Estudando o Espiritismo

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

MÉDIUM: CONCEITO, CLASSIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO CONCEITO DE MÉDIUM E MEDIUNIDADE


CVDEE – Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
Estudos sobre Mediunidade
Fonte: Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora-MG

A palavra médium é uma expressão latina que significa "meio" ou
"intermediário". Allan Kardec apropriou-se dessa expressão para desig
as pessoas que são portadoras da faculdade mediúnica.
Kardec [LM-cap 32] conceitua:
Médium - pessoa que pode servir de intermediária entre os
Espíritos e os homens.
Mediunidade  - a faculdade dos médiuns, ou seja, a faculdade que
possibilita a uma pessoa servir de intermediária  entre os Espíritos
desencarnados e os homens.
Assevera ainda Kardec [LM-it 159] que:
"todo aquele que sente em qualquer grau a influência dos
Espíritos é médium."
Diante da assertiva do Codificador da Doutrina Espírita poderia indagar: Somos todos médiuns?
De forma generalizada poderíamos afirmar que sim. Todos os
indivíduos possuem rudimentos da faculdade mediúnica, já que podem ser
influenciados pelos Espíritos. Através do pensamento, as entidades da
esfera extra-física, podem atuar sobre todos nós, de forma imperceptível.
Mostram os benfeitores espirituais da Codificação que esta influência
maior do que supomos" [LE-qst 459]
Todavia, de forma particular, na prática espírita cotidiana, é
não a resposta. Orienta Allan Kardec que se deve reservar esta expressão
apenas para as pessoas que permitem a produção de fenômenos patentes e de
certa intensidade:
"Pode-se dizer, que todos são mais ou menos médiuns.
Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos
que possuem uma faculdade bem caracterizada, que se traduz
por efeitos patentes de certa intensidade, o que depende
de uma organização mais ou nos sensitiva." [LM-it 159]
CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS MÉDIUNS
A faculdade mediúnica não se revela em todos da mesma maneira. Os
médiuns tem geralmente  aptidão especial para esta ou aquela ordem de
fenômenos, o que os divide em tantas variedades quantas são as espécies
de mediunidade, embora nada impeça que um médium venha a possuir mais do
que uma aptidão.
Diversas são as classificações propostas, mas  de forma bem prá
tica, podemos classificá-los de acordo com o tipo de mediunidade, nas
seguintes categorias:
a) Médiuns de Efeitos Físicos: são aqueles aptos à produção de
fenômenos que sensibilizam objetivamente os nossos sentidos, tais como:
movimento de corpos inertes, ruídos, etc. Trata-se de uma categoria de
médiuns bastante infreqüente em nossos dias, mas que teve fundamental
importância na fase de implantação da Doutrina Espírita. Sub-categorias:
1. Tiptólogos: os que produzem ruídos e pancadas. Mesmo sem que o
médium tome conhecimento, os Espíritos podem se utilizar de cer
tos recursos fluídicos que eles possuem para produzir o fenômeno;
2. Motores: os que produzem movimentos dos corpos inertes;CVDEE – Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
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Fonte: Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora-MG
3. De Translação e Suspensão: os que produzem a translação de
objetos através do espaço ou a sua suspensão, sem qualquer ponto
de apoio. Há também os que podem elevar-se a si mesmos
(levitação);
4. De Transporte: os que podem servir aos Espíritos para o trans
porte de objetos materiais através de lugares fechados;
5. Pneumatógrafos: os médiuns que permitem a escrita direta
(espécie de mediuninade onde os Espíritos, utilizando-se do ec
toplasma do médium, escrevem sobre determinados objetos sem se
utilizarem de lápis ou caneta);
6. Pneumatofônicos: os médiuns que permitem a voz direta
(fenômeno mediúnico onde os Espíritos emitem sons e palavras
através de uma "garganta ectoplásmica", sem a utilização do
aparelho vocal do medianeiro);
7. De Materialização: são aqueles que doam recursos fluídicos
(ectoplasma) para a materialização do Espírito ou de parte do
Espírito, ou, ainda, de certos objetos;
8. De Bicorporeidade: são aqueles capazes de materializarem seu
corpo perispirítico em local FORA do corpo físico;
9. De Transfiguração: são aqueles aptos a promoverem modificações
temporárias em  seu corpo físico, através da vontade e do pensa
mento.
