.



A calúnia, desse modo, é instrumento perverso que a crueldade dissemina com um sorriso e certo ar de vitória, valendo-se das imperfeições de outros cômpares que a ampliam, sombreando a estrada dos conquistadores do futuro.



Nada obstante, a calúnia é também uma névoa que o sol da verdade dilui, não conseguindo ir além da sombra que dificulta a marcha e das acusações aleivosas que afligem a quem lhe ofereça consideração e perca tempo em contestá-la.



* * *



Nunca te permitas afligir, quando tomes conhecimento das acusações mentirosas que se divulgam a teu respeito, assim como de tudo quanto fazes.



Evita envenenar-te com os seus conteúdos doentios, não reservando espaço mental ou emocional para que se te fixem, levando-te a reflexões e análises que atormentam pela sua injustiça e maldade.



Se alguém tem algo contra ti, que se te acerque e exponha, caso seja honesto.



Se cometeste algum erro ou equívoco que te coloque em situação penosa e outrem o percebe, sendo uma pessoa digna, que se dirija diretamente a ti, solicitando esclarecimentos ou oferecendo ajuda, a fim de que demonstre a lisura do seu comportamento.



Se ages de maneira incorreta em relação a outrem e esse experimenta mal-estar e desagrado, tratando-se de alguém responsável, que te procure e mantenha um diálogo esclarecedor.



Quando, porém, surgem na imprensa ou nas correspondências, nas comunicações verbais ou nos veículos da mídia, acusações graves contra ti,sem que antes haja havido a possibilidade de um esclarecimento de tua parte, permanece tranquilo, porque esse adversário não deseja informações cabíveis, mas mantém o interesse subalterno de projetar a própria imagem, utilizando-se de ti...



Quando consultado pelos iracundos donos da verdade e policiais da conduta alheia com a arrogância com que se comportam, exigindo-te defesas e testemunhos, não lhes dês importância, porque o valor que se atribuem, somente eles mesmos se permitem...



Não vives a soldo de ninguém e o teu é o trabalho de iluminação de consciências, de desenvolvimento intelecto-moral, de fraternidade e de amor em nome de Jesus, não te encontrando sob o comando de quem quer que seja. Em razão disso, faculta-te a liberdade de agir e de pensar conforme te aprouver, sem solicitar licença ou permissão de outrem.



Desde que o teu labor não agride a sociedade, não fere a ninguém, antes, pelo contrário, é de socorro a todos quantos padecem carência, continua sem temor nem sofrimento na realização daquilo que consideras importante para a tua existência.



Desmente a calúnia mediante os atos de bondade e de perseverança no ideal superior do Bem.



Somente acreditam em maledicências, aqueles que se alimentam da fantasia e da mentira.



Alegra-te, de certo modo, porque te encontras sob a alça-de-mira dos contumazes inimigos do progresso



Todos aqueles que edificaram a sociedade sob qualquer ângulo examinado, padeceram a crueza desses Espíritos infelizes, invejosos e insensatos.



Criando leis absurdas para aplicarem-nas contra os outros, estabelecendo dogmas e sistemas de dominação, programando condutas arbitrárias e organizando tribunais perversos, esses instrumentos do mal, telementalizados pelas forças tiranizantes da erraticidade inferior, tornaram-se em todas as épocas inimigos do progresso, da fraternidade que odeiam, do amor contra o qual vivem armados...



Apiada-te, portanto, de todo aquele que se transforme em teu algoz, que te crie embaraços às realizações edificantes com Jesus, que gere ciúmes e cizânia em referência às tuas atividades, orando por eles e envolvendo-te na lã do Cordeiro de Deus, sedo compassivo e misericordioso, nunca revidando-lhes mal por mal, nem acusação por acusação...



A força do ideal que abraças, dar-te-á coragem e valor para o prosseguimento do serviço a que te dedicas, e quanto mais ferido, mais caluniado, certamente mais convicto da excelência dos teus propósitos, da tua vinculação com o Sumo Bem.



