Estudando o Espiritismo

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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Lei da destruição

Lei da destruição

Aulas
Aula ministrada por jairocapasso@uol.com.br em curso básico de espiritismo - Piracicaba

Terremotos, maremotos, furações, Tempestades, guerras, violência, doenças, sofrimento
Tudo está ligado à evolução do planeta e dos espíritos que o habitam.
Na natureza nada se cria, nada se finda, tudo se transforma. (Lavoisier)
Esse lei liberta o homem do apego à matéria pelo menos vai mostrando que ele não evolui por esse caminho. (apego às coisas passageiras)
A morte não existe, o espírito apenas passa por transformações, usando a matéria. O entra e sai da matéria é apenas parte do processo evolutivo.
sdificuldades, a dor, são processos de experiências e depurações para a evolução. Os Espíritos Superiores explicaram a Kardec que
A matéria no Universo É usada para a evolução do Espírito. E que toda transformação da matéria, inclusive do corpo está relacionada a essa evolução.
Não nasce um ser, não rola uma lágrima, não explode uma estrela, não voa um inseto, não cai uma folha, sem obedecer a uma lei Universal.
- DESTRUIÇÃO OU RENOVAÇÃO?
o que chamais destruição não passa de uma tranformaçâo, que tem por fim a renovaçâo e melhoria dos seres vivos. " Questão n° 728 (Da Lei de Destruição).
Livro dos Espíritos
- a necessidade de destruição é proporcional ao estado mais ou menos material dos mundos e desaparece num estado físico e moral mais apurado, portanto, diminui à medida que o Espírito supera a matéria. A natureza nos ensina e nos proteger e valorizar a vida. (Instinto de conservação)
A destruição vem por outro lado relacionada à lei de causa e efeito e ao às necessidades de aprendizado (nossas ações podem atrair transformações brutas).
Daí ocorrem as reencarnações retificadoras. ( mortes em terremotos, prédios incendiados, navios afundados, aviões que caem)
Os animais só destroem para satisfação de suas necessidades;
enquanto que o homem, dotado de livre-arbítrio, destrói sem necessidade. A carne não é o espírito, a evolução do homem nos ensina a preservar nossos corpos e dos animais, como uma forma de respeito. O futuro será assim. Nessa condição ainda de espírito atrasado, nossa falta está no abuso, na crueldade. Matam por prazer ou ambição.
(na sobrevivência, a carne que nutre a carne)
Mas o amor vai nos livrando de destruir.
Vejam os cachorros, em paises asiáticos matem-nos para alimentação.
O que causa indignação no ocidente que já os tem como amigos do homem e aprenderam a amá-los.
Os habitantes de mundos mais evoluídos sabem que é preciso respeitar os seres inferiores e evitam sacrificá-los até mesmo para atender suas necessidades de alimentação, utilizando-se de recursos alternativos.
COMANDO DIVINO:
Há uma ordenação divina no Universo.
Deus a tudo prevê e provê, atendendo às necessidades evolutivas de seus filhos.
Nada ocorre por acaso.
Seriam casuais as ocorrências Traumáticas?
Para o materialista, certamente.
Mas o religioso, que concebe a onisciência e onipotência de Deus, não pode desenvolver semelhante raciocínio, que equivaleria ao reconhecimento de que a Natureza escapa ao comando divino.
Muitos flagelos beneficiam fisicamente o planeta, principalmente na renovação de sua atmosfera mas, sobretudo, impõem um agitar das consciências humanas,
tanto para aqueles que desencarnam em circunstâncias dolorosas e traumáticas, quanto para os que colhem as conseqüências da devastação ocasionada.
Experiências assim representam a oportunidade de resgate de seus débitos do pretérito, ao mesmo tempo em que fazem sua iniciação nos domínios da solidariedade.
As vítimas das grandes calamidades tornam-se menos envolvidas com as ilusões,
mais dispostas a ajudar o semelhante, após sentirem na própria carne a dor que aflige seus irmãos.
A Lei de Destruição funciona, também, para conter os impulsos desajustados da criatura humana.
Não é preciso grande esforço de raciocínio para perceber que a AIDS,
representa uma resposta da Natureza aos abusos cometidos pelo Homem nos domínios do sexo, a partir da decantada liberdade sexual,
na década de sessenta.
A AIDS vem impondo ao Homem disciplinas
às quais não se submeteria em circunstâncias normais.
MISCIGENAÇÃO CÁRMICA
"Como pode dar-se que, no seio da mais adiantada civilização, se encontrem seres às vezes tão cruéis quanto os selvagens?"
Como justificar semelhante comportamento?
Ninguém, em circunstância alguma, nem mesmo em destrambelho mental, adotará comportamento incompatível com sua natureza.
A crueldade não é sinônimo de loucura.
Apenas revela uma condição evolutiva.
Em indivíduos assim o senso moral é incipiente,
prevalecendo neles as iniciativas do bruto, sempre disposto a resolver suas pendências pela violência.
O grande problema da atualidade é a concentração de Espíritos assim em meio civilizado, agindo segundo seus horizontes evolutivos.
Se lhes faltam recursos de subsistência, tornam-se assaltantes e assassinos impiedosos;
se atrelados a cargos policiais fazem-se torturadores frios;
se contestadores de ordem social, atuam como terroristas sanguinários, que não vacilam na matança de inocentes.
Muitos desses Espíritos estagiam entre nós por imposição de um carma coletivo.
Quando todos nós, superando a indiferença que caracteriza o homem comum, compreendermos que viver em sociedade é, sobretudo, participar de iniciativas que visam
ao bem estar coletivo, estaremos no caminho certo.
Sobre a guerra, na Lei de Destruição aprendemos que se trata da predominância da natureza animal sobre a espiritual e satisfação das paixões.
Em estado de barbárie o homem só conhece o direito do mais forte, e é por isso que a guerra é um estado normal. (pensamento desse grau de evolução)
Constata-se o momento evolutivo em que o homem se encontra.
Essa realidade só poderá sofrer uma profunda transformação quando o princípio da natureza animal não prevalecer sobre o Espírito.