Estudando o Espiritismo

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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Destruição necessária e destruição abusiva - ESDE novo

Destruição necessária e destruição abusiva

FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA
ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA
PROGRAMA FUNDAMENTAL


MÓDULO XIII:
Lei de Destruição e Lei de Conservação


OBJETIVO GERAL:
Possibilitar entendimento das leis de destruição e de conservação.


ROTEIRO 1:
Destruição necessária e destruição abusiva


OBJETIVOS GERAIS:
Indicar a finalidade da destruição existente na Natureza.
Estabelecer a diferença entre destruição necessária e destruição abusiva.


CONTEÚDO BÁSICO
As criaturas são instrumentos de que Deus se serve para chegar aos fins que objetiva.

Para se alimentarem, os seres vivos reciprocamente se destroem, destruição esta que obedece a um duplo fim: manutenção do equilíbrio na reprodução, que poderia tornar-se excessiva, e utilização dos despojos do invólucro exterior que sofre a destruição.

Este invólucro é simples acessório e não a parte essencial do ser pensante.

A parte essencial é o princípio inteligente, que não se pode destruir e se elabora nas metamorfoses diversas por que passa. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, questão 728-a.

A destruição necessária ocorre na Natureza tendo em vista a natural transformação biológica, a renovação e até a melhoria das espécies.

Dessa forma, os Espíritos Superiores nos esclarecem: Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, questão 728.

A destruição abusiva não está prevista na lei natural porque coloca em risco a vida no Planeta. Toda destruição antecipada obsta (causa embaraço; impede) ao desenvolvimento do princípio inteligente. Por isso foi que Deus fez que cada ser experimentasse a necessidade de viver e de se reproduzir. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, questão 729.




SUBSÍDIOS

Há duas formas de destruição no Planeta: uma é benéfica, a outra é abusiva.

A primeira (...) não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos. (7) A segunda, não prevista na lei de Deus, resulta da imperfeição moral e intelectual do homem, em razão da predominância (...) da bestialidade sobre a natureza espiritual. Toda destruição que excede os limites da necessidade é uma violação da lei de Deus. (10)

A destruição recíproca dos seres vivos é, dentre as leis da Natureza, uma das que, à primeira vista, menos parecem conciliar-se com a bondade de Deus. Pergunta-se por que Ihes criou ele a necessidade de mutuamente se destruírem, para se alimentarem uns à custa dos outros.

Para quem apenas vê a matéria e restringe à vida presente a sua visão, há de isso, com efeito, parecer uma imperfeição na obra divina.

É que, em geral, os homens apreciam a perfeição de Deus do ponto de vista humano; medindo-lhe a sabedoria pelo juízo que dela formam, pensam que Deus não poderia fazer coisa melhor do que eles próprios fariam.

Não Ihes permitindo a curta visão, de que dispõem apreciar o conjunto, não compreendem que um bem real possa decorrer de um mal aparente. Só o conhecimento do princípio espiritual, considerado em sua verdadeira essência, e o da grande lei de unidade, que constitui a harmonia da criação, pode dar ao homem a chave desse mistério e mostrar-lhe a sabedoria providencial e a harmonia, exatamente onde apenas vê uma anomalia e uma contradição. (1)

A verdadeira vida, tanto do animal como do homem, não está no invólucro corporal, do mesmo modo que não está no vestuário. Está no princípio inteligente que preexiste e sobrevive ao corpo. Esse princípio necessita do corpo, para se desenvolver pelo trabalho que lhe cumpre realizar sobre a matéria bruta.

O corpo se consome nesse trabalho, mas o Espírito não se gasta; ao contrário, sai dele cada vez mais forte, mais lúcido (Que tem clareza e penetração de inteligência: que mostra uso de razão) e mais apto (idôneo, hábil, habilitado, capaz). (...)

Por meio do incessante espetáculo da destruição, ensina Deus aos homens o pouco caso que devem fazer do envoltório material e Ihes suscita a idéia da vida espiritual, fazendo que a desejem como uma compensação.

