Estudando o Espiritismo

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sexta-feira, 9 de março de 2012

PSICOSFERA E AFINIDADE FLUÍDICA



3062011
PSICOSFERA E AFINIDADE FLUÍDICA
         As energias extra-físicas ou como dizemos no espiritismo, os fluidos, estão sempre ao nosso redor, espalhados no espaço em sua forma natural. A todo momento estamos absorvendo e emitindo fluidos.
         Acontece que, quando absorvemos os fluidos em seu estado puro, eles acabam por sofrer modificações e se personalizam, refletindo as nossas qualidades elevadas ou os nossos defeitos. Assim, quando interagimos com o ambiente exteriorizamos fluidos bons, positivos ou fluidos maus, negativos; formando ao nosso redor uma psicosfera agradável ou desagradável.
         É por essa atmosfera fluídica pessoal que um espírito, seja ele encarnado ou desencarnado, é identificado e reconhecido como um ser evoluído espiritualmente ou ainda no estado de inferioridade moral.
         Os fluidos, assim como as pessoas, se atraem por afinidade e exercem uns sobre os outros um maior ou menor poder de repulsão ou de interação. Desse modo, Os fluidos inferiores atraem seus semelhantes e os fluidos superiores atraem tambem fluidos superiores repelindo os inferiores, exercendo sobre eles um poder irresistível de repulsão.
         Quanto maior é o trabalho de reforma íntima do individuo através da melhoria do caráter, da disciplina dos pensamentos, das palavras e das ações, da prática da caridade desinteressada e do perdão, a psicosfera pessoal adquire as qualidades elevadas, transformando-se em fluidos salutares e benéficos deixando em qualquer lugar onde se encontre o individuo possuidor dessas energias um ambiente de equilíbrio e paz.
         No entanto, se o individuo ainda permanece apegado aos hábitos inferiores, a violência, aos maus pensamentos, ao sarcasmo e todas as mazelas da inferioridade moral, arrastam para junto de si, além de uma psicosfera desagradável, uma plêiade de espíritos malfazejos que compartilham das mesmas ideias, estabelecendo um processo obsessivo de dependência psíquica perigosa.
         Somente o evangelho de Jesus é o remédio certo para os nossos males morais e o roteiro seguro para a nossa felicidade.
Jefferson Moura de Lemos

Poluição e Psicosfera



Joanna de Ângelis (espírito)
Ecólogos de todo o mundo preocupam-se, na atualidade, com a poluição devastadora, que resulta dos detritos superlativos que são atirados nos oceanos, nos rios, lagos e "terras inúteis" circunjacentes às grandes metrópoles, como o tributo pago pelo conforto e pelas conquistas tecnológicas, desde os urgentes ingredientes e artefatos para a sobrevivência, às indústrias bélicas, às de explorações novas, às "de inutilidade" que atiram fora centenas de milhões de toneladas de lixo, óleos e resíduos em todo lugar.
Além dessas, convém recordarmos a de natureza sonora, dos centros urbanos, produzindo distonias graves e contínuas...
Os mais pessimistas, porém, prevêm a possível destruição da vida vegetal, animal e hominal como efeito dos excessivos restos produzidos pelos engenhos de que o homem se utiliza, e logo o esmagarão após transformar a Terra num caos...
Mais grave, demonstram os técnicos no assunto importante, é a poluição atmosférica, graças às substancias venenosas que são expelidas pelas fábricas em forma de resíduos, pelos motores de explosão a se multiplicarem fantástica, insaciavelmente, e os inseticidas usados para a agricultura...
Voluptuoso e desconsertado por desvarios múltiplos do homem, as máquinas avançam, dirigidas pela inconcebível ganância, desbastando reservas florestais e influindo climatericamente com transformações penosas nas regiões, então, vencidas...
O espectro de calamidades não imaginados ronda e domina com segurança muitos departamentos ambientais ora reduzidos à aridez...
Cifras assustadoras denotam o quanto se desperdiça na inutilidade—embora a elevada estatística chocante dos que se estorcegam na mais ínfima miséria, rebocando-se na coleta dos montes de lixo, a cata de destroços de que possam retirar o mínimo para sobreviver!—comprovando que no galvanizar das paixões, o homem moderno, à semelhança de Narciso, continua a contemplar a imagem refletida nas águas perigosas da vaidade e do egoísmo em que logo poderá asfixiar-se, inerme ou desesperado. No entanto, irrefletido, impõe-se exigências dispensáveis, a que se escraviza, complicando a própria e a situação dos demais usuários dos recursos da generosa mãe-Terra.
Nesse panorama deprimente, e para sanar alguns dos males imediatos e outros do futuro, sugestões e programas hão surgido preocupando as autoridades responsáveis pelos Organismos Mundiais, no sentido de serem tomadas providências coletivas e salvadoras urgentes. Algumas já estão sendo postas em prática, embora em número reduzido, tais o reflorestamento; a ausência de tráfego com motores de explosão em algumas cidades uma vez por semana; a tentativa da industrialização do lixo, com aproveitamento de energia, adubos e outros; controle no uso de pesticidas na lavoura; técnicas não poluentes com o fim de gerar energia; as áreas verdes na cidades; a segurança por meio de controle das experiências nucleares, a fim de ser evitada a contaminação . . .
Afirma-se que por onde o homem e a civilização passam ficam os sinais danosos da sua jornada, em forma de aridez, destruição e morte.
As grandes Nações materialmente, estruturadas e guindadas ao ápice pela previsão futurológica de mentes e computadores que prometiam tudo resolver, fazendo soberbas e vãs as criaturas, foram surpreendidas, há pouco, pelas conseqüências gerais da própria impetuosidade, no resultado da guerra no Oriente Médio, fazendo-as parar e modificando, em muitas delas, as estruturas e programas, previsões e soberania pelas exigências do deus petróleo em que estabeleceram as bases do seu poderio e das suas glórias, decepcionadas, atônitas..
Algumas tiveram a economia abalada, padecendo crises que resultaram do gravame geral, modificando a política interna e externa, num atestado de nulidade quanto aos compromissos humanos assumidos, à segurança e precariedade das humanas forças.
Como resultado, apressam-se as negociações internacionais por acordos diplomáticos e conchavos político-econômicos, enquanto a fome, campeando desassombradamente, confirma a falência dos cálculos e das fantasias materialistas, visivelmente per turbadas no testemunho dos seus líderes em convulsas transações com que tentam reequilibrar o poderio avassalado, quando, não, perdido ..
O poder de um dia. qual efêmera glória, sempre muda de mão e local, fazendo oscilarem, mudarem de rumo os interesses e as supostas proteções, fruto, indubitavelmente, de uma poluição descuidada—a de natureza moral!
A força e a grandeza de alguns povos até há pouco mandatários da Terra cederam lugar aos potentados reais, que se demoravam desconsiderados e as exigências da fome ameaçadora e voraz os situou como as legitimas potências que são disputadas, após o deus negro: o arroz, o trigo, o milho e o sorgo cujos celeiros, quase vazios no mundo, deles necessitam com urgência para a sobrevivência dos seres
Todavia, o homem ingere e disparate mais terrível poluição, venenosa quão irrefreável graças ao cultivo de lamentáveis atitudes em que persevera e se compraz: referimo-nos à poluição mental que interfere na ecologia psicosférica da vida inteligente, intoxicando de dentro para fora e desarticulando de fora para dentro.
Estando a Terra vitimada pelo entrechoque de vibrações, ondas e mentes em desalinho, como decorrência do desamor, das ambições desenfreadas, dos ódios sistemáticos, as funestas conseqüências se faz em presentes não apenas nas guerras externas e destrutivas, mas também nas rudes batalhas no lar, na -família, no trabalho, nas ruas da comunidade, no comportamento. Intoxicado pela ira, vencido pelo desespero que agasalha, foge na direção dos prazeres selvagens nos quais procura relaxar tensões, adquirindo mais altas cargas de desequilíbrio em que se debate.
A poluição mental campeia livre, favorecendo o desbordar daquela de natureza moral, fator primacial para as outras que são visíveis e assustadoras
O programa, no entanto, para o saneamento de tão perigoso estado de coisas, já foi apresentado por Jesus, o Sublime Ecólogo que em a Natureza, preservando-a, abençoando-a, dela se utilizou, apresentando os métodos e técnicas da felicidade, da sobrevivência ditosa nos incomparáveis discursos e realizações de que inundou a História, estabelecendo as bases para o reino de amor e harmonia, sem fim, sem dores, sem apreensões...
Nunca reagiu o Mestre—sempre agiu com sabedoria
Jamais se permitiu ferir -- deixou-se, porém crucificar,
Nenhuma agressão de Sua parte—facultou-se, no entanto, ser agredido.
Por onde passou, deixou concessões de esperança, bálsamo de reconforto, amenidade e paz. Seus caminhos ficaram floridos pelas alegrias e abençoados pelos frutos da saúde renovada.
Rei Solar, fez-se servo humilde de todos, mantendo-se inatingido, embora o ambiente em que veio construir a Vida Nova para os tempos futuros..
Repassa-Lhe a sublime trajetória.
Busca-O!
Faze uma pausa na terrível conjuntura em que te encontras e recorda-O.
Para toda enfermidade, Ele tem a eficiente terapia; para as calamidades destes dias, Ele tem a solução.
Ama e serve, portanto, como possas, quanto possas, quando possas.
A Terra sairá do caos que a absorve e voltarão o ar puro, a água cristalina, a relva repousante, o trinar dos pássaros, o fulgor do sol e o faiscar das estrelas em nome do Pai Criador e de Jesus, o Salvador Perene de todos nós.
(Após a Tempestade, psicografia de Divaldo Pereira Franco pelo espírito de Joanna de Ângelis)

