Estudando o Espiritismo

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segunda-feira, 27 de abril de 2015

Suicídio


Lamentável equívoco que precipita muitos Espíritos ao sofrimento e grande decepção pela fuga do viver;
Quando acordam do ato insano e desesperado que cometeram choram, desiludidos por terem perdido a oportunidade de vencerem desafios que foram superestimados;
Relembram as imagens dos últimos momentos que antecederam seu ato, arrependidos da ação lesiva a sua integridade física, psicológica e espiritual;
Sofrem duplamente por também fazerem sofrer quem ficou, que se sentem impotentes e, muitas vezes, também com culpa;
Graças a Misericórdia Divina, são recebidos em instituições especializadas para tratamento adequado ao futuro reencarne;
Por longos períodos, aguardam nova oportunidade de retorno a um novo corpo fisico, trazendo as sequelas de seu desatino;
Anseiam por alguém que os recebam como mãe e que os impulsionem a não mais fugirem de seus processos existenciais;
Muitos, pela fragilidade psicológica em que se encontram, sintonizam com mentes desencarnadas que os infernizam para cometerem o delito contra si mesmo;
Se tivessem buscado ajuda psicológica e espiritual provavelmente teriam dado continuidade a vida enfrentando suas mazelas;
A falta de consciência de sua imortalidade, a incredulidade quanto a vida espiritual, a falta de amor próprio e a ausência de fé em Deus são os principais fatores para que  o ser humano se precipite pelas portas do suicídio.
Quando amam alguém, além de amarem a si mesmos, conseguem frear impulsos danosos para interromper sua encarnação;
A solução está na resiliência, no amor e na espiritualidade que se coloca na própria vida.

 por Adenáuer Novaes