Estudando o Espiritismo

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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Memoráveis diálogos de Jesus – Com Nicodemos sobre reencarnação - Therezinha

Memoráveis diálogos de Jesus – Com Nicodemos sobre reencarnação (Jo.3 vs. 1/12)

Todos os diálogos mantidos por Jesus merecem ser conhecidos e estudados. Destaquemos, porém, alguns deles, mais longos e cheios de importantes afirmativas e de preciosos ensinamentos espirituais.

Com Nicodemos sobre reencarnação (Jo.3 vs. 1/12)

Ora, entre os fariseus, havia um homem chamado Nicodemos, principal dos judeus, que veio à noite ter com Jesus e lhe disse:

- Mestre, sabemos que viste da parte de Deus, porque ninguém poderia fazer os sinais que tu fazes, se Deus não estivesse com ele.

- Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo.

- Como pode nascer um homem já velho? Pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, para nascer segunda vez?

- Se um homem não nasce da água e do espírito, não pode entrar no reio de Deus. O que é nascido da carne é carne e o que é nascido do Espírito é Espírito.

Não te admires que eu te haja dito ser preciso que nasças de novo. O vento sopra para onde quer e ouves a sua voz, mas não sabes de onde ele vem, nem para onde vai; o mesmo se dá com todo aquele que é nascido do espírito.

- Como pode isso fazer-se?

- Pois quê! És mestre em Israel e ignoras estas coisas?
Digo-te em verdade que não dizemos senão o que sabemos, e que não damos testemunho senão do que temos visto. Entretanto, não aceitais o nosso testemunho. Mas, se não credes quando vos falo das coisas da Terra, como me crereis, quando vos fale das coisas do Céu?

Ensino:

É preciso reencarnar para progredir espiritualmente e alcançar planos superiores de vida. Nicodemos pensou no mesmo corpo nascendo de novo (o que não é possível).

Jesus corrigiu esse erro, separando entre “nascido da carne e “nascido do Espírito”. Reafirmou que para “entrar no reino de Deus” é preciso renascer tanto “da água” (símbolo da matéria) “como do espírito” (renovar-se espiritualmente).

Usa o vento/ar (“pneuma”) como símbolo de elemento espiritual para comparar que também sentimos sua presença e manifestação através do corpo mas não podemos identificar de onde esse espírito veio (o passado é providencialmente esquecido) nem apontar-lhe um futuro determinado (dependerá do seu livre-arbítrio).