Objetar-se-á: não podia Deus chegar ao mesmo resultado por outros meios, sem constranger os seres vivos a se entre destruírem?

Desde que na sua obra tudo é sabedoria, devemos supor que esta não existirá mais num ponto do que noutros; se não o compreendemos assim, devemos atribuí-Io à nossa falta de adiantamento.

Contudo, podemos tentar a pesquisa da razão do que nos pareça defeituoso, tomando por bússola este princípio: Deus há de ser infinitamente justo e sábio. Procuremos, portanto, em tudo, a sua justiça e a sua sabedoria e curvemo­-nos diante do que ultrapasse o nosso entendimento. (2)

Uma primeira utilidade, que se apresenta de tal destruição, utilidade, sem dúvida, puramente física, é esta: os corpos orgânicos só se conservam com o auxilio das matérias orgânicas, matérias que só elas contêm os elementos nutritivos necessários à transformação deles.

Como instrumentos de ação para o princípio inteligente, precisando os corpos ser constantemente renovados, a Providência faz que sirvam ao seu mútuo entretenimento.

Eis por que os seres se nutrem uns dos outros. Mas, então, é o corpo que se nutre do corpo, sem que o Espírito se aniquile ou altere. Fica apenas despojado do seu envoltório. (3)

Há também considerações morais de ordem elevada.

É necessária a luta para o desenvolvimento do Espírito. Na luta é que ele exercita suas faculdades. O que ataca em busca do alimento e o que se defende para conservara vida usam de habilidade e inteligência, aumentando, em consequência, suas forças intelectuais. Um dos dois sucumbe; mas, em realidade, que foi o que o mais forte ou o mais destro tirou ao mais fraco?

A veste de came, nada mais; ulteriormente (ocorre depois), o Espírito, que não morreu, tomará outra. (4)

A (...) lei de destruição é, por assim dizer, o complemento do processo evolutivo, visto ser preciso morrer para renascer e passar por milhares de metamorfoses, animando formas corporais gradativamente mais aperfeiçoadas, e é desse modo que, paralelamente, os seres vão passando por estados de consciência cada vez mais lúcidos, até atingir, na espécie humana, o reinado da Razão. (11)

A denominada lei de destruição melhor se conceituaria, no dizer dos Instrutores Espirituais, como lei de transformação. O que ocorre, na realidade, é a transformação e não a destruição, tanto no que concerne à matéria quanto no que se refere ao Espírito.

A célebre anunciação de Lavoisier - na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma - foi uma ante visão científica, no campo da matéria, do que os Espíritos viriam confirmar mais tarde ao Codificador.

Tomada como transformação, a norma aplica-se também ao Espírito eterno, indestrutível, mas em contínua mutação, obedecendo à evolução e ao progresso sob os processos mais variados e complexos. (12)

Nos seres inferiores da criação, naqueles a quem ainda falta o senso moral, em os quais a inteligência ainda não substituiu o instinto, a luta não pode ter por móvel senão a satisfação de uma necessidade material. (5)

A destruição mútua existente entre os animais, mantida à custa da cadeia alimentar; atende à lei natural de preservação e diversidade biológica das espécies da Natureza.

No homem, há um período de transição em que ele mal se distingue do bruto.

Nas primeiras idades, domina o instinto animal e a luta ainda tem por móvel a satisfação das necessidades materiais.

Mais tarde, contrabalançam-se o instinto animal e o sentimento moral; luta então o homem, não mais para se alimentar, porém, para satisfazer à sua ambição, ao seu orgulho, à necessidade, que experimenta, de dominar. Para isso, ainda lhe é preciso destruir. Todavia, à medida que o senso moral prepondera, desenvolve-se a sensibilidade, diminui a necessidade de destruir, acaba mesmo por desaparecer, por se tornar odiosa.

O homem ganha horror ao sangue.

Contudo, a luta é sempre necessária ao desenvolvimento do Espírito, pois, mesmo chegando a esse ponto, que parece culminante, ele ainda está longe de ser perfeito. Só à custa de muita atividade adquire conhecimento, experiência e se despoja (abandona, despe) dos últimos vestígios da animalidade.