b)  Médiuns Sensitivos: são os médiuns capazes de registrar a
presença de Espíritos por uma vaga impressão. Ora esta impressão é boa
ora é ruim, dependendo da natureza da entidade desencarnada. Esta va
riedade não apresenta caráter bem definido, pois todos médiuns são mais
ou menos sensitivos;
c) Médiuns Intuitivos ou Inspirados: são aqueles que recebem
comunicações mentais entranhas às suas idéias, vindas da esfera imate
rial. Na realidade, todos nós somos médiuns intuitivos, pois podemos
assimilar inconscientemente o pensamento dos Espíritos, mas em algumas
pessoas, essa capacidade é mais evidente. Os médiuns de pressentimento
são uma variedade dos intuitivos, onde há uma vaga impressão de acon
tecimentos futuros;
d) Médiuns Audientes: são os médiuns que ouvem os Espíritos. Em
algumas vezes é como se escutassem uma voz interna que lhes ressoasse no
foro íntimo, doutras vezes, é uma voz exterior, clara, distinta;
e) Médiuns Videntes: são aqueles aptos a verem os Espíritos em
estado de vigília. Kardec fazia referência à raridade desta faculdade e
em nossos dias continua pouco comum;
f) Médiuns Falantes ou Psicofônicos: são aqueles que possibili
aos Espíritos a comunicação oral com outras pessoas encarnad
utilizando dos recursos vocais do  médium. É a variedade de  médiuns mais
comum em nossos dias;
g) Médiuns Escreventes ou Psicógrafos: são os médiuns aptos a
receberem a comunicação dos Espíritos através da escrita. Foi pelos
médiuns escreventes que Allan Kardec montou os pilares básicos da Co
dificação Espírita;
h) Médiuns Curadores: são aqueles aptos a curarem, através do
toque, por um ato de vontade e pelo passe. Em realidade, todos somos
capazes de curar enfermidades pela prece e pela transfusão fluídica, mas,
também aqui, esta designação deve ficar reservada para aquelas pessoas
onde a capacidade de curar ou aliviar as doenças é bem evidente;
i) Médiuns Psicômetras: são aqueles aptos a identificarem os
fluidos presentes em determinados objetos e locais (Psicometria);
j) Médiuns Sonambúlicos ou de Desdobramento: são aqueles capa
de emanciparem seu corpo espiritual deixando a organização física num
estado de sonolência ou apatia. Segundo Kardec, estes médiuns "vivem porCVDEE – Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
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antecipação a vida espiritual", pois são capazes de realizar inúmeras
tarefas no mundo dos Espíritos.
DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO
Segundo Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, no seu Pequeno Di
cionário Brasileiro da Língua Portuguesa, desenvolver significa: tirar
invólucro, expor minuciosamente, progredir, alargar, instruir-se. E
desenvolvimento é o ato ou efeito de desenvolver.
Desenvolvimento Mediúnico é o ato de fazer crescer, progredir,
expor a faculdade que permite aos homens comunicarem-se com os Espíritos.
Se nós falamos somente em desenvolvimento mediúnico e não em
“criar” mediunidade ou médiuns, é, certamente porque esta faculdade não
se cria numa determinada pessoa que não a possua. A mediunidade é uma
faculdade tão natural no homem quanto qualquer outro dos cinco sentidos
habituais (visão, audição, olfato, tato e paladar). Tomemos o paladar
para exemplo. Ninguém inventa faculdade inata, pronta para ser utilizada,
como que programada por milênios e milênios de existências anteriores,
documentada na nossa memória espiritual. É preciso, contudo, em cada
existência que se reinicia, reaprender a utilizá-lo adequadamente para
selecionar alimentos, definir preferências ou recusar substâncias
prejudiciais. Assim também é a mediunidade um atributo físico do homem.
Os Espíritos afirmam a Kardec [LM-it 226]:
"A faculdade mediúnica se radica no organismo".
O médium já nasce médium. Cabe-nos portanto, se possuidores da
faculdade mediúnica, nos esforçarmos por exercê-la com devotamento e
humildade.
Por que desenvolver a mediunidade
De posse destes conceitos, forma-se uma nova dúvida em nossa
mente: Por que desenvolver a mediunidade? Presença de mediunidade sig
nifica necessidade de trabalho na Seara Espírita? Nós sabemos que na
Terra estamos rodeados por Espíritos desencarnados que a todo instante,
através do pensamento, nos influenciam e são influenciados por nós. Sendo
os médiuns, por características próprias de seu corpo físico, indivíduos
mais sensíveis, captam com maior facilidade a influência dos Espíritos,
podendo sofrer, às vezes, conseqüências desagradáveis em decorrência de
possuir em uma faculdade que não conhecem e não dominam.
Além disso, nós sabemos que da faculdade mediúnica podem dispor
se  bons  e  maus  Espíritos, podendo no caso dos maus, levarem o médium ao
desequilíbrio.
O Espírito da Verdade afirma [LM-cap 31 it 15]:
"...Todos os médiuns são incontestavelmente chamados a
servir à causa do Espiritismo, na medida da sua
faculdade..."