AURA, PENSENE OU PSICOSFERA - Parte I



por Maísa Intelisano - maisa@maisaintelisano.com.br

Definição

A palavra AURA vem do latim e significa sopro de ar. Aura é o halo luminoso, dinâmico e multicolorido que envolve e interpenetra o corpo físico, refletindo, energeticamente, o mundo íntimo da consciência encarnada, seus pensamentos, sentimentos e experiências.

O termo PENSENE foi criado para a Conscienciologia por Waldo Vieira, pela junção das sílabas iniciais das palavras pensamento, sentimento e energia (pen + sen + e = PENSENE), e é usado para designar o campo energético formado, ao redor da consciência encarnada, pelos seus pensamentos, sentimentos e energias características.

O termo PSICOSFERA foi criado por André Luiz para designar o halo energético de que se revestem todos os seres vivos, onde se refletem os seus pensamentos e desejos.

AURAPENSENE e PSICOSFERA são, portanto, sinônimos e podem ser definidos como o campo de emanações de natureza eletromagnética que envolve todo ser humano, encarnado ou desencarnado, refletindo, não só a sua realidade evolutiva e o seu padrão psíquico, como também sua situação física e emocional do momento, espelhando seus pensamentos, sentimentos, desejos, idéias, opiniões, etc.

Características

Vejamos o que diz André Luiz, em seu livro Evolução em Dois Mundos, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier:

“AURA HUMANA – Considerando-se toda célula em ação por unidade viva, qual motor microscópico, em conexão com a usina mental, é claramente compreensível que todas as agregações celulares emitam radiações e que essas radiações se articulem através de sinergias funcionais, a se constituírem de recursos que podemos nomear por “tecidos de força”, em torno dos corpos que as exteriorizam.

Todos os seres vivos, por isso, dos mais rudimentares aos mais complexos, se revestem de um “halo energético” que lhes corresponde à natureza.

No homem, contudo, semelhante projeção surge profundamente enriquecida e modificada pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações do campo celular, lhe modelam, em derredor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo de algumas escolas espiritualistas, duplicata mais ou menos radiante da criatura.

Nas reentrâncias e ligações sutis dessa túnica eletromagnética de que o homem se entraja, circula o pensamento, colorindo-a com as vibrações e imagens de que se constitui, aí exibindo, em primeira mão, as solicitações e os quadros que improvisa, antes de irradiá-los no rumo dos objetos e das metas que demanda.

Aí temos, nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais, a aura humana peculiar a cada indivíduo, interpenetrando-o, ao mesmo tempo que parece emergir dele, à maneira de campo ovóide, não obstante a feição irregular em que se configura, valendo por espelho sensível em que todos os estados da alma se estampam com sinais característicos e em que todas as idéias se evidenciam, plasmando telas vivas, quando perduram em vigor e semelhança, como no cinematógrafo comum.

Fotosfera psíquica, entretecida em elementos dinâmicos, atende a cromática variada, segundo a onda mental que emitimos, retratando-nos todos os pensamentos em cores e imagens que nos respondem aos objetivos e escolhas, enobrecedoras ou deprimentes.”

Já Barbara Brennan, em seu livro Mãos de Luz, diz que “o Campo da Energia Humana é a manifestação da energia universal intimamente envolvida na vida humana. Pode ser descrito como um corpo luminoso que cerca o corpo físico e o penetra, emite sua radiação característica própria e é habitualmente denominado “aura”. A aura é a parte do CEU (Campo de Energia Universal) associada a objetos. A aura humana, ou Campo da Energia Humana (CEH) é a parte do CEU associada ao corpo humano. Estribados em suas observações, os pesquisadores criaram modelos teóricos que dividem a aura em diversas camadas. Essas camadas, às vezes chamadas corpos, se interpenetram e cercam umas às outras em camadas sucessivas. Cada corpo se compõe de substâncias mais finas e de “vibrações” mais altas à medida que se afasta do corpo físico.”

Vejamos também o que diz Wagner Borges no portal do IPPB:

“Aura (do latim AURA, sopro de ar): É o campo energético que apresenta-se em torno do corpo denso. Aparece à percepção parapsíquica do clarividente como um campo luminoso mesclado por várias cores. Essas cores refletem a qualidade dos pensamentos e sentimentos manifestados pela consciência. Apresenta várias camadas vibratórias correspondentes aos diversos corpos (veículos de manifestação da consciência), por onde a consciência manifesta-se nos vários planos.