* * *



Como puderam, aqueles que conviveram com Jesus, recusar-Lhe o apoio, a misericórdia, a orientação?



Após receberem ajuda para as mazelas que os martirizavam, como é possível compreender que, dentre dez leprosos, somente um voltou para agradecer-Lhe?



Como foi possível a Pedro, que era Seu amigo, que O recebia no seu lar, que convivia em intimidade com Ele, negá-lO, não uma vez, mas três vezes sucessivas?!



...E Judas, que O amava, vendê-lO e beijá-lO a fim de que fosse identificado pelos Seus inimigos naquela noite de horror?!



Sucede que o véu da carne obnubila o discernimento mesmo em alguns Espíritos nobres, e as injunções sociais, culturais, emocionais, neles produzem atitudes desconcertantes, em antagonismos terríveis às convicções mantidas na mente e no coração.



Todos os seres humanos são frágeis e podem tornar-se vítimas de situações penosas.



Assim, não julgues a ninguém, entregando-te em totalidade Àquele que nunca Se enganou, jamais tergiversou, e deu-Se em absoluta renúncia do ego, para demonstrar que é o Caminho da Verdade e da Vida.







Joanna de Angelis.



Mensagem psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco,na manhã de 29 de outubro de 2010, na Mansão do Caminho, em Salvador, Bahia

Ação das Trevas nos Grupos Espíritas


Ação das Trevas nos Grupos Espíritas

 Luiz Carlos Formiga

Na mensagem abaixo não consta o autor e nem mesmo o Centro Espírita no intuito de  preservar sua identidade e, assim sendo, evitar represálias daqueles que não crêem na vida após a morte.
Encaminho a vocês para que repassem àqueles que acreditam e, principalmente, àqueles que fazem algum trabalho em alguma casa espírita.
Infelizmente, muitos de nós acreditamos que pelo simples fato de sermos espíritas as “portas do paraíso” já estão escancaradas (hum….) e deixamos que nosso ego fale mais alto em nossos trabalhos quando deveríamos deixar que apenas o AMOR e a HUMILDADE fossem nosso guia.
Para mim, este e-mail caiu como uma luva!!!!!
Um super abraço e que tenhamos um fim de semana repleto de paz e de luz!


“Prezados irmãos. Que Jesus nos abençoe e nos fortaleça no seu amor.

Quando nos propomos a falar da Ação das Trevas nos Grupos Espíritas, antes de tudo precisamos saber de quais Espíritos estamos falando, porque a grande maioria de Espíritos obsessores que vêm às Casas Espíritas são mais ignorantes do que propriamente maldosos. No livro “Não há mais tempo”, organizado pelo Espírito Klaus, nós publicamos uma comunicação de um verdadeiro representante das organizações do mal e percebemos que há uma grande diferença entre o que nós classificamos como Espíritos obsessores e os verdadeiros representantes das trevas.
Eu estava presente na reunião na qual essa entidade se manifestou. Quando o Espírito incorporou a doutrinadora disse: “Seja bem vindo meu irmão!”. Ele respondeu: “em primeiro lugar não sou seu irmão, em segundo lugar eu conheço o seu sentimento. Sei que você não gosta nem das pessoas que trabalham com você na casa, que dirá de mim que você não conhece. Por isso duvido que eu seja bem vindo aqui”. Ela ficou um tanto desconsertada, porém, disse: “mas meu irmão, veja bem, isto aqui é um hospital”. Ele respondeu: “muito bem, agora você vai dizer que eu sou o doente e que você vai cuidar de mim, não é isto?”. Ela disse: “Sim”. “Pois bem, e quem garante para você que eu sou um doente? Só porque eu penso diferente de você. Aliás, o que a faz acreditar que possa cuidar de mim? Quem é que cuida de você? Porque suponho que quando alguém vai cuidar do outro, este alguém esteja melhor que o outro e, francamente, eu não vejo que você esteja melhor que eu. Porque eu faço o mal? Porque sou combatente das idéias de Jesus? Sim, é verdade, mas admito
isto, enquanto que você faz o mal tanto quanto eu e se disfarça de espírita boazinha”.
Outro doutrinador disse: “meu irmão, é preciso amar”. O Espírito respondeu: “acabou o argumento. Quando vocês vêm com esta ladainha que é preciso amar é que vocês não têm mais argumentos”. “Mas o amor não é ladainha meu irmão”. “Se o amor não é ladainha por que o senhor não vai amar o seu filho na sua casa? Aliás, um filho que o senhor não tem relacionamento há mais de 10 anos. Se o senhor não consegue perdoar o seu filho que é sangue do seu sangue, como é que o senhor quer falar de amor comigo? O senhor nem me conhece.
Vieram outros doutrinadores e a história se repetiu até que, por último, veio o dirigente da casa e com muita calma disse: “Não é necessário que o senhor fique atirando estas verdades em nossas faces. Nós temos plena consciência daquilo que somos. Sabemos que ainda somos crianças espirituais e que precisamos aprender muito”. “O Espírito respondeu: “até que enfim alguém com coerência neste grupo, até que enfim alguém disse uma verdade. Concordo com você, realmente vocês são crianças espirituais e como crianças não deveriam se meter a fazer trabalho de gente grande porque vocês não dão conta”.

