Estudando o Espiritismo

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quinta-feira, 11 de maio de 2017

ANJOS GUARDIÃES, ESPÍRITOS PROTETORES, FAMILIARES OU SIMPÁTICOS

ANJOS GUARDIÃES, ESPÍRITOS PROTETORES, FAMILIARES OU SIMPÁTICOS


Os Espíritos que se ligam a um indivíduo em particular para o proteger, é o que podemos chamar de irmão espiritual, o bom Espírito ou o bom gênio.(LE - 489)

Deve-se entender por anjo guardião, o Espírito protetor de uma ordem elevada.(LE - 490)

A missão do Espírito protetor é a de ser um pai sobre seus filhos: guiar seu protegido no bom caminho, ajudá-lo com seus conselhos, consolar suas aflições, sustentar sua coragem nas provas da vida.(LE - 491)

O Espírito protetor liga-se ao indivíduo no seu nascimento e estará junto dele até a morte, e, freqüentemente, o segue depois da morte na vida espírita, e mesmo em várias existências corporais, porque essas existências são apenas fases bem curtas com relação à vida do Espírito.(LE - 492)

O Espírito protetor é obrigado a velar por nós porque aceitou essa tarefa, mas pode escolher os seres que lhe são simpáticos. Para alguns é um prazer, para outros uma missão ou um dever. Mas, isso não o impede também de ajudar outras criaturas, só que o faz menos exclusivamente.(LE - 493)

Freqüentemente, ocorre que o Espírito protetor tem que deixar sua posição para executar outras missões; então, são substituídos.(LE - 494)

Mensagem de São Luiz e Santo Agostinho(495)

O Espírito protetor se afasta quando vê seus conselhos inúteis, e que a vontade de sofrer a influência de Espíritos inferiores é mais forte. Todavia, não o abandona completamente, e se faz sempre ouvir sendo, então, o homem quem fecha os ouvidos. Ele retorna, desde que chamado.

É uma doutrina que deveria converter os mais incrédulos pelo seu encanto e pela doçura: a dos anjos guardiães. Pensar que se tem sempre perto de si seres que nos são superiores, que estão sempre aí para nos aconselhar, nos sustentar, nos ajudar a escalar a áspera montanha do bem, que são os amigos mais seguros e devotados do que as mais íntimas ligações que se possa contrair sobre a Terra, já é uma idéia bem consoladora. Esses seres estão perto de nós por ordem de Deus; Ele os colocou junto de nós, e estão, por seu amor, cumprindo uma bela, mas penosa missão. Onde estejamos, ele estará conosco: na prisão, nos hospitais, nos lugares de devassidão, na solidão, nada nos separa desse amigo invisível, mas do qual nossa alma sente os mais doces estímulos e ouve os sábios conselhos.

Devemos procurar conhecer melhor esta verdade! quantas vezes ela nos ajudou e ajudara ainda nos momentos de crise; quantas vezes ela nos salvou e salvará ainda dos ataques dos maus Espíritos! Todavia, no grande dia, este anjo de bondade terá freqüentemente de nos dizer: “Não te disse isto? e não fizeste; não te mostrei o abismo? e ai te precipitaste; não te fiz ouvir na consciência a voz da verdade? e seguistes os conselhos da mentira?” Procuremos interrogar nossos anjos guardiães; procuremos estabelecer entre eles e nós uma ternura íntima a mesma que reina entre os melhore amigos. Não pensemos em esconder-lhe nada, porque eles têm os olhos de Deus, e não o podemos enganar. Sonhemos com o futuro; procuremos avançar nesta vida e nossas provas serão mais curtas, nossas existências mais felizes. Caminhemos! homens de coragem; procuremos atirar para longe de nós, de uma vez por todas, preconceitos e idéias preconcebidas; vamos entrar juntos na nova estrada que se abre diante de nós; marchemos! temos orientadores, seguros: o objetivo não nos pode faltar, porque esse objetivo é Deus.

