Estudando o Espiritismo

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domingo, 13 de março de 2016

Frederico Júnior

Aos 30 de Agosto de 1914, após dolorosa enfermidade, desencarnava, com a resignação e a confiança do verdadeiro espírita, o célebre médium brasileiro Frederico Pereira da Silva Junior, cuja vida, como escreveu Pedro Richard, seu grande amigo e companheiro de 32 anos, “foi muito mais acidentada e grandiosa do que a de Madame Esperance, contada por ela própria em seu livro No País das Sombras”.

O primeiro contato dele com o Espiritismo foi em 1878, na “Sociedade de Estudos Espíritas Deus, Cristo e Caridade”, aí levado pelo seu padrinho Luis Antônio dos Santos. Desejava Frederico obter notícias de uma pessoa querida desencarnada havia algum tempo. Para surpresa geral, ele próprio cai em transe sonambúlico, influenciado por um Espírito. Data daí a sua iniciação como médium na mencionada Sociedade.

Convertido, também em 1878, o Doutor Antonio Luis Sayão ao Espiritismo, pouco tempo depois um ilustre amigo dele, o professor de Filosofia J. Rodrigues de Macedo, soube, com tristeza, do fato e, talvez com o objetivo de desmascarar o “embuste”, pediu-lhe para assistir uma sessão mediúnica. Comparecendo a ela, eis que, por intermédio de Frederico Junior, o pai do referido professor, falecido havia anos, dirigiu ao visitante uma saudação afetuosa, em letra firme, caligrafia que foi imediatamente reconhecida pelo filho, entre emocionado e assombrado.

Quando a “Sociedade de Estudos Espíritas” tomou, em 1879, rumo puramente cientifico, constituindo-se na “Sociedade Acadêmica Deus Cristo e Caridade”, dela se desligou um grupo de elementos, entre os quais se achavam Bittencourt Sampaio, Antonio Luis Sayão e Frederico Junior, e fundaram, em 1880, o “Grupo Espírita Fraternidade”, de orientação evangélica, e que ficou memorável pelos seus notáveis trabalhos de desobsessão, ali se estudando, nas sessões ordinárias, o Evangelho de Jesus segundo a Revelação dada a J, B. Roustaing.

Em 1882, já havia nesta última Sociedade um seleto número de médiuns, destacando-se Frederico, quer pela variedade de dons mediúnicos, quer pela extrema dedicação ao trabalho na Seara espírita.

Não apenas ao referido Grupo prestou Frederico a sua colaboração mediúnica. Em 06 de junho de 1880, o Doutor Antonio Luis Sayão depois de, em vão, tentar unir, em torno de um mesmo ideal, os membros das duas Sociedades dissidentes, fundou sob a inspiração do Guia do Espiritismo no Brasil, um pequeno grupo destinado ao estudo e a prática dos Evangelhos, conhecido por “Grupo dos Humildes” ou “Grupo Sayão”, mais tarde (quando se incorporou à Federação Espírita Brasileira) denominado “Grupo Ismael”. Em sua primeira sessão, no dia 15 de julho de 1880, Frederico Junior atuou como médium, tendo recebido longa mensagem do elevado Espírito de Ismael, a falar de suas esperanças ante os novos esforços para a reabilitação do Espiritismo em terras do Brasil. Desse novo núcleo constam como fundadores, além dos nomes citados, os seguintes médiuns de ilibada moral: Isabel Maria de Araújo Sampaio, João Gonçalves do Nascimento, prodigioso médium curador, Manuel Antonio dos Santos Silva e Francisco Leite de Bittencourt Sampaio. Quase todos eles faziam parte também do “Grupo Espírita Fraternidade”.

Durante 34 anos Frederico Junior exerceu assiduamente suas funções mediúnicas no Grupo Ismael, tendo recebido, em 11 de junho de 1914, a sua última comunicação do Além.

Por seu intermédio contam-se centenas de curas de obsessões, limitando-se, mais tarde, os trabalhos no referido Grupo quase que somente à doutrinação de poderosos e diabólicos Espíritos, altamente intelectualizados, chefes de grandes falanges do mal.