COMO AGEM OS ESPÍRITOS REPRESENTANTES DAS TREVAS EM NOSSOS NÚCLEOS ESPÍRITAS?

Como vimos, os verdadeiros representantes das trevas além de maldosos são, também, extremamente inteligentes. São Espíritos que não estão muito preocupados com as Casas Espíritas. Eles têm suas bases nas regiões da Sub-Crosta. São Espíritos que estiveram envolvidos, por exemplo, na 1ª e 2ª guerras mundiais e no ataque às Torres Gêmeas nos Estados Unidos. São os mentores intelectuais de Bin Laden, de Sadam Hussein e de inúmeros outros ditadores que já passaram pelo mundo, porque eles têm um plano muito bem elaborado, que é o de dominar o mundo. Os grupos espíritas não apresentam tanto perigo para eles. Esses Espíritos estarão sim atacando núcleos espíritas desde que o núcleo realmente represente algum perigo para as intenções das trevas. Portanto, quando nós falamos das inteligências do mal nós estamos falando destes Espíritos que têm uma capacidade mental e intelectual muito acima da média em geral. Normalmente não são esses Espíritos que se comunicam nas nossas sessões mediúnicas. Normalmente eles não estão preocupados com os nossos trabalhos, a não ser que esses trabalhos estejam bem direcionados, o que é muito difícil, e representem  algum perigo para eles.
Nós que vivemos e trabalhamos numa Casa Espírita sabemos bem dos problemas encontrados nas atividades desses grupos. Para ilustrar vou contar para vocês um fato verídico ocorrido numa Casa Espírita. Um Espírito obsessor incorporou na sessão mediúnica e disse para o grupo: “Nós viemos informar que não vamos mais obsediar vocês. Vamos para o outro grupo”. Houve silêncio até que alguém perguntou: “Vocês não vão mais nos obsediar, por quê?”. O Espírito
respondeu: “existe nesta casa, tanta maledicência, tanta preguiça, tanto atrito, tantas brigas pelo poder, tantas pessoas pregando aquilo que não praticam, que não precisamos nos preocupar com vocês, você mesmos são obsessores uns dos outros”.

 POR QUE REALIZAR UM SEMINÁRIO RESSALTANDO A AÇÃO DAS TREVAS? FALAR DO MAL NÃO É AJUDAR O MAL A CRESCER?