Mas, nessa ocasião, a luta, de sangrenta e brutal que era, se torna puramente intelectual.

O homem luta contra as dificuldades, não mais contra os seus semelhantes. (6)

A sabedoria divina dotou os seres vivos de dois instintos opostos: o de destruição e o de conservação.

Ambos funcionam como princípios da natureza.

Pelo primeiro, os seres se destroem reciprocamente, visando diferentes fins, entre os quais a alimentação com os despojos materiais. (12)

Deus coloca (...) o remédio ao lado do mal (...) para manter o equilíbrio e servir de contrapeso. (9)

É por essa razão que as (...) criaturas são instrumentos de que Deus se serve para chegar aos fins que objetiva.

Para se alimentarem, os seres vivos reciprocamente se destroem -  destruição esta que obedece a um duplo fim: manutenção do equilíbrio na reprodução, que poderia tomar-se excessiva,  e utilização dos despojos do invólucro exterior que sofre a destruição.

Esse invólucro é simples acessório e não a parte essencial do ser pensante. A parte essencial é o princípio inteligente, que não se pode destruir e se elabora nas metamorfoses diversas por que passa. (8)

A destruição abusiva é, sob qualquer pretexto, um atentado (ofensa) à lei de Deus.

Nesse sentido, o (...) homem tem papel preponderante diante dos demais seres vivos, ao dizimar (destruir), em larga escala, os demais seres da criação, seja buscando alimentar a crescente população humana, seja aproveitando os despojos (restos) animais e vegetais em inúmeras indústrias de transformação, que lhe proporcionam múltiplas utilidades. (13)

Infelizmente, existem significativas e graves destruições no nosso Planeta em razão da desmedida ambição humana.

A título de sustentação de preços de mercado, teóricos economistas, há algumas décadas, sustentavam a vantagem da destruição de produtos e colheitas, como aconteceu no Brasil, na década de 1930, quando milhares e milhares de toneladas de café foram queimados, numa demonstração inequívoca de insensibilidade, de egoísmo e de ignorância dos responsáveis por tais desmandos.

Enquanto se estendiam os campos de queima de café no Sul do país, em estúpida destruição, populações inteiras do Nordeste e do Norte não tinham meios de adquirir café para a sua alimentação. (...)

Outros abusos que têm provocado a reação e os protestos das populações esclarecidas de todo o Planeta, por sua profunda repercussão no relacionamento entre os seres vivos e o meio ambiente, são os problemas ecológicos.

 Relativamente recente tem sido a conscientização das populações para esse tipo de destruição, que o homem, consciente ou inconscientemente, vem provocando na terra, nas águas e na atmosfera. (...) Não se pode deixar de reconhecer que os novos processos tecnológicos, aliados à enorme proliferação dos estabelecimentos fabris, sem os necessários cuidados capazes de evitar a poluição, vão causando a destruição da vida animal nos rios, lagos e mares, com o contínuo lançamento de dejetos e resíduos industriais nas águas, ao mesmo tempo que fábricas e máquinas de toda espécie contribuem para poluir a atmosfera.

Some-se a tudo isso a destruição contínua das florestas e de muitas espécies animais e ainda a ameaça das bombas, usinas e lixo atômico e tem-se um quadro sombrio das condições materiais do mundo contemporâneo, agravando-se pelo descuido, imprevidência e deseducação, gerando o desequilíbrio mesológico (ecológico) e perspectivas pouco animadoras. (14)

Sabemos, entretanto, que a destruição abusiva irá desaparecer, paulatinamente, da Terra, em razão do progresso moral e intelectual do ser humano. Atualmente já existe um número significativo de indivíduos e organizações, espalhados pelo mundo, seriamente trabalhando para que a vida no Planeta se desenvolva num clima de equilíbrio, o que demonstra uma conscientização mais ampla a respeito desse assunto.