Em [Nos Domínios da Mediunidade] ouvimos as seguintes afirmativas
do Espírito Albério (instrutor de André Luiz):
"Mediunidade, por si só não basta. É necessário sabermos
que tipo de onda mental assimilamos, para conhecer a
qualidade do nosso trabalho e julgar nossa direção. É
perigoso possuir sem saber usar."
Assim, é a mediunidade uma faculdade inerente à própria vida,
sendo semelhante ao dom da visão comum, peculiar a todas as criaturas,
responsável por tantas glórias e por tantos infortúnios na Terra. En
tretanto, ninguém se lembrará de suprimir os olhos, porque milhões de
pessoas, em face das circunstâncias imponderáveis da evolução, tenham se
servido dos olhos para perseguir e matar nas guerras de terror e
destruição. É necessário iluminá-los, orientá-los, esclarecê-los.CVDEE – Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
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Etapas do Desenvolvimento Mediúnico
A mediunidade não requisitará desenvolvimento indiscriminado,
mas, antes de tudo, aprimoramento da personalidade mediúnica e nobreza de
fins, para que o médium possa tornar-se um filtro leal das Esferas
Superiores com vistas à ascensão da Humanidade para o Progresso.
Mas então, como proceder ao desenvolvimento mediúnico? Allan
Kardec e vários benfeitores espirituais nos orientam que, no desenvol
vimento mediúnico, temos de vencer três etapas: intelectual -  material
moral.
a) Etapa Intelectual: é representada pela necessidade do estudo.
Kardec afirma:
"...O estudo preliminar da teoria é indispensável, se
quisermos evitar inconvenientes inseparáveis da
inexperiência." [LM-it 211]
O estudo da faculdade mediúnica e o conhecimento da Doutrina
Espírita são bases essenciais e indispensáveis.
b) Etapa Material: é o adestramento, uma forma de treinamento da
faculdade  mediúnica, uma familiarização com as técnicas envolvidas no
processo da mediunidade.
"Na verdade, até hoje, não existe sinal ou diagnóstico
infalível para se chegar à conclusão que  alguém possua
essa faculdade; os sinais físicos nos quais algumas
pessoas julgam ver indícios, nada tem de infalíveis. Ela
se encontra, nas crianças e nos velhos, entre homens e
mulheres, quaisquer que sejam o temperamento, o estado de
saúde, o grau de desenvolvimento intelectual e moral. Não
há senão um meio para lhes contatar a existência que é o
experimentar." [LM-cap 17 it 200]
Esta experimentação deve ser: perseverante, assídua, séria, em
grupo, local adequado, sob orientação experiente, desprovida de con
cionamentos.
O candidato a médium deve ter persistência, exercitando-se para
as comunicações em dias e horários certos da semana, pré-estabelecidos,
de preferência em grupo. Kardec nos orienta [LM-it 207] que a reunião de
pessoas com intenção semelhante forma um todo coletivo onde a força e a
sensibilidade se encontram aumentadas por uma espécie de influência
magnética que ajuda o desenvolvimento da faculdade.
A reunião deste grupo deve ser sob a direção de pessoas expe
rientes, conhecedoras da Doutrina Espírita e do fenômeno mediúnico.
Esta reunião deve ser também feita, de preferência em local
apropriado, isto é, no Centro Espírita, onde estaremos sob o amparo e a
orientação de Espíritos Bons, que são responsáveis pelos trabalhos
mediúnicos da Casa. Além disto, todo Centro Espírita tem como que um
isolamento magnético que nos protege espiritualmente durante os trabalhos
mediúnicos. É simples compreendermos, pois na Terra acontece o mesmo. Um
acadêmico de Medicina inicia seu treinamento aos doentes num Hospital e
sob a supervisão de um médico  experiente para evitar desastres. Se for
uma cirurgia será necessário um cuidado ainda maior  - um centro
cirúrgico.
O candidato a médium não deve desistir se, após 2, 3 ou 10 ten
tativas de comunicação com os Espíritos não obtiver qualquer resultado ou
qualquer indício de comunicação. Como vimos, existem obstáculos de
correntes da própria organização mediúnica em desabrochamento, impedi
mentos materiais e psíquicos que, só com o tempo e a dedicação serão
contornados.