Em 1893 o Dr. Antonio L. Sayão dava a público o volume “Trabalhos Espíritas”, repositório de instrutivas mensagens de Espíritos elevadíssimos, obtidas no “Grupo Ismael”, em sua maior parte pelo médium Frederico. Em 1897, mais uma obra organizada por Sayão saía a lume: “Estudos dos Evangelhos”, que desde a sua segunda edição (1902) ganhou um novo título: “Elucidações Evangélicas”. A segunda parte deste livro (hoje excluída a fim de torná-lo acessível à bolsa dos confrades) encerrava quase uma centena de belas comunicações, todas igualmente recebidas no “Grupo Ismael”, pela mediunidade sonambúlica de Frederico. “Elucidações Evangélicas” é, em síntese, “um resumo de Roustaing, com as vantagens de Allan Kardec”. E por ser - segundo as palavras de Bezerra de Menezes - “uma obra preciosa em que transluzem os clarões da Verdade”, ela continua a merecer a atenção dos estudiosos do Evangelho.

Bittencourt Sampaio desencarnara em 1895. Dois anos depois, o seu sublime Espírito, encontrando em Frederico Junior o instrumento maleável à expansão dos seus ideais cristãos, começou a ditar, por seu intermédio, três obras em que sobressaem belíssimas páginas literárias e doutrinárias e que foram publicadas pela FEB nesta ordem: “Jesus Perante a Cristandade” (1898), “De Jesus para as Crianças” (1901), e “Do Calvário ao Apocalipse” (1907). Em todas elas reconhecia-se o mesmíssimo estilo do autor de “A Divina Epopéia”, apesar de serem ditadas através da boca de um homem iletrado, que mal conhecia a gramática. Nascera e crescera o médium num meio de operários, sem recursos e tempo para cursar colégios. Rodeado de boêmios até a adolescência, jamais se deixou arrastar pelos excessos ou desvios desses últimos.

Médium passivo por excelência, conseguiam os Espíritos identificar-se facilmente por ele, e, muitas vezes, antes de terminar a mensagem, todos os presentes já sabiam qual o autor dela.

Numa apreciação ao primeiro livro ditado pelo Espírito Bittencourt Sampaio ao médium Frederico, o ilustre político, literato e publicista Dr. Eunápio Deiró, católico extremado, chamou para o fato a atenção do bispo da cidade do Rio de Janeiro, nos seguintes termos: “Tome, Senhor Bispo, cuidado, porque quem conhece o inimitável estilo de Bittencourt Sampaio não pode deixar de reconhecê-lo neste livro que, da outra vida, veio firmado pelo próprio Bittencourt Sampaio”.

Bem conhecidas dos espíritas brasileiros, são as oportuníssimas instruções que o Espírito de Allan Kardec transmitiu no “Grupo Espírita Fraternidade”, pelo médium Frederico Junior.

Conquanto recebidas em fins do século passado, tais instruções ainda conservam, perenes, o valor, a importância e a beleza de sua mensagem, ainda se ajustam perfeitamente aos dias atuais, daí estarem até hoje no opúsculo “A Prece”, de Allan Kardec, incluídas que foram pela Federação Espírita Brasileira.

Frederico Junior era um bom, querido de todos, sendo muitos os que lhe deviam gratidão por um que outro serviço, e, como funcionário público, estimadíssimo pelos seus colegas. “Era de um desprendimento e dedicação verdadeiramente evangélicos” - afirmou Pedro Richard, acrescentando: “Frederico não podia parar em casa, com o sentido nos seus doentes. Logo ao amanhecer saía de sua residência para visitar os enfermos. E nisso estava o seu maior consolo e o seu bem-estar”.

Com graves responsabilidades no meio espírita, grande era sobre ele o assédio dos aborrecidos da Luz, que do outro plano da vida o perseguiam tenazmente. “Ele só por si” - escreveu Pedro Richard - “constituía um exercito que assombrava as falanges inimigas da Luz, e por isso mesmo era o alvo predileto das setas venenosas dos adversários de Jesus. Até da pouca benevolência de confrades foi Frederico Junior vítima, máxime dos que muito exigem dos outros, mas que nada, ou quase nada produzem”.