No livro a “Arte da Guerra” está escrito: “se você vai para uma guerra e conhece mais o seu inimigo que a você mesmo, não se preocupe, você vai vencer todas as batalhas. Se você conhece a si mesmo, mas não conhece o inimigo, para cada vitória você terá uma derrota. Porém, se você não conhece nem a si mesmo e nem ao inimigo, você vai perder todas as batalhas”. Infelizmente, a grande maioria das pessoas não conhece a si mesma. Têm medo da reforma intima, têm medo do que vão encontrar dentro de si. Negam a transformação interior. Precisamos falar das trevas para conhecermos as trevas. Se não conhecermos como eles manipulam os tarefeiros espíritas como é que vamos saber nos defender deles. Para isso é preciso refletirmos nesta condição de nos conhecermos, até porque toda ação das trevas exteriores é um reflexo das trevas que nós carregamos dentro de nós. É preciso realmente realizarmos a nossa reforma interior para sairmos da sintonia dessas entidades.

E OS GUARDIÕES QUE CUIDAM DO CENTRO, COMO É QUE FICA?

Não podemos esquecer que os benfeitores espirituais trabalham respeitando o nosso livre arbítrio. Uma Casa Espírita como esta possui o seu campo de proteção, uma cerca elétrica construída pelos benfeitores, porém, quem a mantém ligada são os trabalhadores encarnados. Toda vez que há brigas dentro do centro, toda vez que há grupos inimigos conflitando-se, toda vez que há maledicências, é como se houvesse um curto circuito nesta rede, é como se houvesse uma queda de energia, e as entidades  do mal entram. Os benfeitores espirituais estão presentes, a rede é religada, mas, as entidades do mal já entraram. O grande problema é que quase sempre nós não estamos sintonizados com o bem. A ação do bem em nossa vida é fundamental.. Por exemplo: o Umbral não é causa, o Umbral é efeito. Só existe o Umbral, a zona espiritual inferior que cerca o planeta, porque os homens têm sentimentos medíocres e inferiores. No dia que
a humanidade evoluir o Umbral desaparece, porque ele é conseqüência. Por isso que não podemos nos esquecer que as trevas exteriores são apenas uma extensão das nossas trevas interiores. Existe, sim, a proteção espiritual nas Casas Espíritas, porém, os Espíritos amigos respeitam o nosso livre arbítrio.

COMO É QUE OS GRUPOS ESPÍRITAS PODEM SE DEFENDER DAS TREVAS?

• Havendo muita sinceridade, amizade verdadeira e, principalmente, muito amor entre todos os colaboradores do grupo.
• Existindo a prática da solidariedade, carinho e respeito para com todas as pessoas que buscam o grupo ou para estudar ou para serem orientadas ou para receberem assistência espiritual..
• Havendo muito comprometimento com a causa espírita.
• Realizando, periodicamente, uma avaliação dos resultados obtidos, para verificar se os três itens anteriores estão realmente acontecendo .

Ação das Trevas – Em outras palavras

Carlos Aveline nos fez pensar. Reproduzo trechos em itálico.(1)

Uma casa espírita deve pensar na “sociologia da solidariedade”. “Um modo solidário de produzir, trabalhar e viver em sociedade. Esse modo solidário de produção começa a ser possível quando os indivíduos definem como meta exigir mais de si mesmos do que dos outros, e decidem controlar mais a si mesmos que ao mundo externo”.

São inadequadas as estruturas de poder que repousam na idealização cega de uma pessoa ou aquelas baseadas na desconfiança e na competição. O exercício da sinceridade solidária é saudável. A dose certa de ceticismo evita a cegueira, embora dose excessiva possa asfixiar.

“Três coisas incorporam grande quantidade de valor a tudo o que é relativo ao caminho espiritual: conhecimento, trabalho e intenção solidária. Essa combinação ilumina o conceito de democracia e são indispensáveis para colocar uma instituição espiritualista em movimento”.

Inteligentes e procurando amar (6) uns aos outros, os membros da equipe de Jesus eram identificados. Até para os de fora isso era tarefa fácil: “Nisto todos os reconhecerão”.