Referência Bibliográfica

1. KARDEC, Allan. A Gênese. Tradução de Guillon Ribeiro. 45. ed. Rio de Janeiro:
FEB, 2004. Cap. III, item 20, p. 81.
2. ______. Item 21, p. 81-82.
3. ______. Item 22, p. 82.
4 .______.Item 23, p. 82-83.
5. ______. Item 24, p. 83.
6 .______. p. 83-84.
7. ______. O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 84. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003. Questão 728, p. 346.
8._______ . Questão 728 - a, p. 346.
9. ______ . Questão 731, p. 347.
10. ______ . Questão 735, p. 348.
11. CALLlGARIS, Rodolfo. As Leis Morais. 11. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Item:lei de destruição, p. 90.
12. SOUZA, Juvanir Borges de. Tempo de Transição. 3. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002. Cap. 35 (A lei de destruição), p. 285.
13. ______ . p. 285-286.
14 . ______. 287-288.



GLOSSÁRIO

ABUSIVA: [Do lat. tard. abusivu.]
Adj. Em que há abuso.
ABUSO: [Do lat. abusu.]
S. m.
 1.        Mau uso, ou uso errado, excessivo ou injusto; excesso, abusão.
 2.        Exorbitância de atribuições ou poderes.
 3.        Aquilo que contraria as boas normas, os bons costumes.
 4.        Ultraje ao pudor; violação.



ANIMALIDADE: [De animal + -(i)dade.]
S. f.
 1.        Caráter ou condição do que é animal.
 2.        Conjunto dos atributos do animal.
 3.        Manifestação da animalidade (1) no homem, em oposição à mente, aos sentimentos, etc. A natureza animal, em oposição à mente ou espírito.


BENÉFICA: [Do lat. beneficu.]
Adj.
1.         Que faz bem; benigno, salutar.
2.         Bondoso, generoso.
 3.        Favorável, propiciador, propício.
[Superl. abs. sint.: beneficentíssimo. Antôn.: maléfico. Cf. venéfico.]


ESSÊNCIA: [Do lat. imperfectione.]
S. f.
 1.        Qualidade de imperfeito; defeito, incorreção.
 2.        Falta de primor, de perfeição.


HABILIDADE: [Do lat. habilitate.]
S. f.
 1.        Qualidade de hábil. HÁBIL: [Do lat. habile.]
Adj. 2 g.
 1.        Que tem aptidão para alguma coisa: É muito hábil em trabalhos manuais.
 2.        Competente, apto, capaz: O projeto foi confiado a um desenhista hábil.
 3.        Ágil de mãos e movimentos; destro.
 4.        Inteligente, esperto, sagaz, fino: Hábil que é, no final vai sair-se bem.
 5.        Astucioso, manhoso.
 6.        Que tem capacidade legal para certos atos.
 7.        Engenhoso; sutil: Deu-lhe a má notícia de maneira hábil.
 8.        Conveniente, vantajoso.
 9.        Que está de acordo com as imposições legais, com as exigências preestabelecidas: Fez o requerimento em tempo hábil.
[Pl.: hábeis.]


IMPERFEIÇÃO: [Do lat. imperfectione.]
S. f.
 1.        Qualidade de imperfeito; defeito, incorreção.
 2.        Falta de primor, de perfeição.

INSTINTO: [Do lat. instinctu.]
S. m.
 1.        Fator inato do comportamento dos animais, variável segundo a espécie, e que se caracteriza, em determinadas condições, por atividades elementares e automáticas: o instinto migratório de certas aves; o instinto de sucção dos mamíferos.
 2.        Forças de origem biológica inerentes ao homem e aos animais superiores, e que atuam, em geral, de modo inconsciente, mas com finalidade precisa, e independentemente de qualquer aprendizado: instinto gregário; instinto sexual; instinto maternal.
 3.        Tendência natural; aptidão inata. Possui instinto musical; É conciliador por instinto.
 4.        Impulso espontâneo e alheio à razão; intuição: Escolheu, por instinto, a pessoa indicada para o cargo; Seu instinto o levou a cancelar a viagem.


INSTINTO DE CONSERVAÇÃO: Conjunto de reações instintivas que levam o indivíduo a manter-se vivo.