Nos últimos dez anos de existência terrena, mais intensa e persistente foi a perseguição que lhe moveram do Espaço, por vezes ficando ele totalmente subjugado. Certa vez, os Espíritos das Trevas tentaram até incendiar-lhe a casa. E graças aos seus Guias protetores e ao Espírito de sua primeira esposa, Frederico não sucumbiu ao suicídio.

A tuberculose pulmonar acompanhou-o nos derradeiros anos de vida. Sem uma queixa e achando justo o seu sofrimento, o prodigioso médium purgava as faltas de encarnações passadas, remindo assim o seu Espírito.

Pressentindo, afinal, o seu desenlace, reuniu a família e, após pronunciar sentida prece, fechou os olhos ao mundo em sua residência à Rua Navarro 121, aos 56 anos de idade, sendo sepultado no Cemitério de São Francisco Xavier (Caju).

Foi assim que partiu para a Espiritualidade o grande médium Frederico Pereira da Silva Junior, que, servindo à Federação Espírita Brasileira, através do “Grupo Ismael”, tantos benefícios espalhou por toda a parte, fazendo jus, portanto, à página com que lhe recordamos a passagem por este planeta de provas e expiações.


O médium da primeira hora do Espiritismo no Brasil
Paulo de Tarso Rocha e Ricardo Silva
Há 100 anos, no dia 30 de agosto de 1914, no Rio de Janeiro, retornava ao plano espiritual Frederico Pereira da Silva Júnior, dedicado trabalhador da Federação Espírita Brasileira e valoroso médium, por meio do qual foram transmitidas importantes mensagens psicofônicas e psicográficas que muito auxiliaram os trabalhadores da Casa de Ismael naquela delicada fase inicial da implantação do Espiritismo no Brasil.

Pedro Richard, notável servidor da Casa-Mãe do Espiritismo e amigo de Frederico Júnior durante 32 anos, em artigos publicados em Reformador nos anos de 1914 e 1916,1 afirma que a vida desse médium “foi muito mais acidentada e grandiosa do que a de Madame D’Esperance, contada por ela própria em seu livro No país das sombras”. Frederico Pereira da Silva Júnior nasceu em 1857, no Rio de Janeiro, e cresceu em meio a humildes operários, resistindo às tentações da vida boêmia, tão comuns àquela época. De personalidade dócil, era considerado um homem bom, querido por seus amigos e colegas de trabalho, sempre disposto a auxiliar.

Estudou pouco e teve escassa formação cultural, mas possuía grande inteligência e, profissionalmente, trabalhou como servidor público da Repartição Geral dos Correios.

Casou-se, ficou viúvo e tornou a consorciar-se. Teve filhos nos dois casamentos. Seu primeiro contato mais direto com o Espiritismo ocorreu em 1878, quando tinha 21 anos e resolveu visitar a Sociedade Espírita “Deus, Cristo e Caridade”, a convite de seu padrinho, na esperança de obter informações de uma pessoa querida.

Uma vez lá, Frederico Júnior foi envolvido espiritualmente e atuou na reunião por meio da psicofonia sonambúlica, uma de suas várias especialidades mediúnicas, entre as quais também se incluíam a clarividência, a clariaudiência, a psicografia, os efeitos físicos e a mediunidade de cura. Após o despertar de suas faculdades psíquicas, atuou de 1878 a 1880 na Sociedade Espírita “Deus, Cristo e Caridade”, e, de 1880 a 1882, na Sociedade Espírita Fraternidade, mas exerceu a maior parte do seu mandato mediúnico no conhecido Grupo Ismael, da Federação Espírita Brasileira, no qual totalizou 34 anos de atividades ininterruptas, até sua desencarnação.

Na Casa Máter do Espiritismo, conviveu estreitamente com os valorosos trabalhadores da primeira hora da implantação do Cristianismo Redivivo no Brasil, quais sejam, Bezerra de Menezes, Antônio Luiz Sayão, Francisco Leite de Bittencourt Sampaio e Pedro Richard, entre outros.