“Os níveis de trabalho acumulado e de experiência são diferentes entre pessoas, por isso a democracia espiritual não significa que todos têm igual peso, necessariamente. Se a democracia impedisse o processo de liderança dos mais experientes, o grupo se nivelaria por baixo e teria apenas a força do mais fraco dos seus elos”.

Algumas pessoas, embora ocupem um cargo por muitos anos, nunca chegam a ser lideres. Liderança é transparente, aberta a questionamentos e só pode existir e manter-se pela constante renovação do seu reconhecimento por parte dos membros do grupo.

 “Com o passar do tempo, a liderança se torna cada vez mais interior e se refere menos aos procedimentos externos, salvo em certos momentos decisivos”.

A força de uma instituição está na clareza e na nobreza de suas metas; na eficiência dos seus métodos; na intensidade do seu trabalho e na confiança recíproca dos seus associados.

Líderes não procuram apegar-se aos cargos. Na casa espírita, o modelo é Jesus.(7)

Estudar a estratégia dos dragões: desconfiança uns nos outros.

Estudar a estratégia dos dragões: desconfiança uns nos outros.

Wanderley Oliveira

Na introdução de “Quem Perdoa Liberta”, Maria Modesto escreve: “Cientes do nosso hábito infeliz de criticar, julgar e maldizer, torna-se imprescindível uma literatura que investigue uma das mais destrutivas doenças da con¬vivência em grupo: a desconfiança. A desconfiança é o resultado emocional dos julgamentos crônicos.”
Essa desconfiança citada por dona Modesta faz parte da estratégia de ação da falange mais agressiva de inimigos do bem, “Os Dragões”. Em sua estrutura de manipulação psicológica eles insuflam e/ou exploram o adoecimento das relações, através da desconfiança.
Essa desconfiança surge exatamente quando permitimos a atitude de crescente destaque à sombra alheia. Por isso, a obra “Quem Perdoa Liberta” teve como foco central de suas reflexões a ação de misericórdia, ou seja, o destaque dos aspectos luminosos uns dos outros, como fonte de segurança e bem-estar na convivência. Investigando e ressaltando o valor de alguns cuidados quando o assunto é valorizar o próximo, mesmo quando percebemos suas imperfeições e limites. É preciso que se diga que essa ação das falanges organizadas no mal visa intoxicar os grupos criando um clima de desvalor até atingir a descrença.
Na medida em que são disseminados e fortalecidos os aspectos mais problemáticos de um relacionamento, ele se deteriora porque a mente cria clichês muito pessimistas e desgastantes, que impedem a formação de um ambiente saudável e agradável para trabalhar, aprender ou mesmo divertir. Essa metamorfose dos sentimentos de uns para com os outros é lenta e vai passando pelo desgosto, pela decepção, pela antipatia e por fim pela rejeição.
O conceito de perdoar no livro tem essa conotação de aceitar. Quem aceita está perdoando, porque a mágoa não acontece somente quando alguém nos ofende. Ela é um estado emocional que caracteriza a sensação ou sentimento de lesão, injustiça, inconformação ou defesa diante de alguma ameaça, mas o assunto é tão sutil que alguém ser do jeito que é pode ser ameaçador para a nossa estrutura psíquica, exigindo, portanto, perdão. Nesse caso, perdão por ela não ser como gostaríamos que fosse.
Pode parecer que está é uma realidade distante da nossa vida, entretanto, não tenho dúvida em afirmar que esse aspecto do relacionamento está mais presente que podemos supor na convivência humana.
Os Dragões sabem disso e, quando querem atingir objetivos destrutivos, exploram esse comportamento na criação desse estado de desconfiança, em muitos casos anulando as chances de entendimento e harmonia.
Sempre gosto de lembrar que essa atuação dos espíritos é sempre possível por conta dos sentimentos que nutrimos e desenvolvemos em nossa forma de conviver. Os Dragões apenas exploram algo que já foi gerado a partir de nós mesmos. Não são responsáveis pela desconfiança, apenas a insuflam, a alimentam, quando nós, em nossos descuidos de conduta permitimos abrigar na vida mental, a pior parte das pessoas com as quais tecemos relações.
Ao escrever sobre o assunto, no livro “Quem Perdoa Liberta”, encontramos uma contribuição do autor José Mario, que nos alerta para essa ocorrência ensinando-nos o que fazer diante de tal quadro emocional.
Seria muito útil que os grupos espíritas estudassem os livros da trilogia “Desafios da Convivência no Centro Espírita”. Muitos estão fazendo isso e colhendo ótimos resultados na busca de um clima mais agradável e motivador em suas casas doutrinárias.
Que fique claro: ficar responsabilizando espíritos por situações que são criadas por nós é no mínimo um ato de fuga e irresponsabilidade.
Quero terminar recordando mais um trecho inspirado de dona Modesta na introdução do livro: “Eis o princípio das relações sadias e libertadoras: a seletividade mental para a luz e a beleza exuberan¬te que cada criatura carrega em si mesma. Somente assim expandimos nosso próprio potencial de qua¬lidades e nos envolvemos na agradável psicosfera da bondade, que é a filha primogênita da misericórdia.”    