Para facilitar, vamos dividi-la em três freqüências básicas:
- a aura do corpo físico, também denominada duplo etérico. Essa aura reflete apenas as condições do corpo físico no momento e suas predisposições energéticas. Contudo, é bom lembrar que o soma (do grego SOMA que significa corpo) é afetado diretamente pelo clima psíquico dos corpos sutis.
- a aura do corpo extrafísico, também chamada de alma. É a aura do corpo espiritual e reflete as condições psíquicas e parapsíquicas da consciência. Reflete diretamente as emoções do ser humano.
- a aura do corpo mental, também chamada de aura mental ou aura dos pensamentos. É a aura que reflete diretamente o clima interno de nossos pensamentos e idéias. O corpo mental (Teosofia) também é denominado mentalssoma. Nessa aura é possível perceber as formas-pensamento e suas cores.”

A aura e as cores

Como vimos, a aura apresenta cores que variam muito em tom, luminosidade, intensidade e brilho, de acordo com o estado mental, emocional, psicológico, espiritual e físico do indivíduo. Ela funciona, portanto, como um verdadeiro cartão de visitas energético, por meio do qual o clarividente experiente pode traçar um perfil bastante preciso do indivíduo, desde que saiba interpretar corretamente o que vê.

Em cada cor, cada movimento, cada brilho, cada textura, cada forma encontrada na aura de alguém, está também um pouco de sua personalidade, de sua história – presente e passada -, de seus anseios e crenças, de suas qualidades, sem que, para isso, seja necessária qualquer interferência direta do espírito, já que esta emanação independe de sua vontade e acontece de forma espontânea.

AURA, PENSENE OU PSICOSFERA - Parte II



por Maísa Intelisano - maisa@maisaintelisano.com.br

Leitura e interpretação da aura

Sobre isso, vejamos o que diz Ted Andrews, em seu livro Como Ver e Interpretar a Aura:

“A energia de uma aura é refletida sob a forma de luzes e cores. A cor, sua nitidez e localização indicam muito sobre o bem-estar físico, emocional, mental e espiritual da pessoa.

As cores mais próximas do corpo físico costumam refletir condições e energias físicas. Também indicam as energias mais atuais, presentes e ativas em sua vida. As cores mais afastadas refletem energias emocionais, mentais e espirituais que podem estar afetando essas cores físicas. Indicam também as energias com que a pessoa estará lidando dentro em breve.

Quanto mais claras e suaves (tons pastéis) forem as cores, melhor. Cores embaçadas e espessas podem indicar desequilíbrios, excesso de atividade e outros problemas na área relacionada a cada cor. Cores escuras, mas brilhantes, podem indicar um elevado nível energético. Não é um fator necessariamente negativo.

Normalmente, cada aura tem mais de uma cor. Cada cor reflete aspectos diferentes. (...) As auras mudam com freqüência. As cores mais próximas do corpo (a uma distância de 30 a 50 cm) podem mudar diversas vezes em um único dia. Toda emoção forte, toda atividade física ou mental forte, pode provocar flutuações na cor e na luminosidade da aura. Nossas auras também mudam com o tempo.

A cor pode ser construtiva ou destrutiva. Ela pode estimular ou deprimir, repelir ou atrair. Seu caráter pode até ser masculino ou feminino. Ela pode se mostrar positiva ou negativa e, quando vista na aura, pode oferecer uma chave para a personalidade, humor, maturidade e saúde do indivíduo. Ela reflete aspectos físicos e espirituais.

É preciso muita prática para interpretar os tons de cores vistos na aura. Cada cor tem suas características gerais, mas cada tom dessa cor muda a interpretação. A localização da cor, sua intensidade e até a forma que assume no campo devem ser levados em consideração.”

As Cores do Arco-íris, por Ted Andrews em seu livro Como Ver e Interpretar a Aura:

Vermelho – é a cor mais forte, da força criativa ígnea e básica. É a energia que dá vida. É quente. Pode indicar paixão, mente e vontade fortes. É uma cor dinâmica que pode refletir raiva, amor, ódio e mudanças inesperadas. Pode indicar um novo nascimento e transmutação. É uma cor que afeta o sistema circulatório do corpo, o sistema reprodutivo (energia sexual) e o despertar de habilidades e talentos latentes. Vermelho em excesso ou com aparência opaca, enlameada, pode refletir estímulo excessivo, inflamação ou desequilíbrio. Pode indicar nervosismo, destempero, agressividade, impulsividade ou excitação.

Laranja – é a cor do calor, da criatividade e das emoções. Indica coragem, alegria e sociabilidade. É uma cor que pode espelhar a abertura para uma nova consciência – especialmente domínios sutis da vida, como o plano astral. Dependendo do tom pode indicar também desequilíbrio e agitação emocionais. Alguns tons “sujos” do laranja podem refletir orgulho e gosto pela extravagância, preocupação e vaidade.

Amarelo – é uma das primeiras cores que vemos na aura, pois é mais facilmente identificada. O amarelo pálido em torno dos cabelos pode indicar otimismo. Amarelo é a cor da atividade mental e do brilho do sol nascente. Pode indicar novas oportunidades de aprendizado, leveza, sabedoria e intelecto. Aproximação com os tons pastéis costuma denotar entusiasmo por alguma atividade nova, especialmente na faixa do espectro que vai do amarelo pálido ao branco. Amarelo é a cor que representa o poder das idéias, o despertar de dons psíquicos e da sensitividade. Os tons “sujos” ou escuros do amarelo podem refletir excessos mentais e analíticos. Pode sugerir que a pessoa tem sido demasiadamente crítica ou dogmática ou que tem recebido pouco reconhecimento.

Verde – é a cor da sensibilidade e da compaixão crescentes. Reflete crescimento, empatia e calma. Pode indicar que a pessoa é confiável e que tem mente aberta. O espectro que vai do verde mais brilhante ao azul indica talento para a cura. É a cor da abundância, da força e da amizade. Os tons opacos ou escuros do verde podem indicar incertezas, desespero. Os tons opacos também refletem ciúmes e possessividade. Podem indicar hesitação e pouca confiabilidade.

Azul – juntamente com o amarelo, é uma das cores mais fáceis de se enxergar na aura. É a cor da calma e da tranqüilidade. Reflete devoção, verdade e seriedade. Pode indicar a capacidade para a clariaudiência e para o desenvolvimento da telepatia. Os tons mais claros do azul refletem uma imaginação ativa e boa intuição. Os tons mais escuros podem indicar solidão e, em certos níveis, refletem a busca do Divino. Os tons mais escuros indicam também honestidade e boa capacidade de julgamento. Também sugerem que a pessoa encontrou ou está prestes a encontrar seu trabalho mais adequado.

Violeta e púrpura – violeta é a cor da transmutação. É a cor da mescla entre coração e mente, entre físico e espiritual. Sugere independência e intuição, bem como uma atividade onírica importante e dinâmica. Pode indicar a pessoa que está engajada numa busca. Os tons do púrpura costumam refletir senso prático e visão global. Os tons mais pálidos e claros do violeta e do púrpura podem refletir humildade e espiritualidade. Os tons avermelhados do púrpura podem indicar grande paixão ou força de vontade. Podem refletir ainda a necessidade de maiores esforços pessoais. Os tons sombrios e opacos podem denotar a necessidade de superar algo. Podem ainda indicar pensamentos eróticos intensos. A tendência a ser dominador, a estar carente de empatia e se sentindo incompreendido também são refletidas pelos tons opacos.

