Estudando o Espiritismo

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domingo, 9 de abril de 2017

Doença e cura - Slide

https://pt.slideshare.net/LARIRMAZARABATANA/palestra-sextadoena-e-cura

O CÂNCER NA VISÃO ESPÍRITA


Hoje, a relação do espiritualismo com a ciência torna-se fundamental para entendermos e tratarmos doenças, como o câncer. É vital compreendermos que a cura começa na alma… Que é necessário tratar o doente e não somente a doença. Precisamos cuidar também do Espírito e não apenas do corpo. O câncer assusta, mas a Doutrina Espírita descortina informações, instrui, consola, orienta. Gera explicações lógicas para a dor. Aqui, falaremos dos aspectos científicos e espiritualistas do câncer.

Muitos profissionais, como o cirurgião Paulo Cesar Fructuoso, sabem perfeitamente que o Espírito é um agente importante no processo de tratamento e cura dos doentes. Essa ideia está presente em muitas culturas ao redor do mundo há séculos. A Filosofia Espírita está sempre a nos aguçar a visão e convidar à reflexão.

Logo, a relação do Espiritismo com a medicina hoje é fundamental para bem entendermos doenças, preveni-las e tratá-las. Especificamente sobre o câncer, aqui nos fala o médico, cirurgião, professor, palestrante e escritor Paulo Cesar Fructuoso.  Reflitamos!

– A Doutrina nos faz entender ser sempre necessário um encontro preciso entre médicos, pacientes e Deus… Conhecer-se as realidades espiritualistas. Como isso, efetivamente, impulsiona aos avanços?

Paulo Cesar Fructuoso – O conhecimento das realidades espiritualistas ajuda, sem dúvida alguma, excepcionalmente à compreensão das causas extrafísicas da doença. Como conciliar a crença em um Deus infinitamente sábio, justo e bom com o surgimento de um tumor maligno em uma criança ainda no ventre materno? A tomografia computadorizada e a ressonância magnética estão permitindo esses diagnósticos assombrosos. Conheço alguns médicos que são absolutamente descrentes por não aceitarem essas incongruências. A compreensão racional e científica dessas aparentes injustiças seria de grande ajuda para médicos e pacientes na busca da cura, que começa na alma. Sabemos que há componentes psíquicos muito mais profundos, ainda inalcançáveis à ciência médica atual. Precisamos abrir a mente para a existência do Espírito, que é a verdadeira sede da vida e que não está no corpo físico.

– Nesse caso, aqui falamos também de causas de vidas passadas?

Paulo Cesar Fructuoso – Sim. Causas em vidas passadas. Para uma melhor compreensão de certas doenças, como o câncer, devemos sempre levar em conta aspectos científicos e aspectos espirituais. Certamente não é a primeira vez que estamos na Terra, nem será a última. Somos o produto exato do que fizemos, pensamos e falamos em vidas passadas. E somos nós que moldaremos nosso futuro de acordo com o comportamento atual. No dia em que a medicina comprovar a existência do Espírito, muitos véus que ocultam as causas dos insucessos terapêuticos cairão. Por que vacinamos nossos filhos contra doenças causadas por vírus e outros micro-organismos? Porque a ciência demonstrou que esses seres, imperceptíveis aos nossos sentidos, existem. Quando essa mesma ciência, através do desenvolvimento de equipamentos ultrassensíveis, demonstrar também a existência da alma, receptáculo da vida, muitas doenças poderão ser evitadas tão simplesmente pela mudança comportamental da humanidade.

– O que o senhor mais recomenda aos seus pacientes, às pessoas em geral?

Paulo Cesar Fructuoso – Que se afastem drasticamente dos hábitos sabidamente nocivos, como, por exemplo, o ato de fumar. Que mulheres e homens façam seus exames preventivos, sem postergar, tenham suas responsabilidades com o corpo físico, templo do Espírito. Cuidado com as radiações solares, principalmente os indivíduos de pele muito clara, e com sua alimentação. Eu, particularmente, há muitos anos me abstenho de carne animal, à exceção de peixe. Cuidado também com o excesso de álcool. E muito zelo com o próximo, com nossos sentimentos… A Filosofia Espírita nos mostra que sofremos sempre naquilo que, em algum momento, propiciamos sofrimento aos outros… E que nossos esforços em nos aprimorarmos moralmente, o cultivo dos bons pensamentos, atos e sentimentos, nos libertam e vão aos poucos limpando nosso perispírito, criando a saúde espiritual e, de acréscimo, a física.

Da Redação/ Revista do Espiritismo

*A íntegra desta matéria/entrevista encontra-se na edição nº1 da Revista do Espiritismo.

A DOENÇA NA VISÃO ESPÍRITA


A DOENÇA NA VISÃO ESPÍRITA
(matéria publicada na Folha Espírita em janeiro de 2006, no Espaço do Leitor)
Jorge Cecílio Daher Junior (AME-GO), Médico endocrinologista

Não sou médica, mas, como espírita e mãe de uma jovem de 19 anos com diabetes tipo 1 há dois anos, gostaria de conhecer o pensamento da Associação Médico-Espírita sobre o significado dessa deficiência.
(Rosaly Guimarães, Paulista - PE)

Prezada Rosaly. A Associação Médico-Espírita não se posiciona sobre doenças, mas tenta compreender os mecanismos da saúde e da doença sob a ótica do modelo médico-espírita. No caso do diabetes, que é uma doença de múltiplas facetas, utilizamos a compreensão que o modelo científico nos oferece para servir de base à compreensão médico-espírita do problema. Vamos lá então:

1) No diabetes, seja tipo 1, tipo 2 ou gestacional, existe uma “programação genética” para a redução das células que produzem insulina (essa redução é total no tipo 1 e quase total no tipo 2). Uma programação genética é efetivada quando existe uma combinação de fatores que propiciam a ativação dos genes envolvidos, e esses fatores envolvem o ambiente (fatores externos) e o tipo de reação que o organismo apresenta aos genes e ao ambiente (fatores internos). O fator “organismo” engloba os componentes psíquicos e espirituais.

2) A programação espiritual de uma doença envolve os centros de força do perispírito, que manifestarão, no “momento adequado”, alterações energéticas que sinalizarão para o corpo físico a reação da doença, ativando genes e componentes psíquicos; basta um “gatilho” do ambiente para o desenvolvimento de doenças. Quando adoecemos, manifestamos uma reação que se iniciou muito tempo antes da doença em si mesma. Estão em andamento várias pesquisas que buscam compreender o diabetes tipo 1 antes de sua manifestação, prevenindo a expressão da doença, usando marcadores genéticos, programação que existe antes da efetivação da doença, mas todas essas pesquisas encontram fatores limitantes. Analisando o papel dos centros de força no diabetes tipo 1, vamos com André Luiz, no livro No Mundo Maior, compreender que o centro Solar é responsável pela absorção das energias através dos alimentos, e também que o centro Esplênico atua como centro independente, mas profundamente interligado, servindo como uma espécie de filtro ao Solar. São os centros de força envolvidos no desenvolvimento do diabetes tipo 1, numa fase em que a doença ainda não se manifestou. O que é interessante e importante é você e sua filha saberem que novos tratamentos são acessíveis, que existem abordagens dietéticas que permitem cada vez mais uma alimentação próxima da normal (incluindo doces, no caso da Contagem de Carboidratos) e que não há castigo, mas oportunidade de crescimento espiritual. Compreendemos sua busca, como mãe, bem como o desconforto a que sua filha foi submetida pela manifestação do diabetes tipo 1.