Vigiar não é desconfiar

  Neste mundo existem muitas armadilhas pelos caminhos, logo, vigiar é necessário. A melhor vigilância a ser empregada? Educar os seus pensamentos com coisas positivas e belas, assim, atraímos os bons espíritos, que nos ajudam na jornada aqui na Terra. O Espírito ANDRÉ LUIZ nos ensina: "Vigiar não é desconfiar. É acender a própria luz, ajudando os que se encontram nas sombras".

Desconfiança


Nos nossos dias, impelidos pelos instintos e pelos estímulos da matéria que nos envolve, sem nos darmos conta, vamos, pouco a pouco, colocando em nossos corações, a dúvida, a incerteza, fazendo com que a desconfiança passe gradativamente a nortear os nossos passos.

O nosso olhar, sutilmente passa a ser encoberto pela bruma obscurecida da desatenção, da falta de condescendência e compreensão e, às vezes, até mesmo do desrespeito e desconsideração, externando a desconfiança nítida que continuamente faz morada em nossa alma.

Nossos olhos, nossos ouvidos, nossa mente atentos vão adquirindo o lastro negregoso que nos torna especialistas em detectar os deslizes, as falhas, os equívocos e, portanto, as fragilidades daqueles que nos dão a caridade da sua companhia para deles nos valermos em benefício próprio.

Assim agindo, vamos fazendo com que nossas palavras, gestos, atitudes e mesmo nosso silêncio sejam cobertos pelo tênue verniz da superficialidade, excluindo o tesouro da sinceridade, simplesmente para nos precavermos de eventuais riscos futuros que, muitas vezes, amalgamamos nas nossas mentes como escudos a nos proteger de inimigos que somente nossa alma, em desequilíbrio, supõe existir.

Olvidamo-nos, porém, de que, ao desconfiarmos, o maior equívoco está em nós mesmos, pois, egoisticamente, somente levamos em conta o que pensamos, o que deduzimos, sem nos atermos a que o nosso interlocutor também é um ser humano possuidor de riquezas que não estamos sabendo auferir e que, conseqüentemente, nos fariam crescer.

Assim sendo, nossos olhos perdem a candura, nossas palavras, a sinceridade, nossos ouvidos, a paciência e, como conseqüência, todo o nosso ser vai se tornando impermeável às belezas do mundo, enregelando-nos interiormente.

Nosso coração passa a exteriorizar o amor, somente para aqueles que amamos, para aqueles que compactuam com nossos interesses, aptidões e pensamentos, negando aos demais o doce perfume da fraternidade.