AURA, PENSENE OU PSICOSFERA - Parte III



por Maísa Intelisano - maisa@maisaintelisano.com.br

Outras Cores da Aura, por Ted Andrews em Como Ver e Interpretar a Aura

“- Rosa – é a cor da compaixão, do amor e da pureza. Pode indicar alegria e satisfação, além de um forte espírito de companheirismo. Na aura, o rosa pode indicar indivíduo calado e modesto, bem como amor pela arte e pela beleza. Dependendo do tom, pode refletir imaturidade, especialmente quando opaco. Pode indicar sinceridade, ou sua falta. Pode ainda refletir um novo amor ou uma nova visão de vida.

Dourado – reflete uma energia espiritual dinâmica e a aquisição do próprio poder. Indica energias elevadas como devoção recuperação da harmonia. Sugere grande entusiasmo e inspiração, época de revitalização. Os tons “sujos” podem sugerir processo de despertar para inspiração superior ainda não posto em prática. Reflete um processo alquímico em andamento, ou seja, a pessoa está procurando transformar o chumbo de sua vida em ouro.

Branco – antes de observarmos as verdadeiras cores da aura, o branco é a cor que vemos. Geralmente, surge como uma sombra diáfana. O branco abrange todas as cores e, quando aparece intensamente na aura, está mesclado a outras cores. É assim que se descobre se o que é visto é uma cor com significado ou má captação da aura. Quando o branco representa de fato uma cor da aura, indica verdade e pureza. Sugere que a energia do indivíduo está se limpando e se purificando. Costuma indicar aumento de criatividade.

Cinza – é a cor da iniciação. Indica que a pessoa está prestes a descobrir talentos inatos. Tons de cinza que pendem para o prateado refletem o despertar das energias femininas. São energias e talentos da iluminação, intuição e imaginação criativa. Os tons mais escuros podem indicar desequilíbrios físicos, especialmente quando vistos perto de certas áreas do corpo. Podem indicar também a necessidade de não deixar nenhuma tarefa. A abundância de cinza na aura mostra que a pessoa é reservada.

Marrom – é um tom comum no campo da aura. Apesar de muitas pessoas considerarem-no um reflexo da falta de energia ou de desequilíbrios, nem sempre é este o caso. Marrom é a cor da terra. Quando surge na aura, especialmente acima da cabeça ou em torno dos pés, pode indicar um novo crescimento. Reflete o estabelecimento de novas raízes e o desejo de realização. É uma cor que pode sugerir senso de organização e de ação. Por outro lado, se surge sobre o rosto ou toca a cabeça, o marrom pode indicar a falta de discernimento e sua necessidade. Se visto na região dos chakras pode indicar que precisam de limpeza. Nesse caso, reflete um entupimento em suas energias. Geralmente, é difícil interpretar o marrom, pois ele pode refletir problemas físicos.

Preto – esta é uma das cores mais controvertidas do espectro da aura. Já encontrei quem dissesse que se o preto aparece na aura indica a morte ou algum desastre terrível. No entanto, pude confirmar que isso não é verdade. O preto é uma cor de proteção. É a cor que pode isolar o indivíduo de energias externas. Quando surge na aura pode indicar que a pessoa está se protegendo. Pode sugerir ainda que a pessoa tem segredos. Não há nada de errado com isso desde que não se leve a extremos. O preto também pode indicar que a pessoa está prestes a ter de compreender o significado dos fardos e sacrifícios que fazemos na vida. Também pode sugerir desequilíbrios. Os desequilíbrios físicos costumam surgir como áreas negras ou escuras na aura que cerca o corpo físico. A localização dá pistas sobre a parte do corpo afetada. Na periferia da aura, o preto pode indicar buracos no campo. Tenho visto este fenômeno na aura de crianças que foram vítimas de abusos e de pessoas que foram ou são consumidoras vorazes de certas substâncias (álcool, drogas, fumo, etc.)

Lampejos prateados – algo como luzes suaves e reluzentes, brilhantes e prateadas. Os lampejos quase sempre sugerem grande criatividade e fertilidade. Quando surgem dentro do campo de uma pessoa indicam que deve começar a perceber que está ficando mais criativa. Surgem com mais frequência em mulheres, mas não se restringem a elas. Quando os vejo perto de uma mulher, pergunto-lhe se está grávida. As grávidas e as mulheres que deram à luz nos últimos seis a nove meses sempre apresentam essa cor na aura, embora nem todas as mulheres que têm estes lampejos estejam grávidas.

Pela minha experiência pessoal podemos acrescentar os seguintes comentários:

Vermelho - quando brilhante, lembrando o rubi, é a cor da ação e da capacidade de realização, do movimento, dos instintos equilibrados. Quando embaçada, pode representar desejo de vingança, violência ou paixão.

Laranja – quando claro e brilhante, indica alegria, boa disposição, equilíbrio e versatilidade, mas quando escurecido ou “sujo” pode indicar desânimo, desinteresse pela vida, apatia.

Amarelo – se claro e brilhante, indica intelectualidade equilibrada, inteligência, bom uso dos conhecimentos. Aparece muito em pessoas ligadas ao ensino, à pesquisa, aos estudos e à produção científica. Quando acinzentado, escurecido ou sem brilho, indica excesso de racionalidade, ausência de sentimentos e intelectualidade arrogante.

Verde – quando brilhante e límpido indica saúde, vigor, energia, esperança. É comum nos profissionais de saúde e em doadores de energia e ectoplasma em trabalhos espirituais. Quando impregnado de marrom ou cinza, escuro ou sem brilho, indica problemas de saúde ou emocionais, fraqueza física e moral e inveja.

Azul – quando claro e brilhante é a cor da espiritualidade, da serenidade, da paz e da harmonia. Quando escuro ou acinzentado pode indicar depressão e tristeza.

Rosa – é a cor do amor, especialmente quando se apresenta brilhante, clara e suave. Mesclada ao azul indica grande capacidade de doar-se, de ajudar os outros. Aparece muito em pessoas que trabalham com assistência social e voluntariado. Pode aparecer também na aura de pessoas que lidam ou trabalham diretamente com crianças. Quando sem brilho, pode indicar excesso de ingenuidade ou imaturidade, tendência à dependência doentia.

Lilás ou violeta – é a mistura do azul e do rosa. Altamente positivo. Quando clara e luminosa é a cor da elevação espiritual e dos ideais nobres, da transmutação e da transcendência. Quando escura, tendendo para roxo, pode indicar insatisfação, inveja, ciúmes, etc.

Vinho – variação do rosa. Quando brilhante indica profunda compaixão e interesse desapaixonado pelo próximo.

Cristal – variação do prateado; indica pureza de sentimentos, pensamentos e propósitos.

Dourado – é a cor da elevação espiritual. Ao lado do prateado, é muito associada a mentores, amparadores, guias espirituais etc.

AURA, PENSENE OU PSICOSFERA - Parte IV


AURA, PENSENE OU PSICOSFERA - Parte IV

por Maísa Intelisano - maisa@maisaintelisano.com.br

Aura e mediunidade

Sendo a aura o campo energético que o médium produz e irradia e que o envolve, é natural que seja ela o primeiro elemento de contato entre o médium e as entidades nas comunicações mediúnicas. É, portanto, no campo áurico do médium que as entidades comunicantes buscam informações para estabelecer a sintonia com ele, pela ressonância vibratória com a sua própria aura, para depois passar à comunicação propriamente dita.