Tenho 4l anos e, em setembro de 2001, fiz a primeira cirurgia de hérnia de hiato. Em janeiro de 2003 retirei as tireóides, pois havia um tumor em cada uma. Em agosto de 2004 fiz nova cirurgia de hérnia de hiato. Em março de 2005 surgiu uma diabetes mal explicada e fui internada com 639 de diabetes. Comecei meu tratamento para emagrecer e, em setembro de 2005, tive de ser internada com urgência, devido a um tumor maligno de retroperitônio, com 2.450 g. Após a sua retirada, fui informada de que as margens após a cirurgia estão livres de neoplasia maligna, porém terei de fazer uma provável quimioterapia adjuvante. Será que existe explicação? Sou uma pessoa estressada, tenho feito tratamentos espirituais e sei que preciso melhorar meu modo de vida, mas nunca falei com um médico espírita. O senhor acredita que nada acontece por acaso?
(Rosimeire Aparecida dos Santos Pardim, Santo André - SP)

Prezada Rose. Ao ler o texto que relata seu drama, logo relacionei com a história de duas pacientes que acompanho, muito parecida com a sua: uma sucessão de diagnósticos difíceis, de doenças sérias, tratamentos desgastantes e, curioso, com uma seqüência semelhante. Sim, nada acontece por acaso, mas por que as coisas acontecem? O Espiritismo, em sua vertente de Ciência compromissada com o Consolador, busca compreender o mecanismo de ação da Misericórdia Divina, e já nos faz perceber, com o auxílio das obras de Emmanuel e André Luiz, através de Chico Xavier, que as doenças chamadas cármicas (essa sucessão de doenças não se deu por acaso!) se manifestam como etapas finais de um processo de reequilíbrio do corpo espiritual. O perispírito, que é o veículo de expressão do espírito, permitindo o seu relacionamento com a dimensão material e astral, reflete a disposição da mente (espírito) que, em casos como o seu, pode refletir e traçar metas, com o auxílio de entidades generosas, e se percebeu em necessidade de reparação, de expressar no corpo físico possibilidades de crescimento espiritual através de doenças capazes de levar a um conhecimento maior de si mesmo (esse é o papel da dor, como diz Allan Kardec em A Gênese: “A dor é o aguilhão divino que impele o homem para frente na senda do progresso”). Seu sofrimento não é em vão, nem solitário, é ação da Misericórdia Divina, que, segundo Emmanuel, antecede a Justiça Divina e a atenua quando encontra o homem em trabalho de busca de si mesmo. Siga em frente, tenha o bom ânimo recomendado por Jesus. Você está vencendo etapas que muitos jamais ousaram iniciar! Mantenha-se em sintonia, continue com passes e água fluidificada e com a saudável prática da prece.

Doença e cura

Doença e cura

Orson Peter Carrara

Normalmente, quando a enfermidade aparece, buscamos o médico e/ou o medicamento esperando a cura da doença. Verdadeiramente colocamos toda a responsabilidade pelo restabelecimento da saúde nas mãos do médico ou na eficiência do medicamento. O mesmo medicamento, o mesmo médico, consegue curar alguns e em outros parece que não há qualquer efeito, embora o mesmo procedimento. Por que?

Seria o caso de perguntarmos o que estamos, nós mesmos, fazendo pela própria cura?

A enfermidade é um alerta, um sinal, um verdadeiro despertador para chamar a atenção para algo que está errado. Vem o desespero, a revolta, a inconformação ou o abatimento em muitos casos, piorando o quadro. Mas, chegamos a pensar o que a enfermidade está querendo nos dizer? E o que nós mesmos estamos fazendo para alterar esse quadro que se apresenta? Fazendo por nós mesmos, ao invés de colocarmos a cura na dependência de outras pessoas.

O mesmo ocorre com os atendimentos oferecidos pelos Centros Espíritas. Eles são buscados muitas vezes como se fossem recursos mágicos que resolvessem todos os problemas. Acabamos colocando a responsabilidade pelos nossos problemas em ombros alheios, o que convenhamos, não é ético, nem justo.

Pois todo esse oportuno assunto e sempre atual questionamento está desenvolvido de forma magistral, diria mesmo excelente, em conjunto com dois CDs, pela equipe da Arautos do Kardecismo, de São Paulo, onde o orador e médium espírita Reynaldo Leite desenvolve, repito magistralmente, abordagem sobre doença, cura e o posicionamento do enfermo perante a situação de doença, especialmente as terminais.

O trabalho é tão bom que consideramos devesse ser transmitido via rádio e até TV, para todo o país, se é que já não foi feito pela Rede Boa Nova de Rádio, em horário nobre. Principalmente considerando o expressivo número de enfermos sempre existentes em leitos de hospitais e mesmo em suas residências.

Inspirado mediunicamente, e claro, com seus próprios conhecimentos e experiência própria, pois que também enfrentando situação de enfermidade pessoal, o médium e conhecido orador soube abordar com muita lucidez e riqueza de informações o sempre oportuno tema. É trabalho que merece ser ouvido por todos, espíritas ou não, e especialmente presenteado para quem esteja enfermo. As orientações são muitas seguras, recordam o Evangelho e direcionam para uma postura de compreensão e positiva atitude diante das situações difíceis e dolorosas de uma enfermidade.

Para quem tiver interessado, o telefone para aquisição é 0 xx 11 296-5620. É impossível aprofundar os comentários em simples artigo, mas nosso desejo é que o trabalho seja amplamente conhecido e divulgado, pois poderá beneficiar muita gente. Os conhecimentos espíritas aí estão, à nossa disposição, e a capacidade de "mastigar" o assunto em profundidade para ofertar a todos nós, como rico material de estudo, é o grande mérito deste trabalho. Esperamos tenhamos sensibilizado o leitor para a importância desse conjunto de CDs.

Porém, já que citamos acima, vale dizer ainda que as abençoadas ondas emitidas pela Rede Boa Nova de Rádio é outro fabuloso recurso para mudança da mentalidade psíquica do Brasil. Abençoadas ondas que transmitem selecionada programação espírita. E de muita qualidade! Os espíritas temos que conhecer e divulgar este trabalho executado com tanta competência. Estimular até a instalação de antenas parabólicas nos Centros Espíritas para que a programação possa ser utilizada em horários disponíveis e possíveis pelos integrantes das instituições. E mais, como espíritas ou instituições, associarmo-nos ao Clube do Ouvinte (telefone gratuito 0800 12 18 38) para que a Rede possa se expandir ainda mais, oferecendo sempre com qualidade crescente a mensagem espírita, como já o vem fazendo.

A programação é excelente e precisa ser mais conhecida da família espírita. Atingindo todo Brasil, pois que transmitida via satélite, muita gente ainda não conhece. Os programas de utilidade pública, entrevistas, e toda a qualidade da programação entusiasmam aqueles que reconhecem a importância da divulgação espírita.