Bezerra de Menezes, pela mediunidade preciosa de Yvonne Pereira, no livro A tragédia de Santa Maria,2 editado pela FEB, atesta os raros e preciosos dons psíquicos de Frederico Júnior:

Por esse tempo, existia na capital do País um médium portador de peregrinas qualidades morais e vastos cabedais psíquicos, que dele faziam, sem contestação possível, um dos mais preciosos e eminentes intérpretes da Revelação Espírita no mundo inteiro, em todos os tempos. Encontrava-se ele no apogeu das suas atividades espíritas-cristãs, pois desde doze anos antes abrira aos ósculos da intervenção espiritual sua organização mediúnica, transmitindo do Invisível para o mundo objetivo caudais de luzes e bênçãos, de bálsamos e ensinamentos para quantos dele se aproximassem sequiosos de conhecimentos e refrigérios para as asperidades da existência. Chamava-se ele — Frederico Pereira da Silva Júnior, amplamente relacionado e mais conhecido com a singela abreviatura de — Frederico Júnior. Tão nobre obreiro da Seara Cristã repartia-se em múltiplas modalidades de serviços mediúnicos, dedicado e fraterno até à admiração, porquanto seus dons psíquicos, variados e seguros, obtinham também, do Além-túmulo, as mais lúcidas revelações, relatando para os interessados empolgantes realidades espirituais.2

As sinceras observações de Bezerra de Menezes decorreram da grande convivência que teve, quando encarnado, com Frederico Júnior, por meio do qual recebeu várias orientações espirituais de Ismael, de Celina, a emissária de Maria de Nazaré, e de outros Espíritos atuantes na implantação do Espiritismo no Brasil, entre eles Santo Agostinho.

A estreita afinidade entre Bezerra de Menezes e Frederico Júnior facilitou, inclusive, que o inesquecível presidente da Federação Espírita Brasileira, 24 horas depois da sua desencarnação, utilizasse o referido medianeiro para, em reunião do Grupo Ismael, trazer suas impressões do retorno ao plano espiritual, consolando e incentivando os companheiros encarnados:3

Na noite de 12 de abril de 1900 às sete horas, houve a habitual sessão na Federação Espírita Brasileira. Então todos os que dela participavam ouviram, pela maravilhosa mediunidade sonambúlica de Frederico Pereira da Silva Júnior, a palavra querida do Espírito do nosso Bezerra de Menezes.

Sua mensagem foi longa, e nela mais de uma vez, humildemente, agradeceu a Deus, a Jesus e à Virgem Santíssima as bênçãos divinas que misericordiosamente recebia na pátria espiritual, pois se considerava ainda muito pecador e, portanto, indigno desse sagrado amor de Jesus!3

Importante, ressaltar, nesta oportunidade, fato pouco conhecido pelos espíritas atuais: entre as várias comunicações de Allan Kardec, ditadas por meio da mediunidade segura de Frederico Júnior, há específica orientação aos trabalhadores do Movimento Espírita brasileiro, cuja relevância é reconhecida na obra Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho.4

Imprescindível ressaltar o trecho dessa obra, de autoria do Espírito Humberto de Campos, que focaliza o esforço de Ismael, o Anjo Guardião do Brasil, na unificação dos espíritas brasileiros:

O abnegado mensageiro do Mestre, começando o movimento de organização nos primeiros dias de 1889, preparara o ambiente necessário para que todos os companheiros do Rio ouvissem a palavra póstuma de Allan Kardec, que, por meio do médium Frederico Júnior, forneceu as suas instruções aos espiritistas da capital brasileira, exortando-os ao estudo, à caridade e à unificação.

Bezerra de Menezes, que já militava ativamente nos labores doutrinários, recebeu a palavra do Alto com a alma fremente de júbilo e de esperança, e considerou, no campo de suas meditações e de suas preces, a necessidade de se reunir a família espiritista brasileira sob o lábaro bendito de Ismael, a fim de que o mundo conhecesse o Cristianismo restaurado. […]4

Francisco Leite de Bittencourt Sampaio, notável trabalhador da Casa de Ismael e Espírito de elevada hierarquia, valeu-se de Frederico Júnior para, do Além, transmitir as belíssimas obras Jesus perante a cristandade, Do calvário ao apocalipse e De Jesus para as crianças, entre outras.