Transformações da aura

A aura humana apresenta, basicamente, dois padrões de cor e luminosidade. Um é bem instável e dinâmico e reflete as emoções e o estado físico da pessoa, podendo mudar de minuto em minuto. O outro, que chamamos de cor de fundo, é mais duradouro e mais estável, embora não seja estático, e reflete as características psíquicas e espirituais da pessoa bem como a sua personalidade.

No entanto, mesmo esta cor de fundo de uma aura pode mudar com o passar dos anos, refletindo não só o próprio amadurecimento psicológico da pessoa ao longo da vida, como também as adaptações energéticas por que passou ou está passando para melhor desempenhar suas funções sociais, profissionais e também espirituais.

Assim, alguém que tem a aura amarela na adolescência, por ser ótimo aluno, por exemplo, pode vir a ter a aura verde algum tempo depois de entrar para a faculdade de Medicina ou Enfermagem. Isso não significa que o amarelo desapareceu ou que a pessoa deixou de ser bom aluno, mas que a sua aura sofreu uma mudança para se adaptar às novas exigências energéticas de suas atividades profissionais. Nesse caso específico, pode acontecer de termos verde e amarelo em sua “aura de fundo”, refletindo tanto a sua atividade na área da saúde como seu gosto pelo estudo.

Aura e efeito Kirlian

Segundo o psicólogo Márcio Pontes, a descoberta do efeito Kirlian se deu por acaso, no ano de 1939.

Certa noite, na cidade de Krasnodar (Rússia), o casal Semyon e Valentina Kirlian trabalhava em sua casa no manuseio de chapas fotográficas, próximo a uma aparelhagem de rádio que estava aberta em reparos, quando, por descuido, uma chapa fotográfica caiu entre dois eletrodos do rádio. Ao retirar tal chapa, Semyon Kirlian, no escuro, fechou curto-circuito com seus dedos entre a chapa e os eletrodos. Notou ele, nesta ocasião, que algo de diferente tinha ocorrido. Banhou as chapas e, com espanto, notou que seus dedos apareciam e não apenas isto, mas uma estranha luz que, normalmente, eles não apresentavam. Repetiu a operação, agora sem a ajuda do “acaso”, e o fenômeno voltou a acontecer. Repetiu a operação com Valentina e, mais tarde, com diversos conhecidos e o mesmo fato se verificou.

Destas observações, ou melhor, destas experiências, notou que as luminescências emitidas pelos dedos das pessoas não eram iguais, variando de pessoa para pessoa. E não apenas isto, mas que pessoas em estado de saúde precário apresentavam uma emissão de luz em menor potencial que as pessoas saudáveis, havendo também casos de pessoas saudáveis apresentando fraca emissão de luz e que, poucos dias depois, ficaram doentes.

Estes fatos ocorreram na Rússia, no final dos anos 30, mas somente na década de 60 este processo tornou-se mundialmente conhecido, tendo, também no Brasil, os seus pesquisadores, como Hernani Guimarães Andrade, cientista de renome internacional na área de estudos psicobiofísicos, que foi o primeiro pesquisador, fora da Rússia, a possuir uma máquina Kirlian, tendo ele mesmo elaborado todo o processo. Temos também o grande pesquisador Henrique Rodrigues que, juntamente com Hernani, realizou e realiza estudos internacionalmente reconhecidos.

Já para Walter Lange Jr., em seu livro Paranormalidade e Energia Mediúnica – Uma pesquisa kirliangráfica, o russo Kirlian “trabalhava nos hospitais com equipamentos eletromagnéticos e teve a oportunidade de observar o fenômeno quando aplicava – em paciente em tratamento – os eletrodos de um aparelho de diatermia: viu pequenas centelhas fulgurantes e coloridas na pele do doente. Em seu apartamento, montou um aparelho semelhante e reproduziu o observado, conseguindo registrar, em uma chapa fotográfica, com a ajuda de sua esposa Valentina, que trabalhava como fotógrafa num jornal.”

Seja como for, muitos nomes foram dados a esta estranha luz emitida pelos corpos. Os russos chamaram-na corpo bioplásmico, diversos místicos já a qualificaram como aura, alguns espíritas mais afoitos, na época, chegaram a falar emfoto do perispírito, e os mais céticos afirmavam que tudo não passava de um efeito corona, transformando o assunto em uma grande polêmica.

Em meio às dúvidas causadas pela descoberta a foto Kirlian acabou se tornando popularmente conhecida como foto da aura, o que não é verdade, já que o complexo total da aura é muito mais amplo, colorido, dinâmico e brilhante do que o halo que aparece nessas fotos.

O que a foto Kirlian capta, na verdade, e ficou conhecido como efeito Kirlian, é apenas a primeira "camada" da aura, a parte mais densa e mais próxima do corpo físico, que nada mais é que o duplo etérico, onde também se refletem as movimentações mentais e emocionais do espírito encarnado.

Para esclarecer melhor, vejamos o que diz Edgard Armond no livro Psiquismo e Cromoterapia:

“O duplo etéreo, também conhecido como corpo energético, não é parte do perispírito, mas um veículo intermediário entre o corpo físico e o perispírito, que possui chacras ou centros de força etéreos. O duplo se projeta para além do corpo físico e forma uma aura, a aura etérica, uma emanação leitosa e de aspecto ovalado.

“A aura perispiritual ou astral, ou simplesmente aura, é a projeção do perispírito para além do limites físicos e se revela como uma espécie de emanação bem mais brilhante e diáfana que a aura etérica.”

Conhecida desde 2000 com o nome de bioeletrografia, a foto Kirlian é hoje mundialmente reconhecida, inclusive pela Organização Mundial de Saúde e vem sendo utilizada por médicos e cientistas do mundo todo como auxiliar no diagnóstico de doenças físicas e emocionais, por se tratar de uma técnica que, pelo registro de gases e vapores emanados pelas células, permite ter uma visão, ao mesmo tempo, científica e filosófica do processo metabólico do ser humano, que é afetado, na mesma medida, por fatores físicos, mentais e emocionais. A bioeletrografia tem sido usada também em estudos feitos em trabalhos mediúnicos e de passe, como instrumento de medição dos efeitos da aplicação e do transe no físico do médium.
Texto revisado por Cris 