Aqueles que pensam ser impossível aos Espíritos verdadeiramente elevados, se sujeitarem a uma tarefa tão laboriosa e de todos os instantes, diremos que eles influenciam nossas almas mesmo estando a vários milhões de léguas de nós. Para eles o espaço não é nada, e mesmo vivendo em outro mundo, os Espíritos conservam sua ligação. Gozam, eles, de qualidades que não podemos ainda compreender, mas estejamos certos de que Deus não impôs a eles uma tarefa acima de suas forças, assim, como Ele não nos abandonou sós sobre a Terra, sem amigos sem apoio. Cada anjo guardião tem seu protegido sobre o qual vela, como um pai vela sobre o seu filho, e é feliz quando o vê no bom caminho, e sofre quando seus conselhos são menosprezados.

Não vamos nos preocupar em fatigar os anjos com nossas perguntas; procuremos estar ao contrário, sempre nos relacionando com eles: seremos mais fortes e mais felizes. São essas comunicações de cada homem com seu Espírito familiar que fazem todos os homens médiuns, médiuns hoje ignorados, mas que se manifestarão mais tarde e se espalharão como um oceano sem limites para repelir a incredulidade e a ignorância. Homens instruídos, instrui; homens de talento procuram elevar seus semelhantes. Procuremos continuar a obra do Cristo, a que Deus nos impôs. Por que Deus nos deu a inteligência e a ciência, para repartir com nossos irmãos, para os adiantar no caminho da alegria e da felicidade eterna.(LE - 495)

NOTA DE ALLAN KARDEC: A doutrina dos anjos guardiães, velando sobre seus protegidos, malgrado a distância que separa os mundos, não tem nada que deva surpreender; ela é, ao contrário, grande e sublime. Não vemos sobre a Terra um pai velar sobre o seu filho ainda estando longe, ajudá-lo com seus conselhos por correspondência? Que haverá, então, de espantoso em que os Espíritos possam guiar aqueles que tomaram sob sua proteção, de um mundo a outro, visto que, para eles, a distância que separa os mundos é menor que a que separa, sobre a Terra, os continentes? Não tem eles, por outro lado, o fluído universal que liga todos os mundos e os torna solidários, veículo imenso da transmissão dos pensamentos, como o ar é para nós o veículo da transmissão do som?

Quando os bons Espíritos têm que abandonar seus protegidos, não fazem, jamais, o mal; deixam que o façam aqueles que tomam o seu lugar; não podemos, então, acusar a sorte pelos infortúnios que nos acabrunham, quando é nossa a falta.(LE - 496)

Há união dos maus Espíritos para neutralizar a ação dos bons. Mas, se o protegido quiser, ele dará toda a força ao seu bom Espírito. O bom Espírito talvez encontre uma boa vontade, alhures, para ajudar, disto aproveita até seu retorno junto do seu protegido.(LE - 497)

Quando o Espírito protetor deixa seu protegido se transviar na vida, não é por falta de força, de sua parte, na luta contra outros Espíritos malévolos, é porque ele não quer. Seu protegido sai das provas mais perfeito e mais instruído. Ele o assiste com seus conselhos, pelos bons pensamentos que lhe sugere, mas que, infelizmente, não são sempre ouvidos. Não é senão a fraqueza, a negligência ou o orgulho do homem que dão força aos maus Espíritos; o poder deles sobre nós resulta de não lhes resulta de não lhes opormos resistência.(LE - 498)

Não é necessário o Espírito protetor estar constantemente com seu protegido. Há circunstâncias em que a presença do Espírito protetor não é necessária junto ao seu protegido.(LE - 499)

Quando se alcançar um grau de poder se conduzir a si mesmo, assim como, quando um escolar não tiver mais necessidade de um mestre, não haverá mais necessidade de se ter um anjo guardião; mas isso ainda esta longe de ocorrer aqui na Terra.(LE - 500)