Quanto ao médium que já controla bem sua faculdade, que permite
aos Espíritos se comunicarem com facilidade, que seja, em uma palavra, um
“médium feito”, seria um erro de sua parte, nos assevera Kardec [LMCVDEE – Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
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216] crer-se dispensado de qualquer outra instrução. Não venceu senão uma
resistência material, e é agora que começa para ele o verdadeiro desafio,
as verdadeiras dificuldades: vencer a terceira etapa - a moral.
c) Etapa Moral: Allan Kardec define como espírita-cristão ou
verdadeiro espírita, aquele que não se contenta em admirar a moral es
pírita, mas a pratica e aceita todas as suas conseqüências. Convencido de
que a existência terrena é uma prova passageira, aproveita todos os
instantes para avançar no caminho do Progresso, esforçando-se em fazer o
bem e anular seus maus pensamentos. A caridade em todas as coisas é a
regra de sua conduta.
Sob o ponto de vista espírita, a mediunidade é uma iniciação
religiosa das mais sérias, é um mandato que nos é oferecido pela Espi
ritualidade Superior a fim de ser fielmente desempenhada. Desta forma, o
aspirante à mediunidade - Luz da Doutrina Espírita - deve partir da
conscientização de seus ensinamentos e esforçar-se, desde o início de seu
aprendizado, por ser um espírita-cristão. Isto significa trabalha
incessantemente por nossa reforma moral. Somente nossa evolução moral,
nossa melhora e nosso crescimento para o Bem poderão garantir-nos o
assessoramento dos bons Espíritos e o exercício seguro da mediunidade,
por nossa sintonia com o Bem. E esta não é uma tarefa fácil, pois o que
mais temos dentro de nós são sensações e experiências negativas e
deformadas trazidas do passado. Por isso para nós ainda é mais fácil e
cômodo, sintonizar com as atitudes negativas do que com as positivas.
E como faremos? Como nos livrarmos de condicionamentos inferio
res? Carregamos séculos de erros e alguns anos de boas intenções. É claro
que não podemos mudar sem esforço, temos que trabalhar duro nesta reforma
moral, que só nós saberemos identificar e sentir porque estará marcada em
nosso íntimo. Trabalhemos com exercícios diários e constantes no bem,
meditando e orando muito. Jesus, o Médium por Excelência, sintonizava
constantemente com Deus, no entanto, após a convivência com o povo,
sempre se afastava para orar e meditar em silêncio e solidão.
A diferença de um bom médium e um médium desajustado, não está na
mediunidade, mas no caráter de um e de outro; na formação moral está a
base de todo desenvolvimento mediúnico.
Alguns cuidados devem ser tomados por todos aqueles que aspiram
ao desenvolvimento mediúnico:
* Culto do Evangelho no Lar: ele proporciona a renovação do clima
espiritual do lar sob as luzes do Evangelho Redivivo, porque o lar é a
usina maior de energia de que somos carentes, é onde compensamos nossa
vibrações psíquicas em reajustamento.
* Culto de Assistência: rompimento com o egoísmo, interessando
nos pelo próximo, auxiliando-o sempre em todas as ocasiões, usando ao
máximo nossa capacidade de servir desinteressadamente. Participação em
atividades como: campanha do quilo, distribuição de alimentos, visita aos
enfermos, idosos e creches, grupos de costura, evangelização, etc.
* Freqüência ao Centro Espírita: nas reuniões públicas e outras
atividades oferecidas pelas Casas Espíritas. Aprenderemos a viver em
grupos Humanos que nos permitirão o exercício da humildade. Evitemos as
sessões mediúnicas nos lares; organização espiritual não se improvisa.
* Estudo Coletivo: reunidos aos companheiros para o estudo das
obras espíritas, evitemos as falsas interpretações. Assimilando as ex
periências de companheiros, estaremos alongando nossa visão e nossa
percepção dos conteúdos espíritas; o que se torna mais  difícil numa
leitura solitária.
* Reforma Íntima: revisão e reconstrução de nossos atos e hábi
tos, permutando vícios por virtudes legitimamente cristãs que são as
únicas que sobreviverão eternamente.
Como nos diz o instrutor Albério:CVDEE – Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
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Fonte: Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora-MG
"... elevemos nosso padrão de conhecimento pelo estudo bem
conduzido e apuremos a qualidade de nossa emoção pelo
exercício constante das virtudes superiores..."
Dentro destes critérios de desenvolvimento da mediunidade, mesmo
que nenhuma  faculdade venha a desabrochar, tenhamos a certeza que
estaremos desenvolvendo-nos espiritualmente e capacitando-nos para o
exercício da mediunidade com Jesus.
Bibliografia
1) Livro dos Espíritos - Allan Kardec
2) Livro dos Médiuns - Allan Kardec
3) Obras Póstumas - Allan Kardec
4) Médium: Quem é, Quem não é? - Demétrio Pavel
5) Diversidade dos Carismas - Hermínio Miranda
6) Missionários da Luz - André Luiz/Chico Xavier
7) Nos Domínios da Mediunidade - André Luiz/Chico Xavier
8) Desenvolvimento Mediúnico - Roque Jacinto