Mantida pela Fundação Espírita André Luiz, a rede atende pelo telefone 0 xx 11 6457-7000 e fax 0 xx 11 6457-8085. Há ainda o telefone do ouvinte, o 0 800 99 50 11 e o endereço postal é a caixa postal 46 CEP 07190-970, São Paulo-SP, ou ainda o e-mail rede@radioboanova.com.br. Mas há também o Clube do Ouvinte, através do telefone 0800-12 18 38, que dá oportunidade para o espírita associar-se à rede como contribuinte mensal nessa importante iniciativa de divulgação. A Revista Internacional de Espiritismo, editada em Matão, publicou em sua edição de setembro, reportagem de duas páginas sobre a Rede, inclusive orientando os procedimentos de sintonia.

O fato é que é muito agradável ouvir a Rede Boa Nova. A programação é variada, tem muita qualidade e melhor: divulga a Doutrina Espírita de maneira clara e objetiva. Estando presente em todo o Brasil, via satélite, facilita o intercâmbio do país nesta abençoada tarefa de divulgação. Conhecidos nomes do movimento espírita prestam sua colaboração na programação e oferecem valiosas oportunidades de estudo do Espiritismo, razão pela qual consideramos importante que a família esteja informada desta formidável realidade. São mesmo abençoadas ondas que podem estar em nossos lares. Basta conhecer...

Isto tudo faz lembrar o pioneiro da divulgação espírita pelo rádio, Cairbar Schutel, quando nos idos de 1936 transmitiu pela Rádio Cultura de Araraquara suas notáveis conferências, depois transformadas no livro Conferências Radiofônicas, disponível na Editora O Clarim.

O fato é que há muita angústia no mundo. Iniciamos o assunto falando de doenças, referindo-se aos CDs do Dr. Reynaldo Leite, e concluímos falando da Rede Boa Nova de Rádio, simplesmente para dizer o que todos já sabemos: tudo é uma questão de sintonia. E já que há algo bom para sintonizar, estejamos nesta onda, mas não nos esqueçamos de espalhar a boa notícia, estimulando pessoas e grupos para que também entrem nessa onda, melhorando o ambiente de seus lares com a mensagem espírita.

ESPIRITISMO E ENFERMIDADES

ESPIRITISMO E ENFERMIDADES


PARTE I: CIÊNCIAS E DOENÇAS

Baseando-se nos informes da Organização Mundial de Saúde, temos que: SAÚDE é o estado de completo bem-estar físico, mental, psíquico e social do indivíduo e DOENÇA é a falta ou pertubação da saúde.

As doenças têm por causa os agentes:

- químicos (fatores climáticos, físicos e químicos)

- biológicos (insetos vetores e riscos de contágio, bactérias, vírus e parasitas; alterações genéticas e degenerativas)

- psicossociais (fatores ambientais, psíquicos e sociais)

São fatores básicos para a manutenção da saúde (da normalidade funcional e equilíbrio orgânico): a resistência orgânica e a resistência natural, as quais se relacionam com as funções nutritivas, imunitárias, mecanismo de adaptação, funções psíquicas. Quanto às doenças, são de diferentes tipos: Cromossômicas, auto-imunes, degenerativas, genéticas, hereditárias, infecciosas, mentais, parasitárias, metabólicas.


PARTE II: ORIGEM ESPIRITUAL DAS DOENÇAS

“As doenças fazem parte das provas e vicissitudes da vida terrena, são inerentes à grosseria da nossa natureza material e à inferioridade do mundo que habitamos.” (Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo). Sem desprezar nem contrariar as afirmativas da ciência, a Doutrina Espírita complementa nossos conhecimentos sobre saúde e doença com informações e esclarecimentos espirituais. Assim, ficamos sabendo:

- que a doença tem origem espiritual, decorre do estado evolutivo do ser e nunca acontece por acaso;

- que podemos enfermar por ação fluídica;

- o que devemos fazer para prevenir, superar ou como suportar a enfermidade.

DOENÇAS HEREDITÁRIAS

“As paixões e excessos de toda ordem semeiam em nós germes malsãos, às vezes hereditários.” (Allan Kardec). Quando herdamos uma doença, é por que:

- temos ligação espiritual anterior com os membros desta família;

- ou precisamos dessa situação como expiação;

- ou é uma prova para que sejamos levados a conhecer o problema e procurar solucioná-lo, ou aprender a suportá-lo, testemunhando fé, paciência, resignação.

DOENÇAS CONTAGIOSAS

Neste caso, permanecemos neste meio onde estas doenças se incidem também por necessidade de prova ou expiação, e temos no caso predisposição para o contágio em virtude de fragilidade em nosso perispírito ou por atos infelizes em anteriores existências.

ENFERMIDADES POR AÇÃO FLUÍDICA

“Sendo o perispírito dos encarnados de natureza idêntica à dos fluidos espirituais, ele os assimila com facilidade, como uma esponja se embebe de um líquido. Esses fluidos exercem sobre o perispírito uma ação tanto mais direta quanto, por sua expansão e irradiação, o perispírito com ele se confunde. Atuando esses fluidos sobre o perispírito, este, a seu turno reage sobre o organismo material com que se acha em contato molecular.” (Allan Kardec/ A Gênese)

* Por ação própria: pensando, sentindo, agindo, influímos sobre os fluidos do nosso perispírito e os efeitos fatalmente atingirão o corpo físico.

* Por influência de outros: é pelos fluidos que emanamos que atraímos os bons ou maus espíritos, os quais influenciarão com os seus sobre nós.

Em ambos os casos, podemos verificar que somos nós os únicos responsáveis pelo equilíbrio ou desequilíbrio energético de nossos corpos.


PARTE III: ENFERMIDADE E PREVENÇÃO

Quando nos perturbamos ou desequilibramos física ou espiritualmente de modo intenso e demorado, ocorre:

- desgaste fluídico, onde se consome muito fluido vital e não conseguimos produzir outros suficientes para se renovar.

- produzimos fluidos densos, mórbidos, doentios, onde estes maus fluidos se acumulam no perispírito e, aos poucos, são filtrados para as células do corpo físico, podendo levar um órgão, sistema ou aparelho a lesão ou mal funcionamento.

- quebra da resistência natural, o organismo fica mais exposto à eclosão de enfermidades ou a contraí-las do exterior.

“... o número de enfermidades essencialmente orgânicas, sem interferências psíquicas, é positivamente diminuto... A maioria das moléstias procede da alma, das profundezas do ser.

... quantas enfermidades pomposamente batizadas pela ciência médica não passam de estados vibratórios da mente em desequilíbrio.

... qualquer desarmonia interior atacará naturalmente o organismo em sua zona vulnerável. Um experimentar-lhe-á os efeitos no fígado, outro, nos rins e, ainda outro, no próprio sangue.

Em tese, todas as manifestações mórbidas se reduzem a desequilíbrio esse cuja causa repousa no mundo mental.” (Emmanuel , Vinhas de Luz, cap. CLVII)

Saúde é, principalmente, uma questão de manutenção do equilíbrio fluídico e doença, tem origem espiritual, nesta ou em vidas passadas.

É imprescindível cuidar do corpo físico, cultivar bons pensamentos e sentimentos, praticar o bem sempre.

“Se Deus não houvesse querido que os sofrimentos corporais se dissipassem ou abrandassem em certos casos, não teria posto ao nosso alcance meios de cura. A esse respeito, a sua solicitude, em conformidade com o instinto de conservação, indica que é dever nosso procurar esses meios e aplicá-los.” Allan Kardec

“Se, porém, mal grado aos nossos esforços não o conseguirmos, devemos suportar com resignação os nossos passageiros males. Lembremo-nos de que as lesões e chagas, frustrações e defeitos em nossa forma externa são remédios da alma que nós mesmos pedimos à farmácia de Deus.” (Emmanuel Seara dos Médiuns).