A ação dos Espíritos sobre nossa existência é oculta e, não é feita de forma ostensiva, porque senão não agiríamos por nós mesmos, e nós como Espíritos não progrediríamos. Para que possa avançar é necessário a experiência e é preciso, freqüentemente, que se adquira às próprias custas; é preciso que exerça suas habilidades, sem isso seria como uma criança que não se permitisse andar sozinha. A ação dos Espíritos que nos querem bem é sempre regulada de maneira a nos deixar o livre arbítrio, porque se não tivermos responsabilidade não avançaremos no caminho que nos deve conduzir até Deus. O homem, não vendo o seu apoio, se entrega às suas próprias forças; seu guia, entretanto, vela sobre ele e, de tempos em tempos, lhe brada para desconfiar do perigo.(LE - 501)

É um mérito para o Espírito protetor, quando consegue conduzir seu protegido no bom caminho, seja para seu próprio adiantamento, seja por sua alegria. Ele é feliz quando vê seu desvelo coroado de sucesso, triunfando como um preceptor triunfa com o sucesso de seu aluno.(LE - 502)

O Espírito protetor não é responsável se não triunfar, visto que fez tudo aquilo que dependia de seu esforço.

O Espírito protetor sofre e lastima quando vê seu protegido seguir um mau caminho, malgrado os seus avisos. Só que essa aflição não tem as angústias da paternidade terrestre, porque sabe que há remédio para o mal, e que aquilo que não se faz hoje, far-se-á amanhã.(LE - 503)

Não há necessidade de conhecer o nome do nosso Espírito protetor, mas, podemos acreditar que é sempre um amigo, um conhecido nosso.(LE - 504)

Para invocá-lo, podemos lhe dar o nome que quisermos, inclusive o de um Espírito superior pelo qual temos simpatia ou veneração. Esse nosso Espírito protetor virá a esse apelo, porque todos os bons Espíritos são irmãos e se assistem entre si.(LE - 504a)

Nem sempre os nomes de pessoas conhecidas do qual os Espíritos protetores usam, são sempre dessas pessoas, mas o usam, porque tem simpatia por essas pessoas que lhes são simpáticas e que, freqüentemente, vêm por sua ordem. Normalmente ainda necessitamos de nomes, principalmente daqueles que nos inspiram confiança. Quando não podemos cumprir uma missão pessoalmente, não enviamos alguém do qual temos confiança para cumpri-la em nosso nome?(LE - 505)

Quando estivermos na vida espírita, reconheceremos nosso Espírito protetor e, ficaremos surpresos, porque normalmente, vamos verificar, que o conhecíamos antes de nos encarnarmos.(LE - 506)

Nosso Espírito protetor pode pertencer a uma classe de Espíritos superiores, pode também se encontrar entre os médios, pode ser até alguém que já foi nosso pai, só que a proteção supõe um certo grau de elevação, um poder ou uma virtude a mais, concedida por Deus. O pai que protege seu filho, pode ser, ele mesmo, assistido por um Espírito mais elevado.(LE - 507)

Os Espíritos que deixaram a Terra, mesmo aqueles a deixaram em boas condições, tem seus poderes mais ou menos restritos; a posição em que se encontram não lhes deixa toda a liberdade de agir. Assim, nem sempre podem proteger aqueles que amam e que ficaram na Terra.(LE - 508)

Cada homem tem um Espírito que vela sobre ele, seja no seu estado selvagem ou de inferioridade moral, mas as missões são relativas ao seu objetivo. Não podemos dar a uma criança que está aprendendo a ler um professor de filosofia. O progresso do Espírito familiar segue o do Espírito protegido. Tendo cada um de nós um Espírito superior que nos vela. Onde podemos, por outro turno, sermos protetor de um Espírito que nós é inferior, e os progressos que o ajudarmos a conquistar contribuirão para o nosso adiantamento. Deus não pede ao Espírito, além do que comportem sua natureza e o grau que alcançou.(LE - 509)

Nem sempre quando um pai que vela sobre o filho vem a reencarnar, continua a velar sobre ele, isso é bem mais difícil acontecer, mas ele convida, num momento de desprendimento, um Espírito simpático para o assistir nessa missão. Aliás, os Espíritos não aceitam senão missões que podem cumprir até o fim.

