Estudando o Espiritismo

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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

João diz que o Verbo fez todas as coisas -

 João diz que o Verbo fez todas as coisas - 

“No princípio – conta João – era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.” Após referir-se assim a Jesus, o evangelista fala de João Batista: “Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele. Não era ele a luz, mas para que testificasse da luz”. (N.R.: Em seu livro A Caminho da Luz, escrito em 1938, Emmanuel atribui também a Jesus uma missão excepcional em nosso mundo. Emmanuel designa o Mestre como sendo a Luz do Princípio e diz que seu coração é a fonte da vida para toda a Humanidade da Terra. Na direção de todos os fenômenos de nosso sistema, segundo Emmanuel, existe uma Comunidade de Espíritos Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo.  Essa Comunidade, da qual Jesus é membro, apenas se reuniu nas proximidades da Terra duas vezes: a 1a, quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar; a 2a, quando se decidiu a vinda de Jesus à Terra. O Mestre, com suas legiões de trabalhadores divinos, operou a escultura geológica do orbe, estatuiu os regulamentos dos fenômenos físicos da Terra, organizou o cenário da vida e fez a pressão atmosférica adequada ao homem, estabelecendo também, sempre sob as vistas de Deus, os grandes centros de força da ionosfera e da estratosfera, além de edificar as usinas de ozone a 40 e 60 km de altitude, para que filtrassem convenientemente os raios solares. É provável que o evangelista João, médium que era, tendo a intuição de todo esse trabalho coordenado por Jesus, haja pensado que o Messias também fosse Deus,  um equívoco que não tem nenhum fundamento nas Escrituras e que, segundo Léon Denis, provocou discussões durante três séculos, sendo rejeitado por três concílios, até que em 325 foi  elevado a dogma pelo Concílio de Niceia, nestes termos: “A Igreja de Deus, católica e apostólica, anatematiza os que dizem que houve um tempo em que o Filho não existia, ou que não existia antes de haver sido gerado”.)  (João, 1:1  a 1:8.)