Psicosfera, nosso meio ambiente espiritual




Observar e perceber o mundo que nos cerca tem nuanças de complexidade infinita.
O mesmo objeto, uma mesma pessoa ou um mesmo cenário podem despertar interpretações completamente diferentes conforme o sentimento de quem observa.
O mesmo mundo e que vivemos seria outro se aqui só vivessem sonhadores, místicos, poetas ou santos.
Em termos neuropsicológicos já sabemos que o nosso cérebro faz reconhecimento do mundo que nos cerca “sonhando” uma idéia a partir do que vai percebendo. Daí a possibilidade do que for feio para um ser bonito para o outro.
Cada objeto que vemos desperta em nós lembranças e vivências que são associadas compondo nosso julgamento sobre este objeto.
Por isto, cada um de nós “sonha” o mundo conforme suas experiências psíquicas.
Podemos dizer que no dia a dia, ao observarmos a realidade que nos cerca, estamos compondo em torno de nós um cenário mental com formas e figuras que nos acompanham.
O mais importante é que é este cenário psíquico quem direcional nossos comportamentos.
Nós sempre reagimos de conformidade com a interpretação que damos às coisas e às pessoas e, como vimos, nossas interpretações são na verdade julgamentos que o cérebro constrói com representações, com idéias que têm forma e movimento.
Considerando todas as mentes humanas capazes de pensar e criar, podemos deduzir que estamos mergulhados num mundo psíquico de proporções gigantescas e, seguramente interferindo uns sobre os outros, induzindo-nos a comportamentos coletivos massificantes. 
Quando toda uma população vê uma notícia pela televisão ou lê a mesma notícia nos jornais, estas pessoas estão criando representações mentais com referência a estas notícias reconstruindo e revivendo os cenários e as personagens envolvidas ou citadas nos noticiários. É como se o mesmo acontecimento se reproduzisse em cada mente que se liga ao episódio noticiado.
Nossa grande questão é saber se este “cenário” mental com formas e personagens assim criados, tem alguma “realidade” física semelhante à que estamos inseridos no mundo material.
Na interpretação da física de hoje, o mundo de moléculas e átomos foi substituído por “campos de energia”. O comportamento aparentemente estável da matéria física foi substituído por “ondas” e “pacotes” de energia que se alternam na dependência da opinião do observador.
Portanto, a matéria se densifica em partículas ou se esvai em onda conforme o julgamento mental de quem participa do experimento. Em termos de matéria física, o ser e o desvanecer depende da mente de quem observa o experimento.
A única coisa palpável que restou deste mundo físico de aparência estável é uma “espuma quântica” onde a matéria e a energia se relacionam.
Pelo menos em termos teóricos podemos pressupor outros “estados” de matéria como, por exemplo, a “matéria radiante” sensível aos influxos da mente. A força mental que se expressa em pensamentos cria “onda” e “partículas” que também se coagulam concretizando as formas dos objetos e das pessoas em quem pensamos.
Enquanto a “espuma quântica” solidifica o mundo físico em que nos movimentamos, a “matéria radiante” corporifica o mundo mental que idealizamos. Assim como falamos em higiene e poluição do ambiente físico, podemos falar e, agora sim, falar “concretamente” em limpeza e poluição psíquica.
Estamos todos mergulhados num mundo psíquico mais “concreto” do que possamos supor e, neste ambiente, a seleção das idéias facilitará um clima mental mais saudável ou mais poluído.
Uma simples notícia de jornal, uma conversa que nos emociona, um filme a que assistimos ou um episódio que relatamos criam junto de nós um ambiente psíquico que chamamos de psicosfera. Somos “caixeiro ambulantes” de idéias que podem facilmente nos identificar aos videntes deste mundo psíquico.
Estas formas-pensamentos um dia farão de etiologia das doenças, principalmente psicossomáticas, e o médico aprenderá a prescrever a prece e a meditação para equilíbrio da nossa psicosfera.
Cada um de nós terá uma responsabilidade individual para construir seu próprio mundo mental selecionando o que fala, o que vê, o que ouve, o que lê porque tudo isto implica em incorporar para sempre matéria mental em nosso psiquismo.

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Autor: O neurocirurgião Nubor Orlando Facure é professor aposentado da Unicamp, presidente e fundador do "Instituto do Cérebro", na cidade de Campinas. Embora afastado da Universidade, Nubor continua clinicando em consultório próprio e no Instituto do Cérebro, escrevendo e publicando livros e também fazendo palestras nas casas espíritas e instituições acadêmicas.
e-mail do autor: lfacure@uol.com.br

Psicosfera ambiental


Psicosfera ambiental
        É a aura ambiental, que pode ser sentida como agradável quando formada pela emissão de forças espiritualmente mais purificada, ou desagradável – e, até, repulsiva -, no caso contrário.  Como, evidentemente, a energia predominante é de natureza mental.  Nesta linha, poder-se-ia também cogitar a existência da aura coletiva e, até, da aura terrestre (psicosfera terrestre), “constituído pela multi e variadíssima gama de pensamentos e emoções que traduz o grau de evolução geral da Humanidade”.
Também, as emanações de natureza psíquica que envolvem a Humanidade, provenientes das colônias de seres desencarnados que rodeiam a Terra. 
[16a - página  62] - André Luiz -  1943
        Quando nos reunimos àqueles a quem amamos, ocorre algo de confortador e construtivo em nosso íntimo. É _o_alimento_do_amor. Quando numerosas almas se congregam no círculo de tal ou qual atividade, seus pensamentos se entrelaçam, formando núcleos de força_viva, através dos quais cada um recebe seu quinhão de alegria ou sofrimento, da vibração geral. É por essa razão que, no_planeta, o problema do ambiente é sempre fator ponderável no caminho de cada homem. Cada criatura viverá daquilo que cultiva.
  • Quem se oferece diariamente à tristeza, nela se movimentará;
  • quem enaltece a enfermidade, sofrer-lhe-á o dano.
        Não há nisto mistério. É lei da vida, tanto nos esforços do bem, como nos movimentos do mal.
  • Das reuniões de fraternidade, de esperança, de amor e de alegria, sairemos com a fraternidade, a esperança, o amor e a alegria de todos;
  • mas, de toda assembléia de tendências inferiores, em que predominam o egoísmo, a vaidade ou o crime, sairemos envenenados com as vibrações destrutivas desses sentimentos.
        Igualment aos princípios que regem a vida nos lares humanos.
  • Quando há compreensão recíproca, vivemos na antecâmara da ventura celeste e,
  • se permanecemos em desentendimento e maldade, temos o inferno vivo.
        Sustentava Emanuel_Swedenborg que uma densa nuvem se havia formado em redor da Terra, devido à grosseria psíquica da humanidade e que de tempos em tempos havia um julgamento e uma limpeza, assim como a trovoada aclara a atmosfera material. Via que o mundo, já em seus dias, entrava numa situação perigosa, devido à sem-razão das Igrejas por um lado, e a reação contra a absoluta falta de religião, causada por isto. As modernas autoridades em psiquismo, especialmente Vale Owen, falaram dessa nuvem crescente e há uma sensação geral de que o necessário processo de limpeza geral não tardará. 
        Estamos penetrando a esfera de vibrações mais fortes da mente humana. Achamo-nos a grande distância da Crosta; entretanto, já podemos identificar, desde logo, a influenciação mental da Humanidade encarnada. Grandes lutas desenrolam-se nestes planos e milhares de irmãos abnegados aqui se votam à missão de ensinar e consolar os que sofrem. Em parte alguma escasseia o amparo divino.

[103 - página 82] - André Luiz
        Infelizmente, as emissões vibratórias da Humanidade encarnada são de natureza bastante inferior, em nos referindo à maioria das criaturas terrestres, e estas regiões estão repletas de resíduos escuros, de matéria mental dos encarnados e desencarnados de baixa condição.

