Estudando o Espiritismo

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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

ESPÍRITAS, AMAI-VOS

ESPÍRITAS, AMAI-VOS, EIS O PRIMEIRO MANDAMENTO; E INSTRUÍ-VOS, EIS O SEGUNDO!

Esta frase ditada pelo Espírito de Verdade, em Paris, 1960 (cap. VI, item 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo*)

* Muitos espíritas frequentam as casas espíritas, mas não buscam estudar, entender, compreender os ensinamentos que ela traz.
* Querem cumprir “obrigação” de comparecer às reuniões; dizem ter lido vários livros, mas não guardam uma só lição deles; frequentam um estudo e não prestam atenção no assunto apresentado e fora dele não procuram buscar mais informação. Costumamos dizer que muitos comparecem com o corpo, mas a alma deixa em casa. Tem aqueles que até dormem, alegando estar desdobrados.
* São estes que, quando aparece uma novidade abraçam sem conhecimento “da causa”.
* Há quem apareça com dúvidas, mas a resposta deve ser a que ela quer ouvir, senão ela não aceita e se revolta. Porque ela não quer a resposta da doutrina, mas a resposta que lhe agrada.
* Há espírita que fica limitado a fazer palestras, sem se preocupar em vivenciar o que prega.
* Há casa espírita que espanta trabalhadores de boa vontade porque se acham donos da verdade e do Centro Espírita. Onde o que prevalece não é o que o Espiritismo prega, mas o que eles pregam.
* Há quem ouça a explicação à luz da doutrina e continua fazendo “do seu jeito” porque acredita que “seu jeito” é o certo. É assim que nasce o “Espiritismo a moda da casa”; “mediunidade à moda do médium”, etc.
* há médiuns que só trabalham no dia da reunião, achando que esta “caridade” basta. Sem se dar conta que a maior caridade é ele que está recebendo.
*Há espírita que compete com outro espírita. Quando um está realizando um bom trabalho ou uma boa divulgação da doutrina, dificilmente vemos espíritas elogiando, incentivando ou oferecendo auxílio.
* Há quem alegue não ter tempo. Mas, quando aparece um show, uma festa, o tempo aparece.
* Há quem não queira “pegar” responsabilidade. Mas, e se fosse remunerado (materialmente), será que não “pegaria” a responsabilidade?
* Há quem falte por estar chateado com algo que ouviu. Mas, no trabalho remunerado, será que esta pessoa pediria demissão ou faltaria quando “ficasse chateado” com algo que ouviu?
*Há quem falte porque não o colocaram para dar “passe”. Esta pessoa quer servir sua vaidade e não a doutrina espírita.
* Há quem abandone o trabalho que realizava na casa espírita sem dar satisfação. Aqui caracteriza falta de responsabilidade, de respeito ao próximo que conta com aquela pessoa. Repetimos a pergunta: Se fosse remunerado (materialmente) abandonaria sem dar satisfação?
*Há quem faça caridade sem caridade, por obrigação. Infelizmente, lembramos aqui a falta de caridade nas palavras, na maneira que estende um donativo, na diferenciação no trato com aqueles que conhecemos e com aqueles que desconhecemos, etc.
Enfim, se ficarmos aqui, enfileiraremos vários outros tantos exemplos conhecidos por nós espíritas. Tudo isso só acontece por falta de entendimento da doutrina. Não adianta dizer que estudou anos e anos as obras básicas se não buscou entende-las.
São pessoas que estão no Espiritismo, mas não tem o Espiritismo dentro delas.
São estas que mudam, facilmente, de religião e ainda saem maldizendo a doutrina espírita.
Por isso, trabalhemos nosso “orgulho”, filho do “egoísmo” para nos melhorarmos como espíritas, amigos, trabalhadores, profissionais, familiares, enfim, como cristãos que somos.
Costumamos dizer que cada um amadurece em tempo diferente, mas alguns não fazem força para isso. O tempo de mudança está nos impulsionando para esta melhora, para o trabalho interno e externo, mas estamos lentos e preguiçosos. A doutrina precisa de espíritas dinâmicos que questionem, que comparem uma resposta com a outra, que busquem o trabalho sem esperar que lhe ofereçam, dirigentes de um trabalho ou casa espírita devem aprender a ouvir sugestões novas que ajudem a dinamizar o Espiritismo sem o desfigurar, é claro. Os mais velhos devem ouvir os mais jovens e vice-versa e dar-se as mãos. O conhecimento, nem sempre, está com os mais velhos. Nós espíritas sabemos que há jovens que tem uma bagagem muito maior que a de um ancião. O corpo pode ser novo, mas o espírito é velho, como costumamos dizer. Chamá-los para fazer pequenas palestras. Pedir para a mocidade redigir textos sobre algum assunto. Debater, conversar, orientar.  Final, o Espiritismo estará nas mãos deles no futuro.
Como disse Bezerra de Menezes: “O estudo da Doutrina faz adeptos conscientes para a Causa. Quem se aprofunda no conhecimento da Verdade solidifica a fé.”
“Espíritas, amai-vos e instruí-vos!”