O Espírito encarnado, sobretudo nos mundos onde a existência material, está mais submetido ao seu corpo para poder ser inteiramente devotado, quer dizer, assistir pessoalmente. Por isso, aqueles que são bastante elevados, são, eles mesmos, assistidos por Espíritos que lhe são superiores, de tal sorte que se um falta por uma causa qualquer, é substituído por um outro.(LE - 510)

Os maus Espíritos procuram desviar do bom caminho um indivíduo quando encontram oportunidade; mas quando um deles se liga a um indivíduo, o faz por si mesmo, posto que espera ser escutado. Então, há luta entre o bom e o mau, e vence aquele que o homem deixar imperar sobre si.(LE - 511)

Cada homem tem sempre Espíritos simpáticos, mais ou menos elevados, que se afeiçoam e se interessam por ele, como tem os que os assistem no mal.(LE - 512)

Algumas vezes os Espíritos simpáticos agem em virtude de uma missão temporária mas, o mais freqüentemente, não são solicitados senão pela semelhança de pensamentos e de sentimentos no bem, como no mal.(LE - 513)

Existem diferenças entre Espíritos simpáticos, familiares e protetores, na proteção e na simpatia; O Espírito familiar é antes o amigo da casa.(LE - 514)

NOTA DE ALLAN KARDEC: Das explicações acima e das observações feitas sobre a natureza dos Espíritos que se ligam ao homem, pode-se deduzir o que se segue:

O Espírito protetor, anjo guardião ou bom gênio, é aquele que tem por missão seguir o homem na vida e ajudá-lo a progredir. Ele é sempre de uma natureza superior relativamente à do protegido.

Os Espíritos familiares se ligam a certas pessoas por laços mais ou menos duráveis tendo em vista ser-lhes úteis, no limite de seu poder, freqüentemente bastante limitado. Eles são bons mas, algumas vezes, pouco avançados e mesmo um pouco levianos. Eles se ocupam, de bom grado, dos detalhes da vida íntima e não agem senão por ordem ou com permissão dos Espíritos protetores.

Os Espíritos simpáticos são os que se sentem atraídos para nós por afeições particulares e uma certa semelhança de gostos e de sentimentos, no bem como no mal. A duração de suas relações é quase sempre subordinada às circunstâncias.

O mau gênio é um Espírito imperfeito ou perverso que se liga ao homem para desviá-lo do bem, e age por sua própria iniciativa e não em virtude de uma missão. Sua tenacidade está em razão do acesso mais ou menos fácil que encontra. O homem está sempre livre para escutar sua voz ou repeli-la.

Certas pessoas exercem sobre outras, uma espécie de fascinação, que parece irresistível e, ligam-se a certos indivíduos para os compelir à perdição, ou para guiá-los no bom caminho. Quando isso tem lugar para o mal, são maus Espíritos que se servem de outros maus Espíritos para melhor subjugar. Deus o permite para os experimentar.(LE - 515)

Algumas vezes, nosso bom ou mau gênio podem se encarnar para nos acompanhar na vida de um modo mais direto. Só, que, freqüentemente, eles encarregam dessa missão outros Espíritos encarnados, que lhes são simpáticos.(LE - 516)

Certos Espíritos se ligam aos membros de uma mesma família que vivem em conjunto e que estão unidos pela afeição, mas não deve se admitir Espíritos protetores do orgulho de raça.(LE - 517)

Os Espíritos vão de preferência onde estão seus semelhantes; aí estão mais a vontade e mais seguros de serem ouvidos. O homem atrai para si os Espíritos em razão de suas tendências, quer esteja só ou formando uma coletividade, como uma sociedade, uma cidade ou um povo. Há então, sociedades, cidades e povos que são assistidos por Espíritos mais ou menos elevados segundo o caráter e as paixões que neles dominam. Os Espíritos imperfeitos se afastam daqueles que os repelem. Resulta disso que o aperfeiçoamento moral das coletividades, como o dos indivíduos, tende a afastar os maus Espíritos e a atrair os bons que excitam e entretêm o sentimento do bem nas massas como outros podem lhes insuflar as más paixões.(LE - 518)