Saúde, doença, enfermidade.

Saúde, doença, enfermidade.


Marta Antunes Moura

 Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma agência mundial especializada em saúde, fundada em 7 de abril de 1948 e subordinada à Organização das Nações Unidas, com sede em Genebra, Suíça. À época da criação da OMS, logo após a Segunda Guerra Mundial, havia a preocupação de elaborar uma definição positiva de saúde, que incluísse os aspectos alimentação, atividade física, acesso ao sistema de saúde e bem-estar social, sobretudo este, decorrente da devastação causada pela guerra e pela expectativa da paz que a Humanidade buscava.

Outros aspectos foram incorporados a essa ideia inicial: pela primeira vez uma organização internacional de saúde faz referência à saúde mental e a partir da década de 80 o sentido de ecologia foi incorporado à definição, que ficou assim: Saúde “é um estado de completo bem-estar físico, mental, social e ecológico, não consistindo somente da ausência de uma doença ou enfermidade”. 1,2,3



O fato de a Declaração da OMS considerar saúde como um estado de completo bem-estar passou a ser alvo de críticas logo que o conceito foi publicado, sendo interpretado por uma parcela de estudiosos como um ideal inatingível ou de pouca possibilidade de concretização. Supôs-se, até, que a definição conduziria a uma “medicalização” da existência humana e abusos por parte do Estado, a título de promover a saúde. Por outro lado, os defensores do conceito da OMS alegaram (e alegam) que a definição utópica de saúde é útil porque: 1o) destaca a necessidade de prevenção de doenças; 2o) considera o ser humano de forma integral; 3o) prioriza ações médicas e paramédicas, hospitalares e em nível de políticas de saúde; 4o) concede liberdade para o seu desenvolvimento em todos os níveis da organização social.2



Com base nesse referencial, no discurso de abertura das comemorações do Dia Mundial da Saúde, ocorridas em 7 de abril do ano em pauta, a OMS focaliza a saúde do idoso, assinalando que “uma boa saúde ao longo da vida pode ser acrescida de vida”.1 Destaca, igualmente, a importância de homens e mulheres idosos não só prolongarem o período de sua existência física, mas que tenham também uma vida produtiva. No final do discurso, proferido pela diretora geral da OMS, a chinesa Margaret Chan enfatiza: “no curso do século atual o mundo terá mais pessoas idosas que crianças. Teremos, então, que reinventar a velhice”.4



Durante as comemorações do Dia Mundial da Saúde, a OMS convida os profissionais de saúde e a população em geral para refletirem sobre o tipo de sociedade que está sendo construída no mundo atual. Lança um apelo aos dirigentes das nações e aos indivíduos comprometidos com os destinos da Humanidade, pedindo-lhes examinarem políticas e medidas que, efetivamente, são consideradas necessárias para adiar o envelhecimento da população e atendê-la privilegiando antes de tudo a saúde. Para se ter uma ideia geral do assunto, acredita-se que, somente na Europa, o número de pessoas com mais de 65 anos será o dobro entre 2010 e 2050.4



Faz-se necessário saber distinguir doença e enfermidade, vocábulos popularmente considerados sinônimos. O significado é diverso, não é a mesma coisa. As Ciências da Saúde designam doença como um distúrbio das funções de um órgão, da psique ou do organismo, visto como um todo, que pode estar associado a sintomas específicos. A doença é, pois, “condição de não estar bem.[...] Uma condição patológica do corpo, que apresenta um grupo de sinais e sintomas clínicos e de achados laboratoriais peculiares à condição e que classifica a condição como uma entidade anormal, diferente de outros estados orgânicos normais ou patogênicos”.5 Doença é sempre entendida como um distúrbio (patologia) tangível, que pode ser mensurado, e que é produzida por fatores externos (p. ex., infecções por microorganismos) ou por mal funcionamento interno do organismo (doenças autoimunes, metabólicas, genéticas, congênitas, traumáticas etc.), em geral revelados por sinais e sintomas. Sinais são alterações no organismo que podem indicar adoecimento, percebidas ou medidas por profissionais de saúde. Sintomas são alterações relatadas pelo paciente. Enfermidade, por outro lado, é uma manifestação individual e pessoal. Aquilo que o paciente sente ou percebe. Por exemplo: “uma pessoa pode ter uma doença séria, como a hipertensão, mas sem sentir dor ou sofrimento, e assim não estará enferma. Por outro lado, a pessoa pode estar extremamente enferma, p. ex., com histeria ou enfermidade mental, mas sem evidência de doença, segundo a avaliação das alterações patológicas do corpo”.5



Emmanuel faz os seguintes comentários a respeito do conceito de saúde:



Para o homem da Terra, a saúde pode significar o equilíbrio perfeito dos órgãos materiais; para o plano espiritual, todavia, a saúde é a perfeita harmonia da alma, para obtenção da qual, muitas vezes, há necessidade da contribuição preciosa das moléstias e deficiências transitórias na Terra.6



Segundo a Doutrina Espírita, qualquer doença ou enfermidade, por mais superficiais que sejam, têm raízes no Espírito, nas experiências vividas pelo Espírito:



As chagas da alma se manifestam através do envoltório humano. O corpo doente reflete o panorama interior do espírito enfermo. A patogenia é um conjunto de inferioridades do aparelho psíquico.7



Em outra oportunidade, Emmanuel, também nos lembra:



A doença sempre constitui fantasma temível no campo humano, qual se a carne fosse tocada de maldição; entretanto, podemos afiançar que o número de enfermidades, essencialmente orgânicas, sem interferências psíquicas, é positivamente diminuto. A maioria das moléstias procede da alma, das profundezas do ser. Não nos reportando à imensa caudal de provas expiatórias que invade inúmeras existências, em suas expressões fisiológicas, referimo-nos tão somente às moléstias que surgem, de inesperado, com raízes no coração. Quantas enfermidades pomposamente batizadas pela ciência médica não passam de estados vibratórios da mente em desequilíbrio? Qualquer desarmonia interior atacará naturalmente o organismo em sua zona vulnerável. Um experimentar-lhe-á os efeitos no fígado, outro, nos rins e, ainda outro, no próprio sangue. Em tese, todas as manifestações mórbidas se reduzem a desequilíbrio, desequilíbrio esse cuja causa repousa no mundo mental.8



Ante essas orientações, a cura das doenças e das enfermidades reside no próprio Espírito:



E é ainda na alma que reside a fonte primária de todos os recursos medicamentosos definitivos. A assistência farmacêutica do mundo não pode remover as causas transcendentes do caráter mórbido dos indivíduos. O remédio eficaz está na ação do

próprio espírito enfermiço.9



Ponderemos, contudo, que a despeito das doenças terem raízes espirituais, o homem pode e “deve mobilizar todos os recursos ao seu alcance em favor do seu equilíbrio orgânico. Por muito tempo ainda, a Humanidade não poderá prescindir da contribuição do clínico, do cirurgião, do farmacêutico, missionários do bem coletivo. O homem tratará da saúde do corpo até que aprenda a preservá-lo e defendê-lo, conservando a preciosa saúde de sua alma”.10



Sendo assim, os estados de saúde e doença estão diretamente relacionados às escolhas que o indivíduo faz, ao bom e mau uso do livre-arbítrio, uma vez que, na vida, a lei de causa e efeito funciona inexoravelmente, ainda que sempre atenuada pela misericórdia divina:



[...] é justo recordar que a criatura, durante a reencarnação, elege, automaticamente, para si mesma, grande parte das doenças que se lhe incorporam às preocupações.11



Em suma, a prevenção e o tratamento de doenças e de enfermidades restringem-se à prática do bem, que é “o único antídoto eficiente contra o império do mal em nós próprios”.12



Fonte Revista Reformador de SETEMBRO de 2012.



