Estudando o Espiritismo

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domingo, 27 de novembro de 2016

Sem queixas, nem lamúrias

Sem queixas, nem lamúrias

E aí, tudo bem? E a pessoa começa a desfiar um rosário. Já começam a contar e desvalorizar todas as mazelas da vida.  Valorizam todas as dificuldades, como se o outro fosse uma analista, não um amigo.

Na Carta de Paulo aos Filipenses, no cap 2:14 Ele diz: “Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas”, Nessa nossa tradução está assim: Fazei tudo sem protestar nem discutir. Mas a mensagem é a mesma.

Nós gostamos de sofrer, gostamos de ser os coitadinhos, atrairmos as bênçãos dos outros. Fazemos chantagem emocional. Vamos valorizando nossas dores, nossos trabalhos, nossas pequenas tragédias do dia a dia. Parece que queremos ganhar o troféu de sofredores mor!

Em salas de espera de consultórios de médicos parece que há uma disputa para ver que sofre mais.
Vem uma pessoa e diz que tem uma dor, a outra já valoriza a dor mais ainda, e assim vai se aumentando a dor, as doenças.
Reclamamos das dores no estomago, mas continuamos a comer aquelas mesmas comidas, não mudamos nossos hábitos.
Reclamamos das dores na coluna, nas juntas, mas continuamos com nossa vida sedentária, sem procurar nos exercitar. Caminhar.

Já imaginaram uma escola onde os alunos só soubessem reclamar sobre o que tinham que aprender? O pior é que geralmente é assim mesmo, essa criançada reclama bastante, reclama por que tem que estudar, por que tem que acordar cedo, por que tem tarefas a fazer, reclamam, reclamam... e com quem que aprendem? Com os pais. Conosco.

E muitas pessoas ainda culpam os espíritos pela sua dor. Culpam os obsessores, só que esquecem que esses obssessores vem por sintonia, nós atraímos sofredores com nosso próprio sofrer. Os espíritos só potencializam o que já temos dentro de nós; tanto as coisas boas como as ruins.

Queixar-se uma, duas até 3 vezes é compreensível, mas lastimar-se todos dias e  continuar sem qualquer esforço para melhorar a situação pode transformar-se em atitudes compulsivas, gerando mais enfermidade e perturbação.

Quando vamos alimentando essas enfermidades vamos valorizando-as cada vez mais, vamos dando uma força para elas que não teriam normalmente, quando alimentamos alguma coisa o que acontece? A coisa cresce, cresce. As plantinhas boas demoram a crescer, mas as ervas daninhas crescem muito mais rápido, com muita força.

Torna-se um hábito, um vício!

Paulo ainda em outra carta, aos Efésios, 4:29 diz:  “Não saia de vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação para que dê graças aos que a ouvem.” E completaríamos: para que de graças aos que as dizem. Quando falamos coisas boas, somos os primeiros a ouvir. As palavras podem elevar ou derrubar. Podem construir ou destruir, depende de quais palavras nós escolhemos dizer.

Farpas precisam ser retiradas não aprofundadas.


A tristeza é um choque sobre um fato que nos decepciona. A angustia é o estabelecimento dessa dor. È a mão de aço apertando seu coração. Há dois tipos de tristeza: A tristeza construtiva aquela que nos impulsiona para vida superior, encaminhando-nos para o trabalho, para a ascensão. E a outra que nos paralisa que mergulhamos e vamos afundando cada vez mais. Cada vez que comentamos nossos problemas, exagerando-lhes o tamanho ou dramatizando as dificuldades estamos afastando de nós mesmos os nossos melhores amigos, através da amargura e do ressentimento que destilamos com nossas palavras.

Em uma outra carta de Paulo, essa aos Tessalonicenses, no capitulo 5:16 diz: Alegrai-vos sempre, orai sem cessar, daí graças por tudo. É isso que Deus quer de nós.
 
Será que conseguimos passar um dia sem fazer nenhuma reclamação? Como reclamamos... Se fizer sol, é por que está sol e não chove, se chove, por que chove, se está frio, por que está frio, e por aí afora, reclamamos de tudo, de todos.
 
Tem gente que anda com aquela nuvenzinha cinza na cabeça.

Sofrimento é causado pela rebeldia, pela não aceitação da situação. Quando aceitamos o momento que estamos passando como um aprendizado e que ao passar, por que vai passar, quando menos esperamos já passou, fica mais fácil passarmos por um aprendizado, do que por um problema, é questão de colocação das palavras. Nós podemos fazer a nosso favor ou contra.

O copo pode estar meio cheio ou meio vazio.

Queixa inútil ou auto-piedade não edificam. Todo minuto de queixa é minuto perdido, arruinando potencialidades para a solução dos problemas.
Ouvimos um diretor falando esses dias: Tragam-me soluções, os problemas eu já sei.
As pessoas tem a tendência a reclamar, mas dificilmente apresentam as soluções. Seja no trabalho, em casa, na escola, em qualquer associação que se encontrem.


A palavra é prata o silencio é ouro! As palavras têm força. As palavras são nossos pensamentos em voz alta, dizem que falamos aquilo que nos temos dentro do coração. Se falarmos só sobre tristeza, doenças, males é só isso que temos dentro de nós? As palavras vão reforçando cada vez mais as situações que a originaram, se falamos só de doenças, é de doenças que vamos construindo o mundo a nossa volta.



Ninguém desfaz a treva sem luz. A luz penetra em ambientes por mais densos que estejam


Mudar o posicionamento diante das mazelas da vida. Se estivermos tristes não vamos ficar amargurados, ouvindo musicas de fossa, mais tristes vamos ficando. Vamos procurar ouvir musicas que elevem a nossa alma, vamos ler coisas que edifiquem, nada de ler aquelas tragédias nos jornais.
Vamos nos vestir de cores alegres. Vamos procurar pessoas que nos elevem o astral. Ninguém gosta de gente reclamona. Não adianta ficar reclamando, as pessoas não tem como solucionar nossos problemas e ainda acabam se afastando de nós.


Cartolina ---- ponto preto. É o que chama a atenção, por menor que ele seja.

Minutos de sabedoria 120

MDS 120
FV 43,102
C 4 e 21
CVV 45
VL 118
SV 17
RC 56