Estudando o Espiritismo

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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Generosidade, por Kardec

Prof. Rivail – Allan Kardec – nasceu em Lyon, em 3/10/1804

O mestre francês Allan Kardec em dois momentos teceu comentários em meados do Século XIX sobre a virtude da GENEROSIDADE, que ainda continuam atuais e necessários para o indivíduo e a sociedade que desejam uma convivência harmoniosa.

“A verdadeira generosidade adquire toda a sublimidade, quando o benfeitor, invertendo os papéis, acha meios de figurar como beneficiado diante daquele a quem presta serviço. Eis o que significam estas palavras: ‘Não saiba a mão esquerda o que dá a direita.’“ in “O Evangelho segundo o Espiritismo”, cap. XIII, item 3 (1864).

“(…) De duas nações que tenham chegado ao ápice da escala social, somente pode considerar-se a mais civilizada, na legítima acepção do termo, aquela onde exista menos egoísmo, menos cobiça e menos orgulho; onde os hábitos sejam mais intelectuais e morais do que materiais; onde a inteligência se puder desenvolver com maior liberdade; onde haja mais bondade, boa-fé, benevolência e generosidade recíprocas; onde menos enraizados se mostrem os preconceitos de casta e de nascimento, por isso que tais preconceitos são incompatíveis com o verdadeiro amor do próximo; onde as leis nenhum privilégio consagrem e sejam as mesmas, assim para o último, como para o primeiro; onde com menos parcialidade se exerça a justiça; onde o fraco encontre sempre amparo contra o forte; onde a vida do homem, suas crenças e opiniões sejam melhormente respeitadas; onde exista menor número de desgraçados; enfim, onde todo homem de boa vontade esteja certo de lhe não faltar o necessário.” in “O Livro dos Espíritos” – comentário à questão 793 (1857-1860).