Texto de Rudymara

ESPÍRITAS, AMAI-VOS, EIS O PRIMEIRO MANDAMENTO; E INSTRUÍ-VOS, EIS O SEGUNDO!
Esta frase foi ditada pelo Espírito de Verdade, em Paris, 1960 (cap. VI, item 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo)


* Muitos espíritas frequentam as casas espíritas, mas não buscam estudar, entender, compreender os ensinamentos que ela traz.
* Querem cumprir “obrigação” de comparecer às reuniões; dizem ter lido vários livros, mas não guardam uma só lição deles; frequentam um estudo e não prestam atenção no assunto apresentado e fora dele não procuram buscar mais informação. Costumamos dizer que muitos comparecem com o corpo, mas a alma deixa em casa. Tem aqueles que até dormem, alegando estar desdobrados. São estes que, quando aparece uma novidade abraçam sem conhecimento “da causa”.
* Há quem apareça com dúvidas, mas a resposta deve ser a que ela quer ouvir, senão ela não aceita e se revolta. Porque ela não quer a resposta da doutrina, mas a resposta que lhe agrada.
* Há espírita que fica limitado a fazer palestras, sem se preocupar em vivenciar o que prega.
* Há casa espírita que espanta trabalhadores de boa vontade porque se acham donos da verdade e do Centro Espírita. Onde o que prevalece não é o que o Espiritismo prega, mas o que eles pregam.
* Há quem ouça a explicação à luz da doutrina e continua fazendo “do seu jeito” porque acredita que “seu jeito” é o certo. É assim que nasce o “Espiritismo a moda da casa”; “mediunidade à moda do médium”, etc.
* há médiuns que só trabalham no dia da reunião, achando que esta “caridade” basta. Sem se dar conta que a maior caridade é ele que está recebendo.
*Há espírita que compete com outro espírita. Quando um está realizando um bom trabalho ou uma boa divulgação da doutrina, dificilmente vemos espíritas elogiando, incentivando ou oferecendo auxílio.
* Há quem alegue não ter tempo. Mas, quando aparece um show, uma festa, o tempo aparece.
* Há quem não queira “pegar” responsabilidade. Mas, e se fosse remunerado (materialmente), será que não “pegaria” a responsabilidade?
* Há quem falte por estar chateado com algo que ouviu. Mas, no trabalho remunerado, será que esta pessoa pediria demissão ou faltaria quando “ficasse chateado” com algo que ouviu?
*Há quem falte porque não o colocaram para dar “passe”. Esta pessoa quer servir sua vaidade e não a doutrina espírita.
* Há quem abandone o trabalho que realizava na casa espírita sem dar satisfação. Aqui caracteriza falta de responsabilidade, de respeito ao próximo que conta com aquela pessoa. Repetimos a pergunta: Se fosse remunerado (materialmente) abandonaria sem dar satisfação?
*Há quem faça caridade sem caridade, por obrigação. Infelizmente, lembramos aqui a falta de caridade nas palavras, na maneira que estende um donativo, na diferenciação no trato com aqueles que conhecemos e com aqueles que desconhecemos, etc.
Enfim, se ficarmos aqui, enfileiraremos vários outros tantos exemplos conhecidos por nós espíritas. Tudo isso só acontece por falta de entendimento da doutrina. Não adianta dizer que estudou anos e anos as obras básicas se não buscou entende-las.
São pessoas que estão no Espiritismo, mas não tem o Espiritismo dentro delas.
São estas que mudam, facilmente, de religião e ainda saem maldizendo a doutrina espírita.
Por isso, trabalhemos nosso “orgulho”, filho do “egoísmo” para nos melhorarmos como espíritas, amigos, trabalhadores, profissionais, familiares, enfim, como cristãos que somos.
Costumamos dizer que cada um amadurece em tempo diferente, mas alguns não fazem força para isso. O tempo de mudança está nos impulsionando para esta melhora, para o trabalho interno e externo, mas estamos lentos e preguiçosos. A doutrina precisa de espíritas dinâmicos que questionem, que comparem uma resposta com a outra, que busquem o trabalho sem esperar que lhe ofereçam, dirigentes de um trabalho ou casa espírita devem aprender a ouvir sugestões novas que ajudem a dinamizar o Espiritismo sem o desfigurar, é claro. Os mais velhos devem ouvir os mais jovens e vice-versa e dar-se as mãos. O conhecimento, nem sempre, está com os mais velhos. Nós espíritas sabemos que há jovens que tem uma bagagem muito maior que a de um ancião. O corpo pode ser novo, mas o espírito é velho, como costumamos dizer. Chamá-los para fazer pequenas palestras. Pedir para a mocidade redigir textos sobre algum assunto. Debater, conversar, orientar. Final, o Espiritismo estará nas mãos deles no futuro.
Como disse Bezerra de Menezes: “O estudo da Doutrina faz adeptos conscientes para a Causa. Quem se aprofunda no conhecimento da Verdade solidifica a fé.”
“Espíritas, amai-vos e instruí-vos!”


Texto de Rudymara