Estudando o Espiritismo

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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Flagelos Destruidores


No início de abril deste ano, tivemos chuvas atípicas atingindo, principalmente, as cidades do Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo. Agora, chuvas torrenciais alagam localidades em Alagoas e Pernambuco. Segundo o Livro dos Espíritos, na questão 737, Deus fere a humanidade com flagelos destruidores para fazê-la progredir mais depressa. Além disso, “são provas que dão ao homem ocasião de exercitar a sua inteligência, de demonstrar sua paciência e resignação ante a vontade de Deus e que lhe oferecem ensejo de manifestar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se o não domina o egoísmo.” (L.E. Questão 740)

E realmente confirma-se a afirmação dos espíritos. Após essas calamidades vemos inúmeras ações de caridade visando minimizar o sofrimento de tantos irmãos desabrigados. São muitas doações de roupas e alimentos, muitos voluntários dando apoio ao Corpo de Bombeiros e também nos abrigos provisórios que são montados em Escolas e Igrejas.

É importante falar que tais acontecimentos se fazem necessários ao adiantamento da evolução, mas a ação degradante do homem, associada à negligência, contribui de forma decisiva a tais tragédias. Pois, “entre os males que afligem a Humanidade, alguns há de caráter geral, que estão nos decretos da Providência e dos quais cada indivíduo recebe, mais ou menos, o contragolpe. A esses nada pode o homem opor, a não ser sua submissão à vontade de Deus. Esses mesmos males, entretanto, ele muitas vezes os agrava pela sua negligência.” (L.E. Questão 740)

Sabemos, através das obras básicas do espiritismo, das de André Luiz, pelo médium Chico Xavier, e das palavras de nossa Mentora Espiritual Irmã Amálya, que o pensamento do homem encarnado cria formas-pensamento, miasmas, energias deletérias que se aglutinam e desencadeiam mutações em vírus e bactérias que estão se intensificando ultimamente, e adiantam a ocorrência de desastres naturais como este. Assim, busquemos, cada um de nós, fazer a nossa parte para que um dia, na Terra, tais desgraças existam tão somente nos livros de história.