As aglomerações de indivíduos, como as sociedades, as cidades, as nações, têm seus Espíritos protetores especiais, porque essas reuniões são de individualidades coletivas que marcham com um objetivo comum e que têm necessidade de uma direção superior.(LE - 519)

A natureza dos Espíritos protetores das massas são relativas, dependem do grau de adiantamento das massas, como dos indivíduos.(LE - 520)

Certos Espíritos podem ajudar o progresso das artes, pois há Espíritos especiais que assistem aqueles que os invocam, quando eles os julgam dignos. Mas, não com aqueles que crêem ser o que não são. Os Espíritos não fazem os cegos verem, nem os surdos ouvirem.(LE - 521)

NOTA DE ALLAN KARDEC: Os antigos fizeram divindades especiais; as Musas não eram outras que a personificação alegórica dos Espíritos protetores das ciências e das artes, como designaram sob o nome de lares e de penates os Espíritos protetores da família. Entre os modernos, as artes, as diferentes indústrias, as cidades, os continentes têm também seus patronos protetores, que não são outros que os Espíritos superiores, mas sob outros nomes.

Cada homem tendo seus Espíritos simpáticos, disso resulta que, nas coletividades, a generalidade dos Espíritos simpáticos está na relação com a generalidade dos indivíduos; que os Espíritos estranhos para ai são atraídos pela identidade dos gostos e dos pensamentos, em uma palavra, que esses agregados, assim como os indivíduos, são mais ou menos bem rodeados, assistidos, influenciados segundo a natureza dos pensamentos da multidão. Entre os povos, as causas de atração dos Espíritos são os costumes, os hábitos, o caráter dominante, as leis sobretudo, porque o caráter de uma nação se reflete em suas leis. Os homens, que fazem reinar a justiça entre si, combatem a influência dos maus Espíritos. Em toda a parte onde as leis consagram as coisas injustas, contrárias à Humanidade, os bons Espíritos estão em minoria, e a massa dos maus que afluem entretêm a nação em suas idéias e paralisa as boas influências parciais perdidas na multidão, como uma espiga isolada no meio das as sarças. Estudando os costumes dos povos ou de toda reunião de homens, é fácil de se fazer uma idéia da população oculta que se imiscui nos seus pensamentos e nas suas ações.

RESUMO

Cada indivíduo tem o seu “irmão espiritual”, a que chamamos de Bom Espírito, Bom Gênio. Por Anjo da Guarda ou Anjo Guardião deve-se entender o Espírito protetor, pertencente a uma ordem elevada. A sua função é a de um pai, em relação aos filhos; a de guiar o seu protegido pela senda do bem, auxiliá-lo com seus conselhos, consolá-lo nas suas aflições, levantar-lhe o ânimo nas provas de vida. Nem sempre o Espírito protetor está junto ao seu protegido, mas não o perde de vista. Podemos invocar o nosso Espírito protetor, pelo pensamento, que ele acudirá ao apelo.


Há também Espíritos que nos assistem e que são denominados Espíritos familiares ou Espíritos simpáticos. São os amigos da casa. Mesmo as aglomerações de indivíduos, as sociedades, as cidades, as nações, têm Espíritos protetores, pois são coletivamente que precisam de uma direção superior.


A vida desenvolve-se em dois planos.

Um deles é bastante conhecido, já que é palpável e visível aos olhos humanos, pode-se sentir, cheirar e bastasse olhar ao redor. É chamado de mundo corporal ou físico.

O outro, agora começa a ser conhecido e reconhecido, sendo invisível aos olhos humanos e do qual foi conhecido através dos fenômenos da mediunidade. Embora invisível aos sentidos comuns, esse outro mundo é perfeitamente definido, formando uma outra sociedade composta de pessoas desencarnadas.

É o chamado mundo espiritual ou dos Espíritos.

Os Espíritos estão ao nosso lado, convivem conosco a todo instante.