[103 - página 175] - André Luiz
        A Natureza nunca é a mesma em toda parte. Não há duas porções de terra com climas absolutamente iguais. Cada colina, cada vale, possui expressões climatéricas diferentes. É forçoso reconhecer, porém, que o campo, em qualquer condição, no círculo dos encarnados, é o reservatório mais abundante e vigoroso de princípios_vitais. Em geral, todos nós, os cooperadores espirituais, estimamos o ar da manhã, quando a atmosfera permanece igualmente em repouso, isenta dos glóbulos de poeira convertidos em microscópicos balões de bacilos e de outras expressões inferiores.
  • Na floresta temos uma densidade forte, pela pobreza das emanações, em vista da impermeabilidade ao vento. Aí, o ar costuma converter-se em elemento asfixiante, pelo excesso de emissões dos reinos inferiores da Natureza.
  • Na cidade, a atmosfera é compacta e o ar também sufoca, pela densidade mental das mais baixas aglomerações humanas.
  • No campo, desse modo, temos o centro ideal...
[103 - página 215] - André Luiz

Psicosfera - Guia HEU


Psicosfera ou fotosfera psíquica (termos criados pelo Espírito André_Luiz), é um campo resultante de emanações de natureza eletromagnética, a envolver todo o ser humano, encarnado ou desencarnado. Reflete,...
  • não só sua realidade evolutiva,
  • seu padrão psíquico,
  • como sua situação emocional e o estado físico do momento. 
       Espelha o ser integral: 
        A aura mostra camadas distintas e difere de pessoa para pessoa, conforme o sexo, idade, capacidade mental, saúde, etc. 
        ... Alguns servidores da casa, em trajes caracteristicos, separavam, por grupos vários, as pessoas desencarnadas que entrariam, naquele momento, em seleção para julgamento oportuno.
        Discretamente, o Instrutor elucidou-nos:
        — Presenciamos uma cerimônia semanal dos juizes implacáveis que vivem sediados aqui. A operação seletiva realiza-se com base nas irradiações de cada um. Os guardas que vemos em trabalho de escolha, compondo grupos diversos, são técnicos especializados na identificação de males numerosos, através das cores que caracterizam o halo dos Espíritos...
        A divisão para facilitar o serviço judiciário é, por isto mesmo, das mais completas.
[96 - página 66] - André Luiz

quinta-feira, 1 de março de 2012

Obsessão e Doenças Mentais

Obsessão e Doenças Mentais 


Psicose e Reencarnação

Nesta entrevista o Dr. Mario Sérgio Silveira, psicoterapeuta, explica como o espiritismo pode abrir novas perpectivas no tratamento das doenças mentais.
Por Érika Silveira

O termo psicose é definido no dicionário como doença mental. Mas o psiquismo humano é algo complexo para ser explicado em poucas palavras, ainda mais quando permite a abordagem espiritual. É bastante comum, também, as pessoas associarem a psicose à loucura. Segundo o psicoterapeuta e assessor técnico do Hospital Espírita de Psiquiatria Bom Retiro, em Curitiba, dr. Mário Sérgio Silveira, Loucura é uma expressão popular que é utilizada para designar comportamentos que fogem da norma. "As pessoas podem cometer loucuras e não serem necessariamente psicóticas. Deveríamos abandonar este "apelido", tão marcado pelo preconceito", diz Mário Sérgio, que também realizou recentemente uma palestra durante o II Congresso Brasileiro de Psicologia e Espiritismo, sobre o tema Psicose e Estados Alterados da Consciência. De acordo com o especialista, clinicamente os sintomas mais característicos e evidentes da psicose são as alucinações visuais e auditivas e os delírios, que muitas vezes estão associados às alucinações como tentativas que o paciente faz de tentar explicar a invasão alucinatória. Caracteriza-se pela perda de contato com a realidade, entendida como a realidade consensual de nosso nível dimensional, e principalmente, pelo elemento de certeza no que diz respeito ao delírio. É chamada de "crença delirante".


Complementa, dizendo que, em investigações no hospital espírita, onde atua, os pesquisadores têm atribuído o fator "influência espiritual" como causa desencadeante em um grande número de casos de psicose. (...)

Espiritualmente, como a psicose pode ser definida?

Como trabalhamos hoje numa perspectiva transdisciplinar, não excluímos nenhum conhecimento. Portanto, reconhecemos a importância das pesquisas da neurociência, uma vez que precisamos entender o funcionamento do "computador cerebral". Reconhecemos que as diversas teorias psicológicas, como a psicologia comportamental, a psicanálise, o psicodrama, a Gestalt, a Bioenergética, as psicologias humanistas e existencialistas e outras mais, têm seu lugar, embora como verdades parciais.

No que diz respeito à dimensão espiritual, o próprio Kardec nos convidava a estudar as antigas tradições. Isto posto, quero afirmar que as duas formas de investigação mais produtivas ao alcance de profissionais e cientistas que pretendam conhecer em profundidade o espírito humano é a regressão de memória, que dispõe hoje de diversas técnicas para este fim, e a mediunidade. Fundamentado nos estudos da consciência a partir da física quântica e da psicologia transpessoal, que estuda os diversos níveis e estados de consciência, em investigações realizadas através da terapia regressiva integral e reuniões mediúnicas de desobsessão, podemos afirmar que a psicose é a estrutura psíquica resultante de profundos desequilíbrios do ser em diversas encarnações. Como a estrutura biopsíquica do ser é construída à partir das informações do perispírito, que contém as memórias milenares da caminhada evolutiva do espírito, no encontro com os recursos genéticos e psíquicos de seus futuros pais, podemos compreender que o desequilíbrio energético (informacional), vai repercutir severamente, causando o que chamamos de doenças. No plano psíquico, o sentimento de culpa pode ser devastador, por desajustar a organização mental, além de manter o ser imantado às outras consciências que possa ter prejudicado.

Assim, podemos definir a psicose, do ponto de vista espiritual, que constitui a essência do ser, como a "impossibilidade de construir uma personalidade, um "eu atual", em razão da predominância das subpersonalidades anteriores, ainda presas aos dramas ocorridos em outros tempos, incluindo também os demais co-participantes que eventualmente não se libertaram pelo benefício que somente o perdão poderia proporcionar. Deste modo, o ego, esta instância psíquica responsável pela noção de identidade, responsável pelo "critério de realidade", não pode operar, uma vez que não se constituiu, ficou com um "defeito", que chamamos anteriormente "preclusão". Como " a vivência da realidade é função do estado de consciência" (postulado transpessoal) o ser fica à mercê da invasão de "outras vivências de realidade". E aí estamos na experiência psicótica, no que a psiquiatria denomina "delírios e alucinações". Não fosse a interferência dos mecanismos psíquicos, que transformam a apresentação das memórias inconscientes como ocorre nos sonhos, teríamos puras lembranças de vidas passadas. O sujeito dito "normal", que funciona com o ego estruturado de acordo com o recalcamento, tem a capacidade de rememorar vidas ou vivências passadas. Já o psicótico, experimenta este "retorno" na forma de imagens alucinatórias, delírios e confusão mental. Os demais sintomas são decorrências do desmoronamento do mundo simbólico e de sua relação com esta realidade consensual: embotamento afetivo, depressão, sensações corporais estranhas, hipocondria etc.

Como identificar um quadro de psicose?