Pedro Richard, nas páginas de Reformador dedicadas à biografia de Frederico Júnior, afirma que muitas e intensas foram as lutas enfrentadas por esse dedicado médium e trabalhador, “verdadeiro soldado de Jesus”, nas palavras do biógrafo.

Este dedicado servidor da Casa de Ismael enfrentou grandes desafios com os quais defrontam os médiuns que se dedicam integralmente ao mandato mediúnico. Pode-se destacar, entre seus vários testemunhos pessoais, a resistência hercúlea às ideias suicidas que lhe assaltavam constantemente a mente.

Todavia, em meio às severas provas que sofreu, Frederico Júnior contou sempre com o apoio inquestionável dos emissários do Plano Maior a lhe confortarem o coração sensível, seja por intermédio dos amigos incansáveis que o amparavam, como Pedro Richard e Bezerra de Menezes, seja pelas atividades caritativas em que sua alma se fortalecia ao amparar o próximo.

Sua desencarnação é tocante.

Em 31 de agosto de 1914, Frederico Júnior, que lutava há tempos contra a tuberculose, possuidor de fé inquebrantável, reúne os familiares e profere sentida prece dedicada a Maria de Nazaré. Ao terminar a oração, retorna ao plano espiritual, de forma serena.

Ouçamos Pedro Richard:1

Após dolorosa enfermidade, Frederico Júnior, sem uma queixa e achando que justo era seu sofrimento, desencarnou. Deixou fotografado no éter um belo quadro que traduz bem a grandeza de seu espírito e a pureza de sua crença. Quero me referir ao que passou nos seus últimos momentos:

Reunindo a família, ora ele próprio uma Ave Maria, e ao terminar a sublime prece, seus lábios emudecem; cerram-se as pálpebras e seu espírito ala-se aos páramos celestes. É assim que desencarnam os filhos de Maria.1

Como sói acontecer com os incansáveis trabalhadores de Jesus, Frederico Júnior prossegue, do Plano Maior, em amplas atividades ligadas à difusão do Cristianismo Redivivo, conforme se pode conferir no relato constante do livro Voltei, assinado pelo Espírito Irmão Jacob, editado pela FEB, no subcapítulo Assembleia de fraternidade.5

Em julho de 2011, na comemoração dos “150 de O livro dos médiuns”, realizada na Sede Histórica da FEB, na Avenida Passos, o médium Divaldo Franco relata a presença deste valoroso amigo espiritual junto a vários outros companheiros da seara.

Sigamos seu exemplo de persistência, dedicação e amor, horando o lema de Ismael: “Deus, Cristo e Caridade”.

REFERÊNCIAS:
1 RICHARD, Pedro. Frederico Pereira a Silva Júnior. Reformador, ano 32, n. 18, p. 299 a 302, 16 set. 1914; n. 19, p. 318 a 320, 1º out. 1914. Ver também RICHARD, Pedro. As revelações são sucessivas e gradativas – pt. I, II, III e IV, Reformador, ano 34, n. 21, 22, 23 e 24, p. 348 a 350, 365 a 368, 380 a 383, 395 a 397, nov.-dez. 1916; pt. V e VI, ano 35, n. 1 e 3, p. 24-25, 40 a 42, jan.-fev. 1917, espectivamente.
2 PEREIRA, Yvonne A. A tragédia de Santa Maria. Pelo Espírito Bezerra de Menezes. 13. ed. 4. Reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2011. pt. 4, cap. Quando o céu se revela…, p. 247-248.
3 SOARES, Sylvio B. Vida e obra de Bezerra de Menezes. 13. ed. 1. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010. p. 117.
4 XAVIER, Francisco C. Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho. Pelo Espírito Emmanuel. 34. ed. 4. imp. Brasília: FEB, 2014. cap. 28, p. 171- 172.
5 ____. Voltei. Pelo Espírito Irmão Jacob. 28. ed. 7. imp. Brasília: FEB, 2013. p. 174.