INTELIGÊNCIA: [Do lat. intelligentia.]
S. f.
 1.        Faculdade de aprender, apreender ou compreender; percepção, apreensão, intelecto, intelectualidade.
 2.        Qualidade ou capacidade de compreender e adaptar-se facilmente; capacidade, penetração, agudeza, perspicácia.
 3.        Maneira de entender ou interpretar; interpretação: a boa inteligência de um texto; É vária a inteligência daquele artigo do Código Civil;  "Fala-me só coo revolver dos olhos. / Tenho-me afeito à inteligência deles."  (Junqueira Freire, Contradições Poéticas, p. 192).
 4.        Acordo, harmonia, entendimento recíproco: Vivem em boa inteligência.
 5.        Relações ou entendimentos secretos; conluio, maquinação, trama.
 6.        Destreza mental; habilidade: Resolveu o problema com a sua inteligência habitual.
 7.        Psicol.  Capacidade de resolver situações problemáticas novas mediante reestruturação dos dados perceptivos.
 8.        Pessoa inteligente: Grandes inteligências do país estavam ali reunidas.



LAVOISIER, Antoine (1743-1794): químico francês, guilhotinado durante a Revolução Francesa, é considerado o Pai da Química Moderna. Este lúcido cientista muito contribuiu para o avanço da Ciência nos campos da química geral e química orgânica.



MESOLÓGICO: [De mesologia + -ico2.]
Adj.
 1.        Relativo a mesologia. ECOLOGIA: [De eco-1 + -logia.]
S. f.
 1.        Parte da biologia que estuda as relações entre os seres vivos e o meio ou ambiente em que vivem, bem como as suas recíprocas influências; mesologia.
 2.        Ramo das ciências humanas que estuda a estrutura e o desenvolvimento das comunidades humanas em suas relações com o meio ambiente e sua consequente adaptação a ele, assim como novos aspectos que os processos tecnológicos ou os sistemas de organização social possam acarretar para as condições de vida do homem.
Ecologia cósmica. Astr.
 1.        Ramo da biologia que estuda as inter-relações dos seres vivos entre si e com o meio ambiente cósmico.
Ecologia cultural. Antrop.
 1.        Escola antropológica cujos estudos procuram explicar a dinâmica dos sistemas sociais a partir da forma de adaptação ao meio ambiente, analisando de que maneira a exploração dos recursos naturais engendra modos de comportamento (divisão do trabalho, organização territorial, etc.) que afetam os demais aspectos da cultura.


METAMORFOSES: [Do gr. metamórphosis.]
S. f.
 1.        Transformação de um ser em outro.
 2.        Mudança de forma ou de estrutura que ocorre na vida de certos animais, como os insetos e os batráquios.
 3.        Alomorfia: Passagem de uma forma para outra.
 4.        P. ext.  Mudança, transformação.
 5.        Fig.  Mudança notável na fortuna, no estado, no caráter de uma pessoa.

PRINCÍPIO ESPIRITUAL [ou PRINCÍPIO INTELIGENTE]: Ensina a Doutrina Espírita que o espírito é o princípio inteligente do Universo, sendo a inteligência seu atributo essencial. Esse princípio inteligente, que tem sua origem no (...) elemento inteligente universal, passa por um processo de elaboração e individualização até transformar-se no ser denominado Espírito. (...) Na planta, a inteligência dormita; no animal, sonha; só no homem acorda, conhece-se, possui-se, e torna-se consciente ESDE - Tomo I - módulo 4 - roteiro 2


SABEDORIA: [De sabedor + -ia1.]
S. f.
 1.        Grande conhecimento; erudição, saber, ciência: Sua obra bem revela a sua sabedoria. [Sin. (pop): sabença.]
 2.        Qualidade de sábio: A sabedoria de suas palavras convenceu-me.
 3.        Prudência, moderação, temperança, sensatez, reflexão: Os sofrimentos deram-lhe grande sabedoria.
 4.        Conhecimento justo das coisas; razão: Minerva, a deusa da sabedoria.
 5.        Ciência (2), segundo a concepção dos anti