Respondendo rapidamente, reconhecemos quando a pessoa entra no que chamamos de "surto", que é um estado de confusão mental, com delírios e alucinações (as mais características são auditivas, quando o paciente refere ouvir vozes), às vezes com liberação de auto e/ou hétero agressividade. Para um diagnóstico mais preciso é necessário a avaliação de um especialista.

Existem gêneros específicos de psicose? Quais são os mais comuns?

No Brasil, nós utilizamos o Código Internacional de Doenças, que já está em sua décima revisão (CID 10), que é o manual europeu de classificação das doenças. O capítulo V trata dos Transtornos Mentais e Comportamentais, que possui 99 subtítulos. Os mais importantes são: Transtornos mentais orgânicos, transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substâncias psicoativas, as esquizofrenias, transtornos de personalidade, demências e atualmente o mais comum, pelo menos em nossa prática no Hospital Espírita de Psiquiatria Bom Retiro, os transtornos do humor. A psiquiatria atual preferiu o termo transtorno, para caracterizar um conjunto de sintomas, dentro de certos critérios, inclusive o tempo de duração. Isto é importante, porque conferiu um caráter transitório para os quadros e não mais um rótulo definitivo. Antigamente, tínhamos apenas o diagnóstico de "psicose maníaco-depressiva". Agora, com os transtornos do humor, temos mais nove títulos e dezenas de subtítulo, alguns sem sintomas psicóticos. Isto representa uma segurança muito maior para o paciente, que terá um diagnóstico mais preciso e conseqüentemente uma terapêutica mais adequada. Para melhor esclarecimento, os transtornos do humor variam do pólo depressivo ao eufórico, com ou sem sintomas psicóticos.

A psicose pode se manifestar na infância ou "surge" pela primeira vez na idade adulta?

É mais raro manifestar-se na infância, embora a estrutura psicótica se estabeleça nesta fase. A primeira infância é fundamental na construção da personalidade. O desencadeamento pode ocorrer na adolescência e na fase adulta, quando alguns fatores podem ser decisivos, como o encontro com a sexualidade, a paternidade, a maternidade ou a morte. Em nossas investigações no hospital, temos atribuído o fator "influência espiritual" como causa desencadeante em um grande número de casos.
Existem recursos médicos e espirituais para se evitar ou minimizar um quadro psicótico?

A prevenção primária depende da evolução moral da humanidade. Quando pais mais equilibrados recebem em família espíritos em desajuste, maiores chances de recuperação, pois esses espíritos desajustados têm mais possibilidades de construírem uma nova personalidade sadia.

Quanto a minimizar, melhor seria dizer tratar, terapeutizar. Neste sentido, os recursos são muito fartos, atualmente, com o avanço das pesquisas psicofarmacológicas, com as antigas e novas psicoterapias, terapia ocupacional, terapias complementares etc. Quanto à dimensão espiritual, penso que os centros espíritas e também os centros de umbanda são grandes centros de profilaxia e tratamento.
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Em geral, os filmes de terror e suspense mostram os psicóticos como pessoas de personalidade agressiva e imprevisível, que podem matar uma pessoa a qualquer momento. Essas tendências são verdadeiras ou é exagerada pela mídia em geral?

Infelizmente, estes casos ocorrem, muitas vezes comandados por vozes que induzem ao homicídio e ao suicídio.

Relate alguns casos de pacientes que passaram pelo tratamento e como esses casos se desenvolveram?

Vou relatar o caso de uma menina de 14 anos, com o diagnóstico de hebefrenia, ou seja, um quadro psicótico desencadeado ainda na adolescência. Ela chegou no hospital muito prostrada, afeto embotado, confusão mental, ouvindo vozes, apresentando grande dificuldade de contato. Foi medicada com psicofármacos, estimulada a participar de atividades terapêuticas, porém pouco respondia. Seu quadro começou a melhorar quando passou a ser medicada também com homeopatia e seu nome foi incluído no SAE - Serviço de Atendimento Espiritual. No grupo de desobsessão, foi atendida em desdobramento (projeção), o que facilitou muito o contato, pois adquiria maior consciência. Assim, nós soubemos que o tio que a abusou sexualmente, tendo desencadeado seu surto, tinha sido seu marido numa outra existência, quando em estado de embriaguês a matou. O próprio tio, em desdobramento, admitiu que preferia não ter nenhum parentesco, pois a desejava como mulher. Soubemos, também, que o obsesso, desafeto de outra existência, planejou sua vingança agindo sobre seus centros nervosos, de modo a embaralhar suas memórias de vidas passadas, como um arquivo que tivesse suas fichas todas misturadas.

Felizmente, tivemos a oportunidade de ajudá-la a acessar estas memórias, revivendo-as e "fechando estas portas", uma a uma, num total de quatro encarnações. O obsessor foi afastado para tratamento e a equipe espiritual relatou a realização de uma espécie de cirurgia nos tecidos sutis de seu perispírito, reconstituindo o "buraco" que havia sido aberto pela aço espiritual. leão é preciso dizer que sua melhora foi surpreendente para os parâmetros da psiquiatria.

Em outros casos, encontramos, através do desdobramento, personalidades de outras encarnações que se recusam a aceitar o novo corpo, a família atual, geralmente composta de desafetos de outras existências, e também a condição social que ora se encontram. São "almas" orgulhosas, arrogantes, que não desejavam reencarnar e passar pela experiência retificadora. Provavelmente, se trata de reencarnações compulsórias.

Existe cura para a psicose?
Existem raros relatos na literatura. O que podemos oferecer é, através do tratamento, a estabilização do quadro e melhor qualidade de vida. Mas se considerarmos que a doença e o sofrimento de hoje fazem parte da cura da alma, temos muito a oferecer.


A psicose, analisada espiritualmente, está sempre associada a uma obsessão?

Penso que sim, que podemos generalizar, pois todos trazemos dentro de nós personalidades de outras existências muito mal resolvidas, incluindo outras ligações através do ódio e da culpa. Devemos incluir aí a auto obsessão, como nos casos que relatei anteriormente.

Qual é o tratamento adequado para o paciente psicótico?

O tratamento adequado é interdisciplinar, no mínimo. No Hospital Espírita Bom Retiro caminhamos rumo a transdisciplinariedade, numa visão bio-psico-sóciocultural e espiritual, onde o espiritual ocupa o centro de integração dos diversos saberes, das diversas disciplinas e especialidades. Precisamos superar a divisão, a comparti mentalização, caminhando para uma visão integral. Precisamos abandonar o formalismo, seja científico, filosófico ou religioso. Em suma, o tratamento médico, psicoterápico, ocupacional, familiar, energético e espiritual, de forma integrada.


Deixe-nos uma mensagem final.

Minha mensagem é de esperança. É necessário que confiemos que todos nós temos um Eu Divino, onde mora a saúde, a paz e principalmente o Amor que tudo equilibra, dentro de um tempo que é transitório e diante da vida que é eterna. A tarefa desta encarnação é a de nos reencontrarmos com o nosso verdadeiro Eu, ainda encoberto pela sombra de nossos enganos na caminhada evolutiva. Evitemos os julgamentos, a culpa e o remorso. Vamos apenas assumir a responsabilidade de "perdoar aos que nos ofenderam, para que o Deus em nós possa nos perdoar".


Notas: (Extraído da Revista Cristã de Espiritismo nº 27, páginas 06-11)