Referências:



1WHO – Organização Mundial da Saúde. Disponível em: <http://www.who.int/en/> ou em francês: <http://www.who.int/fr/index. html>.

2DEFINIÇÕES DE SAÚDE. Disponível em: <http://www.redehumanizasus.net/3589 definicoes-de-saude>.

3CLAYTON, L. Thomas. [Visiting Scientist Harvard University School of Public Health]. Dicionário médico enciclopédico taber. Trad. Fernando Gomes do Nascimento. 17. ed. brasileira. São Paulo: Manole, 2000. p. 1.583.

4DIA MUNDIAL DA SAÚDE. Disponível em: <http://www.euro.who.int/en/who-wea r e / w h d / w o r l d - h e a l t h - d a y - 2 0 1 2 / news/news/2012/03/healthy-ageing-infocus- on-world-health-day>.

5CLAYTON, L. Thomas. [Visiting Scientist Harvard University School of Public Health]. Dicionário médico enciclopédico taber. Trad. Fernando Gomes do Nascimento. 17. ed. brasileira. São Paulo: Manole, 2000. p. 524.

6XAVIER, Francisco C. O consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 28. ed. 5. reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2011. Q. 95.

7______. ______. Q. 96.

8______. Vinha de luz. Pelo Espírito Emmanuel. ed. esp. 1. reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2011. Cap. 157.

9______. O consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 28. ed. 5. reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2011. Q. 96.

10______. ______. Q. 97.

11______. Religião dos espíritos. 21. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2010. Cap. Doenças escolhidas, p. 233.

Saúde e doença à luz da Doutrina Espírita

Saúde e doença à luz da Doutrina Espírita

   A Organização Mundial de Saúde diz que:
- saúde é completo bem estar físico, mental e social;
- doença é a falta ou a perturbação desse estado.
   Sem desprezar nem contrariar as afirmativas da Ciência quanto aos fatores por ela conhecidos que asseguram a saúde ou levam à enfermidade, o Espiritismo levanta o aspecto espiritual da questão, trazendo esclarecimentos importantes a respeito, tais como:
1. A doença não acontece por acaso, ela tem uma origem espiritual.
   De fato, não podemos atribuir ao acaso a doença que nos atinja, pois não existe acaso no Universo, que é inteiramente regido por leis divinas, naturais, perfeitas e imutáveis.
   A origem espiritual da doença explica-se assim:
a) a ação insuficiente ou desequilibrada do espírito (do próprio enfermo ou por influência de outrem, como na obsessão) poderá prejudicar o perispírito, desarmonizando-o, deixando-o em carência vibratória;
b) como o perispírito influi sobre o corpo físico, com o qual está em íntima e constante relação, transmitirá a ele essa desarmonia ou carência vibratória;
c) o corpo, por sua vez, ficando prejudicado, apresentará a doença, ou permitirá a eclosão daquela que já trazia em estado potencial, ou não conseguirá evitar que se instale a que lhe vier do exterior.
   Portanto, ainda que não tenha causa evidente ou pareça ser somente um problema físico, a doença sempre tem, basicamente, uma origem espiritual, sendo que a causa poderá ter se dado na existência atual ou em encarnação anterior.
   Jesus afirmava haver relação espírito-corpo nas enfermidades quando, ao curar alguém, lhe dizia: "os teus pecados estão perdoados." Por "pecados" entendemos "desequilíbrios espirituais", cujos efeitos Jesus sanava.
   2. A doença guarda relação com o estado evolutivo do ser.
   É devido ao nosso atual estágio de evolução que:
a) nascemos na Terra, mundo em que a matéria é grosseira e há doenças. Ex.: gripe, catapora, etc.;
b) aproveitamos para reencarnar em determinada família em que a hereditariedade causa certa doença ou a ela predispõe, para ressarcir débitos (a não ser que tenhamos condições espirituais para superá-las, podendo nos tornar auxiliares de nossos familiares). Ex.: cegueira;
c) trazemos, em nosso perispírito, determinação ou predisposição para alguma doença, como consequência da ação espiritual por nós exercida em vidas anteriores. Ex: quem lesou o pulmão com o cigarro, estará predisposto a doenças relacionadas com o pulmão, como asma, bronquite, tuberculose, etc.;
d) habitamos obrigatoriamente determinado meio ambiente, que é favorável ou não a enfermidades;
e) sabemos ou não como cuidar do corpo, prevenir enfermidades, e a isso nos aplicamos ou não.
   Kardec: "As doenças fazem parte das provas e vicissitudes da vida terrena são inerentes à grosseria da nossa natureza material e à inferioridade do mundo que habitamos. As paixões e excessos de toda ordem semeiam em nós germens malsãos e às vezes hereditárias."
   É, ainda, conforme nossa evolução espiritual que:
a) exercemos efeitos fluídicos bons ou maus sobre o nosso perispírito, que repercutem no corpo físico;
b) atraímos bons espíritos, que nos influenciam com seus fluidos benéficos, ou espíritos maus, sofredores, de fluidos maléficos ou enfermiços.
   Para nós, espíritos encarnados na Terra, as doenças ainda continuarão a ser fato inevitável, porque inerentes ao nosso presente estado evolutivo, por enquanto necessárias ao nosso desenvolvimento intelecto-moral. O Espiritismo não só nos informa sobre a origem espiritual das doenças. Revela-nos, também, os meios espirituais de as prevenir, superar ou suportar.
   Quando é que a enfermidade tende a aparecer?
   Quando nos perturbamos ou desequilibramos física ou espiritualmente, de modo intenso e demorado (por nós mesmos ou sob influência alheia), pois com o desgaste fluídico ou a assimilação de fluidos maus (de outros ou do ambiente) a resistência natural é quebrada, ficando o organismo mais exposto à eclosão de enfermidade ou a contraí-las do exterior.