Por isto, aproveitemos todos os momentos que a vida generosamente nos concede para fazer da sinceridade a nossa bandeira, externando-a com segurança, a todos aqueles que o Pai da Vida faz cruzar os nossos caminhos.

Entretanto se, em alguns momentos da nossa jornada, alguns corações não compreenderem a pureza das nossas palavras, atitudes e pensamentos, não nos decepcionemos, não nos entristeçamos, tendo sempre em mente que cada um oferece o que tem e nós, amorosamente, fizemos a nossa parte ofertando ao próximo o tesouro da sinceridade, sem exigir ou mesmo esperar que façam o mesmo para conosco.

Para que nos sintamos cada vez mais motivados a assim agir, torna-se necessário que tenhamos bem nítido em nossa mente o testemunho legado há quase dois mil anos pelo Divino Amigo quando, mesmo martirizado no madeiro infamante pôs em evidência para toda a humanidade a doçura e a sinceridade do seu amor, que se encontram latentes em nossos corações.

Desconfiança - o machado


Refletindo sobre desconfiança, percebi que agindo assim, sem darmos conta, vamos deixando a dúvida e a incerteza tapar nossos olhos, nossos ouvidos e obscurecer nossa mente, a ponto de perdemos o respeito, a compreensão e a caridade pelo próximo. Ao desconfiarmos de algúem passamos a ser egoistas, pois somente levamos em consideração a nossa própria opinião, sem nos atermos que podemos estar cometendo equívocos ou injustiças .
A seguir escolhi um texto do livro “Histórias para pais, filhos e netos” de Paulo Coelho, que ilustra muito bem esse sentimento:

O folclore alemão conta a história de um homem que, ao acordar, reparou que seu machado desaparecera. Furioso, acreditando que seu vizinho o tivesse roubado passou o resto do dia a observá-lo. Viu que o vizinho tinha jeito de ladrão, andava furtivamente como ladrão e sussurrava como um ladrão que deseja esconder seu roubo. Estava tão certo de sua suspeita que resolveu entrar em casa, trocar de roupa e ir até a delegacia dar queixa.
Porém, assim que entrou em casa encontrou o machado, que a mulher havia colocado em outro lugar.
O homem então, tornou a sair, examinou de novo o vizinho, e percebeu que ele andava, falava e se comportava como qualquer outra pessoa.


Que possamos aproveitar a oportunidade que  o Pai generosamente nos concede, para agirmos com fraternidade para com todas as pessoas que cruzam nossos caminhos.   Beijão! ♥♥

Desconfiança - Joanna

Desconfiança

Certamente, um coração que pulsa com equilíbrio é resultado de uma consciência pacificada.
Para que tal ocorra é indispensável que o homem adquira a sabedoria da confiança.
Graças a ela, goza de tranqüilidade íntima, agindo com inteireza moral e sem qualquer prevenção.
A confiança deflui de uma atitude sempre positiva em relação à vida, à criatura em si mesma e ao próximo.
Educando-se a vontade e corrigindo-se a óptica para melhor observar os acontecimentos, logra-se adquirir a confiança pessoal que é uma forma de segurança de conduta, elegendo o que fazer, como realizá-lo e para que executá-lo.
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A desconfiança grassa entre os homens com ou sem motivo que a justifique.
Gera desconforto e mal-estar, armando indivíduos uns contra os outros, dando margem a suspeitas infundadas e a ódios que se instalam, prejudiciais.
Quem padece o mal da desconfiança, apresenta-se instável, arredio, caindo em alienações que estiolam a alegria de viver.
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Se alguém age mal em relação a ti, ele é quem deve estar inquieto.
Se outrem te prejudica, propositadamente, o drama deve ser dele.
Em qualquer situação, espanca a desconfiança da tua agenda de atividade, permanecendo tranqüilo e feliz.
FRANCO, Divaldo Pereira. Episódios Diários. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL. Capítulo 15.