   "Sendo o perispírito dos encarnados de natureza idêntica à dos fluidos espirituais, ele os assimila com facilidade, como uma esponja se embebe de um líquido. Esses fluidos exercem sobre o perispírito uma ação tanto mais direta, quanto, por sua expansão e sua irradiação, o perispírito com eles se confunde."
   "Atuando esses fluidos sobre o perispírito, este, a seu turno, reage sobre o organismo material com que se acha em contato molecular. Se os eflúvios são de boa natureza, o corpo ressente uma impressão salutar; se são maus, a impressão é penosa. Se são permanentes e enérgicos, os eflúvios maus podem ocasionar desordens físicas; não é outra a causa de certas enfermidades." Allan Kardec

   Como evitar enfermidades
   Para nos prevenirmos espiritualmente das enfermidades, além de cuidar do corpo, cultivemos os bons pensamentos e sentimentos, e pratiquemos somente o bem e nunca o mal.
   Se, apesar de nossos cuidados, a enfermidade aparecer:
a) Encaremo-la como um alerta ou uma advertência quanto à nossa conduta atual, ou, como consequência do passado exigindo reajuste para voltarmos ao equilíbrio;
b) Não compliquemos mais a situação com tristeza e desânimo, revolta ou agressividade;
c) Busquemos na Medicina e nos recursos espirituais o alívio possível e, quem sabe, até mesmo a cura;
  ("Se Deus não houvesse querido que os sofrimentos corporais se dissipassem ou abrandassem em certos casos, não teria posto ao nosso alcance meios de cura.")
   ("A esse respeito, a sua solicitude, em conformidade com o instinto de conservação, indica que é dever nosso procurar esses meios e aplicá-los.")
   (". . . façamos o que de nós depende para melhorarmos as nossas condições atuais.")
d) Procuremos nos conscientizar quanto ao que causou a enfermidade e modifiquemos para melhor o nosso comportamento (a fim de evitar o prosseguimento do mal e sem instalação mais profunda); apliquemo-nos no bom emprego de nossas possibilidades de ação, apesar das limitações que a enfermidade nos imponha (a fim de compensar o desequilíbrio já causado, manter o equilíbrio nas áreas não comprometidas e adquirir merecimento para ser socorrido espiritualmente.
  ("Não peques mais, para que não te suceda algo pior." – Jesus)
      É possível curar pela ação fluídica?
   Sim, pois são de natureza fluídica tanto o perispírito como o corpo físico e o espírito pode agir sobre os fluidos.  É por ação fluídica que se dá a "cura espiritual", quer seja obtida por via mediúnica, ou através de passes, água fluidificada, irradiações ou, mesmo, de uma simples oração.
   "A oração da fé salvará o enfermo", diz Tiago (5:15) e Kardec explica:
   "A prece, que é um pensamento, quando fervorosa, ardente, feita com fé, produz o efeito de uma magnetização, não só chamando o concurso dos bons Espíritos, mas dirigindo ao doente uma salutar corrente fluídica."
   "Curai os enfermos", dizia Jesus aos discípulos (Mt 10:8), conclamando-os a fazer curar por ação fluídica.   Numerosos são, no Evangelho, os relatos sobre Jesus e seus apóstolos curando assim. Allan Kardec examina alguns deles no capítulo XV; de "A Gênese", mostrando que Jesus não fazia milagres, mas curava pela ação fluídica.
   O agente da cura pode ser um encarnado ou desencarnado pois todos os espíritos tem no seu próprio perispírito um reservatório de fluidos (bons ou maus) e os emanam podendo direcioná-los a outros seres.
Os fluidos bons podem servir como agente terapêutico.
   É muito comum a faculdade de curar por influência fluídica e pode desenvolver-se por meio do exercício.
Quem estiver saudável e equilibrado pode beneficiar fluidicamente os enfermos (com passes, irradiações, água fluidificada, etc.)
   Aprendendo e executando, desenvolverá seu potencial de ação sobre os fluidos.
   A mediunidade de cura, porém, bem mais rara, é espontânea e se caracteriza "pela energia e instantaneidade da ação."
   O médium de cura age "pelo simples contato, pela imposição das mãos, pelo olhar, por um gesto, mesmo sem o concurso de qualquer medicamento."
O poder curativo estará na razão direta:
1. da pureza dos fluidos produzidos (o que depende das qualidades morais, pureza das intenções, etc.)
2. da energia da vontade (o desejo ardente de ajudar provoca maior emissão fluídica e dá ao fluido maior força de penetração)
3. da ação do pensamento (dirigindo os fluidos na sua aplicação).
   Para que a cura se dê:
1. o fluido, como matéria terapêutica, tem de atingir a matéria orgânica a fim de repará-la;
2. a corrente fluídica pode ser dirigida para o local enfermo pela vontade do curador (que age como bomba calcante);
3. ou pode ser atraída pelo desejo ardente e confiança do enfermo (que age como bomba aspirante);
4. às vezes, é necessária a simultaneidade das duas ações e, doutras, basta uma só.
   A fé é uma força atrativa; quem não a possui, opõe à corrente fluídica uma força repulsiva ou, pelo menos de inércia, que paralisa ou dificulta a ação fluídica.
   Podemos entender, agora, porque Jesus, ao curar alguém, dizia: "Se tiverdes fé" ou "A tua fé te salvou."
   A ação fluídica cura qualquer doença?
   "Fundada em leis naturais", a faculdade de curar "tem limites traçados pelas mesmas." A ação fluídica pode: "dar sensibilidade a um órgão existente, fazer dissolver e desaparecer um obstáculo ao movimento e à percepção, cicatrizar uma ferida, porque então o fluido se torna um verdadeiro agente terapêutico; mas é evidente que não pode remediar a ausência ou a destruição de um órgão."
   "Há, pois, doenças fundamentalmente incuráveis, e seria ilusão crer que a mediunidade curadora vá livrar a humanidade de todas as suas enfermidades."
   Todas as pessoas podem ser curadas?
   É lícito buscar a cura. Mas não se pode exigi-la, porque dependerá:
a) das condições de atração e fixação dos fluidos curadores por quem os irá receber (fé, afinidade fluídica);
b) do merecimento ou necessidade espiritual do enfermo.
   Quando uma pessoa tem merecimento, ou sua existência precisa continuar, ou as tarefas a seu cargo exigem boa saúde, a cura poderá ocorrer em qualquer tempo e lugar e, até mesmo, sem intermediários (aparentemente, porque ajuda espiritual sempre terá havido). Mas, às vezes, o bem do doente está em continuar sofrendo aquela dor ou limitação que o reajusta e equilibra espiritualmente; então, pensamos que, nossa prece não foi ouvida; mas a prece sempre terá produzido algum benefício (alívio, conforto, calma, coragem).
   A doença é uma terapêutica da alma, dentro do mecanismo da evolução humana. É a filtragem, no corpo, dos efeitos prejudiciais dos desequilíbrios espirituais. Funciona, também, como processo que induz à reflexão e disciplina. Enquanto não produziu seus efeitos benéficos, não deve ser suprimida.
De todos os enfermos que o procuravam, Jesus curou somente aqueles em quem os efeitos purificadores da enfermidade já haviam atingido seu objetivo reequilibrante, ou aqueles que já apresentavam condições para receberem esse auxílio no corpo físico.
Diz Divaldo P.Franco: "Muitas vezes Jesus aplicou a terapia para diminuir as mazelas humanas, contudo, sempre dizendo aos recém curados: vai e não voltes a pecar . . . isto é, não se comprometa moral e emocionalmente, para que não lhe aconteça algo pior. Só existe doenças porque há doentes. No instante em que se renove interiormente, o indivíduo não terá mais doenças. Libertamo-nos de uma doença, sendo acometidos por outra, em virtude dos fenômenos cármicos, por nossas dívidas. O Espiritismo tem sido mais um consultório para atender corpos do que uma Doutrina de psicoterapia para libertar almas: não que isso seja negativo, mas não é fundamental. O médium curador é um indivíduo que possui uma energia típica podendo trabalhar nas células, fazendo com que a pessoa recupere o equilíbrio momentaneamente perdido. Poderá atuar no campo da degenerescência celular, contribuir na área psicológica, psiquiátrica, tendo como fundamento essencial trabalhar o ser como indivíduo integral, para, em se transformando, não ter necessidade de depurar-se através da dor e, ao contrário de sofrer, amar. As dívidas que tenha, resgatará pelo bem que realize e, não, pelas lágrimas que verta."

Referências bibliográficas:
Obras Básicas da Codificação Espírita – Allan Kardec (Gên/ESE/LE/LM);
Apostila no.6 de estudos do GEAK – Rudymara.

DOENÇAS NA VISÃO ESPÍRITA

DOENÇAS NA VISÃO ESPÍRITA

 
A doença não acontece por acaso, ela tem uma origem espiritual? De fato, não podemos atribuir ao acaso a doença que nos atinja, pois não existe acaso no Universo, que é inteiramente regido por leis divinas, naturais, perfeitas e imutáveis. Ainda que não tenha causa evidente ou pareça ser somente um problema físico, a doença sempre tem, basicamente, uma origem espiritual, sendo que a causa poderá ter se dado na existência atual ou em encarnação anterior.
A doença guarda relação com o estado evolutivo do ser? Sim. É devido ao nosso atual estágio de evolução que: Nascemos na Terra, mundo em que a matéria é grosseira e há doenças. Ex.: gripe, catapora, etc.; aproveitamos para reencarnar em determinada família em que a hereditariedade causa certa doença ou a ela predispõe, para ressarcir débitos (a não ser que tenhamos condições espirituais para superá-las, podendo nos tornar auxiliares de nossos familiares). Ex.: cegueira; trazemos, em nosso perispírito, determinação ou predisposição para alguma doença, como conseqüência da ação espiritual por nós exercida em vidas anteriores. Ex: quem lesou o seu pulmão com o cigarro, estará predisposto a doenças relacionadas com o pulmão, como asma, bronquite, tuberculose, etc.; habitamos obrigatoriamente em determinado meio ambiente, que é favorável ou não a enfermidades; sabemos ou não como cuidar do corpo, prevenir enfermidades, e a isso nos aplicamos ou não.
Kardec: "As doenças fazem parte das provas e vicissitudes da vida terrena são inerentes à grosseria da nossa natureza material e à inferioridade do mundo que habitamos. As paixões e excessos de toda ordem semeiam em nós gérmens malsãos, às vezes hereditários."
É, ainda, conforme nossa evolução espiritual que: Exercemos efeitos fluídicos bons ou maus sobre o nosso perispírito, que repercutem no corpo físico; atraímos bons espíritos, que nos influenciam com seus fluidos benéficos, ou espíritos maus, sofredores, de fluidos maléficos ou enfermiços.
Para nós, espíritos encarnados na Terra, as doenças ainda continuarão a ser fato inevitável, porque inerentes ao nosso presente estado evolutivo, por enquanto necessário ao nosso desenvolvimento intelecto-moral. O Espiritismo não só nos informa sobre a origem espiritual das doenças. Revela-nos, também, os meios espirituais de as prevenir, superar ou suportar.
Quando é que a enfermidade tende a aparecer? Quando nos perturbamos ou desequilibramos física ou espiritualmente, de modo intenso e demorado (por nós mesmos ou sob influência alheia), pois com o desgaste fluídico ou a assimilação de fluidos maus (de outros ou do ambiente) a resistência natural é quebrada, ficando o organismo mais exposto à eclosão de enfermidade ou a contraí-las do exterior.
Como evitar enfermidades? Além de cuidar do corpo evitando vicíos de entorpecentes, alucinógenos, alimentação excessiva, etc.; cultivemos os bons pensamentos e sentimentos, e pratiquemos somente o bem e nunca o mal.
E se, apesar de nossos cuidados, a enfermidade aparecer? Encaremo-la como um alerta ou uma advertência quanto à nossa conduta atual, ou, como consequência do passado exigindo reajuste para voltarmos ao equilíbrio; não compliquemos mais a situação com tristeza e desânimo, revolta ou agressividade; busquemos na Medicina e nos recursos espirituais o alívio possível e, quem sabe, até mesmo a cura; "se Deus não houvesse querido que os sofrimentos corporais se dissipassem ou abrandassem em certos casos, não teria posto ao nosso alcance meios de cura."; procuremos nos conscientizar quanto ao que causou a enfermidade e modifiquemos para melhor o nosso comportamento (a fim de evitar o prosseguimento do mal e sem instalação mais profunda); apliquemo-nos no bom emprego de nossas possibilidades de ação, apesar das limitações que a enfermidade nos imponha a fim de compensar o desequilíbrio já causado, manter o equilíbrio nas áreas não comprometidas e adquirir merecimento para ser socorrido espiritualmente.
"Não peques mais, para que não te suceda algo pior." - Jesus

Doenças na visão espírita - links

http://casadeemmanuel.org.br/entrevista_roberto_lucio.html

http://www.verdadeluz.com.br/as-origens-das-enfermidades-sob-visao-espirita/

http://www.espiritoimortal.com.br/espiritismo-e-as-doencas/

http://bvespirita.com/Apostila%2006%20-%20Doencas%20e%20Curas%20(Grupo%20de%20Estudo%20Allan%20Kardec).pdf

Saúde e doença à luz da doutrina espírita

Saúde e doença à luz da doutrina espírita

José Carlos Pereira Jotz

Doença e saúde se referem ao estado em que se encontram as pessoas e não ao estado de órgãos ou partes do corpo. O corpo físico nunca está só doente ou só saudável, já que nele se

expressam realmente as informações da consciência.

O corpo de um ser humano vivo deve seu funcionamento ao espírito que o habita.   Quando as várias funções corporais se desenvolvem em conjunto dentro de uma harmonia, ele se encontra num estado que denominamos de saúde.

Se uma função falha, ela compromete a harmonia do todo e então falamos que ele se encontra em um estado de doença. A doença é a perda relativa da harmonia. Esta perturbação da harmonia acontece em nível de consciência, que é a parte espiritual do ser, enquanto o corpo é a forma de apresentação desta desarmonia.



O nosso “não consciente” envia mensagens ao nosso “consciente”, sob a forma de tensões ou sofrimentos físicos e emocionais. Procurando “silenciar” esta tentativa de comunicação, utilizamos medicamentos para acabar com os sintomas, sem perceber o que gerou os mesmos.

Para se dar conta de onde está situada a causa inicial, médicos e pacientes precisam aprender não apenas a perceber o que é visível na luz, mas também identificar o que está escondido na sombra.

Médicos e pacientes precisam aprender a perceber onde está a causa inicial porque tem o papel de orientar. Se não souberem a causa, irão tratar apenas a consequência. Pacientes, porque são os principais interessados e responsáveis por sua cura.

Origem da desarmonia no períspirito:

Sabemos todos que o períspirito é preexistente e sobrevivente à morte do corpo material, transmitindo suas vontades ao corpo físico e as impressões do corpo físico ao espírito;

Que o envoltório carnal se modela e as células se agrupam de acordo com a forma perispiritual;

Que as qualidades ou defeitos, faltas, abusos e vícios de existências passadas registrados no

Períspirito reaparecem no corpo físico como enfermidades e moléstias.

Inúmeras almas já renascem “adoecidas”, ou seja, com os componentes psíquicos enfermiços. Em grande parte dos casos, o componente inicial desta enfermidade é a falta de auto amor.

O amar a si mesmo ainda é uma lição que todos temos de aprender. Muitas reencarnações têm por objetivo precípuo restabelecer o desejo de viver e recuperar a alegria de sentir-se em paz. Uma consequência da falta do auto amor é a depressão.

Do conceito espírita Depressão é cansaço de viver, é não aceitar a vida como ela é.
É a “doença prisão” que cassa a liberdade da criatura rebelde, viciada em ter seus caprichos atendidos.
É uma intimação de leis da vida convocando a alma a mudanças inadiáveis.
Em tese, depressão é a reação da alma que não aceitou sua realidade pessoal como ela é estabelecendo um desajuste interior que a incapacita para viver plenamente.
No capítulo “Receituário oportuno” do livro “Escutando os Sentimentos”, de Wanderley S. de Oliveira, Ermance Dufaux nos diz ser necessário ingerir três medicações com frequência:

1. Acreditar que merece a felicidade, assim como todos os seres humanos (ser feliz é contentar-se com o que se é, sem que isso signifique estacionar; é o amor a si);

2. Parar de encontrar motivos externos para suas dores, encontrando-lhes as causas íntimas (dentro de cada um está à cura para todos os seus males);

3. Parar de pensar em felicidade para depois da morte e tentar ser feliz ainda em vida (a felicidade resulta da habilidade de consolidar o sentido da vida a partir do “olhar de impermanência”).

As emoções e os chakras

Sabemos quando a consciência de uma pessoa está desequilibrada, pois ela torna-se visível e palpável na forma de sintomas físicos ou psicológicos o seu desequilíbrio, existem desarmonias registradas a nível perispiritual. É o ser humano que está doente (espírito) e não o seu corpo físico.

Como os chakras fornecem energia sutil aos diversos órgãos do corpo, os bloqueios e conflitos emocionais podem resultar num fluxo energético anormal para diversos sistemas fisiológicos. Com o tempo, esses fluxos anormais de energia podem produzir doenças de maior ou menor gravidade em qualquer órgão do corpo.

O estresse emocional é um importante fator no processo de produção de doenças. Os conflitos emocionais, os sentimentos de impotência e a falta de amor por si próprio podem ter efeitos nocivos sobre o funcionamento dos principais chakras.

A falta de amor a si ou a autoimagem ruim pode causar bloqueio no chakra cardíaco, o qual, secundariamente, afeta o funcionamento do timo, debilitando o sistema imunológico. Também pode afetar os pulmões contribuindo para as doenças respiratórias.

A forma inadequada de expressar verbalmente o que sente ou a não expressão verbal dos sentimentos internos pode interferir na função do chakra laríngeo. Esta pode ser a causa de muitos casos de amigdalites ou transtornos de tireoide.

Nossas doenças são frequentemente um reflexo simbólico dos nossos estados internos de intranquilidade emocional, bloqueio espiritual e desconforto. Isto sugere que a prescrição de medicamentos de efeito rápido, que aliviem apenas temporariamente os sintomas agudos da doença, não é a solução ideal para minorar os problemas do paciente, dentro de uma perspectiva reencarnacionista.

A medicina do futuro deverá ensinar os pacientes a reconhecer os fatores emocionais e energéticos sutis que podem predispô-los a determinados estados mórbidos. Terão mais facilidade em detectar disfunções nos chakras, corpos emocional, etérico e mental.



Hereditariedade

Por que ficamos doentes se aparentemente fazemos tudo certo?

A hereditariedade existe, mas os registros, no perispírito, das experiências passadas da alma (psíquicos, intelectuais, profissionais, morais e emocionais) determinam a formação dos órgãos no novo corpo material. A hereditariedade reflete a aproximação por afinidades vibratórias entre os membros de uma mesma família.

Na fecundação, o gameta masculino vitorioso está impulsionado pela energia do perispírito do reencarnante que encontrou nele os fatores genéticos necessários para a programação reencarnatória. Os códigos genéticos da hereditariedade, em consonância com o conteúdo vibratório dos registros, vão organizando o corpo físico.

As enfermidades graves decorrem de faltas passadas e contribuem para o aprendizado, reparação e restauração dos atos inadequados, além da elevação da alma.

Certos acontecimentos e doenças são permitidas pelo plano espiritual para estimular o espírito a cumprir compromissos com a sua jornada evolutiva.

Assim, enfermidades ou acidentes inesperados, carência afetiva e dificuldades econômicas são meios utilizados para despertar da anestesia da ilusão ou da intoxicação do orgulho, egoísmo,

Cólera etc., a que muitos se submetem. Tabaco, álcool, drogas, excesso no sexo e na alimentação são de livre opção atual, não incursos originalmente no processo evolutivo de ninguém. Quem a qualquer deles se vincula, colherá o efeito prejudicial, não se podendo queixar ou aguardar solução de emergência.

Energia vital - como equilibrá-la?

De um ponto de vista energético, o corpo físico debilitado oscila numa frequência diferente daquela quando em estado saudável.

Quando a pessoa é incapaz de alterar o seu modo energético para a frequência adequada, talvez seja necessário aplicar-lhe certa dose de energia sutil, o que pode fazer com que seus sistemas bioenergéticos passem a vibrar de forma apropriada.
Existem formas de tratamento que interagem também com a energia do ser humano como a acupuntura, a homeopatia, a antroposofia, a cromoterapia, os florais, os fatores de auto-organização, os elixires de pedras preciosas, o passe magnético, a prece, a água fluida etc.
No entanto, a medicina não deve ter como foco apenas o tratamento do corpo, pois desta forma não obterá a cura, apenas melhora dos sintomas.

Pesquisas realizadas com ajuda de clarividentes sugerem que as doenças iniciam-se primeiramente no corpo etéreo e em outros veículos de frequências superiores. Neste caso os sinais de doenças poderão ser percebidos no corpo etéreo antes que seja possível detectá-los no corpo físico.

O ideal é que se possa detectar as doenças num estágio suficientemente precoce para que impeça a manifestação física da doença no nível celular.

A doença é o caminho pelo qual o ser humano pode seguir rumo à cura. Quanto maior for nossa compreensão, maior nosso aproveitamento das coisas que nos cercam.

A cura acontece através da incorporação daquilo que está faltando e, portanto, ela não é possível sem uma expansão da consciência.

O desenvolvimento de valores como paciência, humildade, bondade, perdão, tolerância, caridade e amor, são características de consciência plenamente desperta, de unidade perfeita e de perfeito entrosamento de Deus para com o homem. Este é o caminho da cura.

Responsabilidades de médico e paciente no processo de cura-Papel do espiritismo

O princípio mais importante para a medicina que trabalha com as vibrações é o conceito de que os seres humanos são sistemas dinâmicos de energia que refletem os padrões evolutivos do crescimento da alma.

O médico não deve ser apenas um agente promotor da cura, mas também um educador. No entanto, o paciente é o principal responsável pela sua cura.

É muito mais fácil tomar um comprimido que proporcione um rápido “conserto” do organismo, do que modificar os hábitos potencialmente insalubres que possam estar contribuindo para o problema da saúde.

Cada ser humano é responsável pela busca do seu equilíbrio, da sua harmonia. O espiritismo auxilia no tratamento da consciência humana, lhe apresentando novos valores, educando o espírito.
Muitos pacientes só adotam hábitos mais saudáveis após algum acontecimento traumático ou diagnóstico de uma doença grave.

O médico do futuro combinará o conhecimento científico e o conhecimento espiritual a fim de promover a cura em todos os níveis.

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